O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 20 de Abril de 2014

Pela manhã, foram as pessoas ao encontro de Jesus. Pela tarde, é Jesus que vem ao encontro das pessoas.

 

Pela manhã, prevalece a ansiedade. Pela tarde, é oferecida a paz.

 

Em ambos os momentos, os obstáculos são removidos.

 

Havia, pela manhã, uma pedra que não se sabia como afastar. Afinal, já estava afastada.

 

Pela tarde, as portas estavam fechadas. Mesmo assim, Jesus (re)surgiu.

 

Nada (nem a morte) consegue deter Jesus.

 

Nem sempre há paz na força. Mas existe sempre força na paz. A única força está na paz.

 

Santo Agostinho, embora num contexto diferente, distingue entre a cognitio matutina (conhecimento da manhã) e a cognitio vespertina (conhecimento da tarde).

 

A manhã é o vislumbre da eternidade. A tarde é o retrato do tempo, do percurso da vida.

 

Na tarde do primeiro dia, Jesus vem ter com os discípulos. Está vivo, mas mantém as marcas da dor.

 

Deixa-Se tocar. S. João, que nos oferece este relato, anota, na sua primeira carta, que anuncia aquele que viu, aquele ouviu, aquele que pôde tocar.

 

Tomé representa o senso comum. Quem diria outra coisa se estivesse no seu lugar?

 

A evidência que ele conhecia era a morte. Haverá evidência mais eloquente?

 

Como João, também Tomé viu e acreditou.

 

Jesus declarou felizes os que haveriam de acreditar mesmo sem ver.

 

O essencial é mesmo invisível aos olhos. O essencial deixa-se ver pelo coração. Apenas e sempre.

publicado por Theosfera às 17:10

A Páscoa é acontecimento.

A Páscoa é itinerário.

A Páscoa é hoje.

A Páscoa prossegue amanhã.

É sempre Páscoa!

publicado por Theosfera às 11:12

Já é Páscoa no tempo,

há alegria e esplendor,

vivacidade e contentamento.

Os foguetes vão estourar,

as flores vão brilhar,

as pessoas vão vibrar,

as casas vão encher

para Te acolher, Senhor.

Há dois mil anos,

removeste a pesada pedra do Teu sepulcro.

Pedimos-Te, Senhor,

que, hoje mesmo,

removas alguma pedra que ainda endureça os nossos corações:

a pedra do pecado,

a pedra do egoísmo,

a pedra da falsidade,

a pedra da injustiça, do ódio e da violência.

Aqui nos tens, Senhor,

não queremos ser sepultura mas berço.

Queremos que nasças sempre em nós

e queremos renascer sempre para Ti.

É tempo de Páscoa.

Exulta a natureza.

Vibram as crianças.

Cantem as multidões.

Que a Páscoa traga Paz,

Amor, Partilha e Felicidade.

Que os rostos sorriam,

que as mãos se juntem,

que os passos se aproximem,

que os corações se abram.

Obrigado, Senhor,

por morreres por nós.

Obrigado, Senhor,

por ressuscitares para nós.

Voltaste para o Pai e permaneces connosco.

Na Eucarista, és sempre o Emanuel.

Que Te saibamos receber

e que Te queiramos anunciar.

Hoje vais entrar em nossas casas.

Que nós nunca Te afastemos da nossa vida.

É Páscoa no tempo.

Que seja Páscoa na vida,

na nossa vida,

na vida da humanidade inteira.

publicado por Theosfera às 10:59

Eis um dado que os acompanha: a realidade está na comunicação.

Se pensarmos bem, na maior parte das situações, não temos acesso à realidade. Temos acesso ao que a comunicação nos mostra da realidade.

Ao mostrar, a comunicação também constrói, também fabrica. A comunicação apresenta o seu ângulo, o seu ponto de vista.

É inevitável. O factor humano leva a que a comunicação nunca seja inteiramente objectiva.

Há sempre um capital de subjectividade que na comunicação.

É por isso que a informação pode ser uma distorção.

Nalguns casos, há pessoas e acontecimentos que saem favorecidos. Noutros casos, há pessoas e acontecimentos que acabam desfavorecidos.

Estamos informados quando nos informamos? Nem sempre.

Mark Twain percebeu tudo isto ao escrever: «Se um indíviduo não lê o jornal, fica ignorante; se o lê, pode ficar mal informado».

Antes mal informado que ignorante? No fundo, a má informação não deixa de ser uma forma de ignorância.

O importante é não estacionar na informação, é não fazer da informação um dogma.

Que, a partir da informação, cada um possa fazer o seu caminho de aproximação à realidade.

Muitas surpresas teremos!

publicado por Theosfera às 08:39

Dois ingredientes fundamentais para a vida: crer e querer.

Existe não só uma quase homofonia, mas também (e sobretudo) uma clara homologia entre estes dois verbos.

Crendo, vê-se. Querendo, consegue-se.

Às vezes, demora. Por vezes, pode nem conseguir-se.

Mas quando não se quer é que não se consegue.

Romain Rolland já alertava: «Ao querermos, enganamo-nos muitas vezes. Mas quando nunca queremos, enganamo-nos sempre».

Há que querer. Há que nunca desistir de querer!

publicado por Theosfera às 08:17

A pessoa mais importante da História não tinha cursos de marketing, não usava técnicas sofisticadas para atrair multidões e até acabou condenado e morto.

Qual o segredo, então, para, passados dois mil anos, continuar a ser a pessoa mais influente do mundo?

A Sua autenticidade!

Autenticamente Jesus morreu. Autenticamente Jesus ressuscitou. Autenticamente Jesus está vivo. Na sua vida também!

Muita paz e muita esperança! Especialmente para si!

publicado por Theosfera às 06:08

Hoje, 20 de Abril (Domingo da Páscoa da Ressurreição), é dia de Sta. Inês de Montepulciano, S. Marcelino de Embrun e Sta. Oda.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:27

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