O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 26 de Abril de 2014

As palavras não são tudo, mas estão presentes em quase tudo.

Neste sentido, mau (muito mau) é a palavra guerra andar na boca de alguns.

Na Ucrânia já se fala da III Guerra Mundial.

Os factos estão a mudar as pessoas. Irão as pessoas a tempo de alterar os factos?

publicado por Theosfera às 12:14

Dos 266 papas que já houve, 81 estão canonizados.

Destes 81 papas santos, 76 viveram no primeiro milénio.

Desde o ano 1001 só cinco papas foram canonizados: dois no século XI, um no século XIII, um no século XVI e um no século XX.

A partir de amanhã, haverá mais dois: um que foi papa no século XX e outro que deixou de ser papa já no século XXI.

publicado por Theosfera às 12:06

Uma coisa é o serviço, Outra coisa, bem diferente, é a servidão.

Bom é o espírito de serviço. Muito má é a servidão.

Nascemos para a liberdade.

Simone Weil percebeu: «Nada no mundo pode impedir o homem de se sentir nascido para a liberdade. Jamais, aconteça o que acontecer, ele pode aceitar a servidão: pois ele pensa».

E o pensamento tem lugar para tudo. Excepto para as servidões!

publicado por Theosfera às 11:57

Para tudo se quer equilíbrio. Para tudo se requer moderação.

O dinheiro não fugirá à regra.

Montesquieu reconhecia: «É preciso saber o valor do dinheiro: os pródigos não o sabem e os avaros ainda menos».

Todavia, antes pródigo que avaro. A obsessão da posse redunda, quase sempre, em servidão.

Quem tudo ambiciona possuir acaba por ser possuído por quase tudo.

Há senhores que se tornam escravos!

publicado por Theosfera às 11:52

Somos assim.

O mal parece que é sempre actual, sempre desperto. O bem parece quase sempre passado, quase sempre adormecido.

O Padre António Vieira anotou: «Entre o conhecimento do bem e do mal há uma grande diferença: o mal conhece-se quando se tem e o bem quando se teve; o mal, quando se padece, o bem, quando se perde».

Enfim...

publicado por Theosfera às 11:43

O valor da partilha não está só na materialidade do que se dá.

Está também (e sobretudo) na atitude que se revela.

É por isso que o despojamento não se mede pela oferta do que sobeja, mas pela dádiva do que pode vir a faltar.

Foi esta a percepção de Manuel Bernardes: «A mão bem despegada dos bens terrenos não é a que dá esmolas do supérfluo, senão a que desvia faltas do necessário».

Não é fácil. É por isso que é heróico!

publicado por Theosfera às 11:27

Quem recorre a baixezas é porque não é capaz de grandezas.

Quem reage a baixezas é porque não está verdadeiramente seguro do que é grande.

A infâmia dói. Mas reagir a ela acaba por levar a alastrá-la.

Há legitimidade para a reacção. Mas existe maior grandeza na superação.

Os antigos diziam que «de minibus non curat praetor». Em tradução um pouco livre: «As pessoas importantes não cuidam de coisas insignificantes».

É que, como rezava a sabedoria latina, «aquila non capit muscas». Ou seja, «a águia não apanha moscas».

A consciência limpa é o melhor travesseiro e o mais estimulante despertador!

Muita paz e muita esperança! Especialmente para si!

publicado por Theosfera às 07:28

Hoje, 26 de Abril (Sábado da Oitava da Páscoa), é dia de Nossa Senhora, Mãe do Bom Conselho, Sto. Anacleto, S. Marcelino, S. Pedro de Rates, S. Pascásio, S. Basílio de Amaseia, S. Gregório e S. Domingos (Pregadores).

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:08

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