O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 12 de Junho de 2014

Habituei-me a olhar cada terra como minha pátria. Mas também me acostumei a encarar o Brasil como país-irmão e os espanhóis como nossos irmãos.

Gosto muito do Brasil. Gosto bastante da Espanha. Mas amo imenso Portugal.

Como o Brasil e a Espanha já sabem o que é ser campeão do mundo, era bonito que este fosse o ano de Portugal.

Sabemos que não é fácil. Mas também não ignoramos que só há impossíveis até acontecer!

publicado por Theosfera às 20:54

Será este o Mundial das equipas ou das figuras?

Serão as equipas que se vão impor ou serão as figuras que irão sobressair?

Os últimos mundiais foram conquistados por selecções que se impuseram pela fluidez colectiva: Espanha (2010), Itália (2006) e até Brasil (2002).

Não foi a preponderância de uma grande figura a determinar o título mundial.

Mas já houve mundiais praticamente conquistados por grandes figuras.

Já houve  campeões nitidamente liderados por uma espécie de figura tutelar. Quem não se lembra do Brasil de Pelé, da Argentina de Maradona e até da França de Zidane?

Sem estas referências, aquelas equipas até poderiam ter sido campeãs, mas teria sido muito mais difícil.

Tudo isto faz saltar à tona uma evidência: no futebol há uma interacção entre o colectivo e o individual.

As equipas são importantes para que as figuras brilhem, mas as figuras também são determinantes para que as equipas conquistem.

É fácil divisar o motivo desta breve anotação.

Será este o Mundial da Espanha ou da Alemanha ou será o Mundial de Messi, de Neymar ou de Cristiano Ronaldo?

É claro que a dependência de Portugal em relação a Ronaldo é maior. Mas também me parece que, desta vez, a articulação com o resto da equipa está mais apurada.

Ronaldo é decisivo quando faz e quando impede os outros de fazer. Só a presença dele mobiliza a atenção de meia equipa contrária. E, deste modo, pode haver espaço para outros. Que, não sendo tão bons, também são bons.

E o êxito pode vir (também) daí. Vamos ver!

publicado por Theosfera às 18:55

Na vida, como diz o sábio Coelet, há tempo para tudo: para nascer e para morrer.

Quem nasce fica a saber que, um dia, morre.

Tudo o que começa acaba. A extinção é uma decorrência da criação.

Dizem que há 22103 espécies em vias de extinção.

Mas como cada fim auspicia um novo começo, aguardemos por outras espécies em vias de...aparição!

publicado por Theosfera às 10:43

Parafraseando Madre Teresa e citando a experiência, diria que é fácil odiar os que estão longe.

E é ainda mais fácil odiar os que vivem ao nosso lado.

O melhor da vida vem de quem está à nossa beira. Mas o pior também chega de quem não está distante.

Tantas mortes entre familiares. Tantas calúnias entre vizinhos.

Uma coisa é estar perto. Outra coisa é ser próximo!

publicado por Theosfera às 09:58

1. Cada dia transporta muitos outros dias dentro de si. Em cada dia são-nos oferecidos muitos outros dias.

Quem já não leu o famoso «Diário» de Anne Frank?

Acontece que tal diário começou a ser escrito neste dia, há 72 anos. E a sua autora também nasceu neste dia, há 85 anos.

 

2. A última entrada é de 1 de Agosto de 1944.

Dias depois, era conduzida para um campo de concentração onde, alguns meses mais tarde, viria a morrer.

 

3. O livro oscila entre o trivial (o que se compreende) e o profundo (o que se admira).

Aos 15 anos, em Maio de 1944, verte o seu espanto, a sua grande perplexidade, ao anotar este enorme contraste: «O mundo está virado do avesso. As pessoas mais decentes estão a ser enviadas para campos de concentração, prisões e celas, enquanto os piores governam sobre jovens e velhos, ricos e pobres».

 

4. Setenta anos depois, Anne Frank continua bem actual. O «avesso» mantém-se: na história dos povos e na vida das pessoas.

Anne Frank percebera, com rara argúcia, que as birras não são (apenas) coisa de crianças.

Acresce que as birras dos mais crescidos — que consequências tão grandes costumam ter — são desencadeadas, por vezes, por questões mais pequenas que as dos mais pequenos.

 

5. Do alto dos seus 13 anos, Anne Frank «achava estranho que os adultos discutam tantas vezes, e tão facilmente, por questões tão mesquinhas. Até agora, sempre pensei que as birras eram algo que as crianças faziam e que acabava por passar com a idade».

Mas a vida mostra que, em vez de passar, as birras alargam-se, alastram-se e agravam-se. Apesar de tudo, não percamos a esperança nem nos percamos dos ideais.

 

6. Quando tudo perdermos, não percamos a esperança.

A realidade até nos pode esmagar. Mas, ao menos, esmagar-nos-á na companhia da esperança.

 

7. Pouco antes de ser detida, Anne Frank tinha consciência de que «o mundo estava a ser transformado num deserto».

E, no entanto, também «tinha a sensação de que tudo vai mudar para melhor, de que a crueldade acabará, de que a paz e a tranquilidade regressarão».

 

8. Nada (ou quase nada) tendo, agarrava-se «aos seus ideais. Talvez chegue o dia em que possa realizá-los».

Sabemos que esse dia não chegou. Mas os ideais de Anne Frank não morreram com ela. Sobreviveram para além dela. E ela sobrevive com eles.

 

9. Os ideais perpetuam quem neles acredita. Quem neles vive.

E quem por eles é capaz (até) de morrer!

 

 

publicado por Theosfera às 09:27

Hoje, 12 de Junho, é dia de Nossa Senhora do Sameiro, S. João de Sahagún, Sto. Onofre, Sta. Jobenta, Sta. Mercedes de Jesus Molina e S. Lourenço Salvi.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

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