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Segunda-feira, 30 de Junho de 2014

Diante do avanço do mal, como proceder? Como sustê-lo?

Optar pela indiferença não podemos. Seria ser conivente com o mal.

Entrar em choque não devemos. Seria contribuir, ainda que involuntariamente, para o alastramento do mal. Mal com mal não elimina o mal; acrescenta mal.

Há uma terceira via, a única via. Trata-se da alternativa.

Quando não há condições para ajudar a vencer o mal, o melhor é seguir um caminho diferente. Sem nunca desistir!

publicado por Theosfera às 10:19

1. O mundo sofre não apenas pela acção dos maus. Sofre também pela inacção dos bons.

Luther King lamentava-se, testeficando que aquilo que o penalizava não era o grito dos maus, mas o silêncio dos bons. Voltaire perguntava: «Não será uma vergonha que os fanáticos sejam zelosos e que os sábios se desmazelem?»

 

2. A mediocridade é atrevida, gosta de tomar a iniciativa. É por isso que, muitas vezes, a sabedoria não surte. Quando chega, o espaço já está ocupado.

A sabedoria tem de fazer um trabalho humilde. Tem de ir para o terreno. Tem de se mostrar convincente e cativante.

 

2. A violência não é um exclusivo de sociedades pouco desenvolvidas. Pierre La Rochelle até dizia que «a civilização extrema gera a barbárie extrema».

As guerras mundiais do século XX envolveram povos que primavam por índices culturais acima da média. O deslumbramento e a arrogância deitam por terra aquilo que, a pulso, se conquistou. Não há civilização verdadeira sem humildade, sem respeito pelo outro.

 

3. Há sorrisos que escondem muita infelicidade. E há lágrimas que até encobrem muita felicidade.

É sempre difícil avaliar os outros e avaliarmo-nos a nós. Acabamos sempre por mostrar não o que o que os outros são, mas o que nós somos.

 

4. O importante é que, por incúria ou simples inércia, não sejamos causadores de infelicidade para ninguém.

Se quisermos imprimir alguma coisa nos outros, que a nossa única impressão seja um pouco de felicidade à nossa volta. Um pouco de felicidade já é muito.

 

5. Confiar é uma aposta aliciante, mas também um investimento arriscado.  Há muitas oscilações que podem gerar turbulências e provocar combustões.

No entanto, há dois extremos que são de evitar. Séneca identificou-os. Tão errado é confiar em todos, como não confiar em ninguém. Há sempre quem mereça a nossa confiança. A vida, com a sua sabedoria, vai fazendo a triagem. E oferecendo-nos as provas.

 

6. Há muitas formas de nos relacionarmos. A ler também nos podemos conhecer. A ler podemos conhecer não apenas palavras e conceitos, mas também as pessoas que nos fornecem tais palavras e conceitos.

A ler até nos podemos tornar amigos de quem escreve. Era, pelo menos, o que pensava Hermann Hesse: «Ler um livro é para o bom leitor conhecer a pessoa e o modo de pensar de alguém que lhe é estranho. É procurar compreendê-lo e, sempre que possível, fazer dele um amigo».

 

7. Em tudo há um misto de revelação e ocultamento. Nunca somos totalmente transparentes. Nunca conseguimos ser plenamente opacos.

Nadine Gordiner reconhecia que «a poesia é, ao mesmo tempo, um esconderijo e um altifalante».

 

8. Fica sempre algo por dizer mesmo quando tudo queremos comunicar. E subsiste sempre algo dito mesmo quando nos recusamos a falar.

Grande mistério é a nossa vida. Profundo mistério somos nós, cada um de nós.

 

9. Não se deixe abater. Há qualquer coisa de surpreendentemente belo que (lhe) pode acontecer.

As suas lágrimas não caem em vão.

 

10. Felizes os que têm a coragem de chorar. E de não esconder as lágrimas. Felizes os que são sinceros. Podem não parecer felizes. Mas também não é isso o que querem: parecer.

Há lágrimas que, sulcando mágoas, afagam uma felicidade intensa que mora no fundo!

 

 

publicado por Theosfera às 08:27

Miséria grande é nada ter. Mas miséria maior é nada compreender.

Já Florbela Espanca confessava: «Se penetrássemos o sentido da vida, seríamos menos miseráveis».

A chave é Jesus. Só em Jesus compreendemos. Só em Jesus nos compreendemos.

Sem Ele, nada. Com Ele, tudo!

publicado por Theosfera às 07:59

Jesus é o médico e o medicamento, a cura e o curador, o Evangelho e o Evangelizador, a Revelação e o Revelador, a Salvação e o Salvador.

Ele devolve a vida a quem sente perder a vida. Ele é a saúde para quem está doente. Ele é o sentido que paira sobre o sem-sentido em que andamos.

«Basta que tenhas fé», diz-nos.

Esta fé, entrelaçada com a esperança e emoldurada pelo amor, conseguirá mudar, mudar-nos!

publicado por Theosfera às 00:03

Hoje, 30 de Junho, é dia dos Primeiros Mártires da Igreja de Roma, S. Raimundo Lulo, S. Januário Sarnelli e S. Marçal.

Este último, padroeiro dos bombeiros e invocado contra os incêndios, é apontado como sendo uma das crianças que Jesus afagou ou como podendo ser aquele rapaz que apresentou a Jesus os cinco pães e dos dois peixes para a multiplicação.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:01

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