O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 18 de Março de 2014
Não é só de agora o ruído.


É claro que, nos tempos que correm, o ruído tornou-se uma enfermidade.


Mas outrora também muita coisa se fazia ouvir.


Nesta época do ano, na Quaresma, até o silêncio se fazia escutar.


Tão suave ele era. Tão humanizante se mostrava. Tanta falta ele faz!
publicado por Theosfera às 23:11

As pessoas esquecem. Mas a natureza regista.

Afinal, nada se apaga. Tudo sobrevive.

O que acontece, permanece. Até o mais distante. Até o que sucedeu há 13.800 milhões de anos.

As ondas gravitacionais dos começos do universo foram detectadas.

Trata-se de algo que aconteceu quando o universo tinha um décimo de bilionésimo de bilionésimo de bilionésimo de segundo de vida.

Foi aí que começou a expansão. Até hoje. Até quando?

publicado por Theosfera às 10:56

1. Vemos os problemas, mas, muitas vezes, nem coragem temos para os enfrentar. Contudo, se não os enfrentamos, como poderemos resolvê-los?

O panorama é claro e a conclusão irrefutável. Vivemos num labirinto e, de há uns tempos para cá, sentimo-nos no limiar do absurdo.

 

2. Há muita gente sem casa e há muita casa sem gente.

Há muitos bens no mundo e há muita gente a morrer de fome no mundo.

 

3. Como entender tudo isto? Não há justificação possível, mas há uma explicação palpável.

Chama-se dinheiro. Ou, para ser mais preciso, trata-se da relação que se estabelece com o dinheiro.

 

4. Como aceitar que quem nada tem acabe por ter uma única coisa: dívidas?

Quem não tem dinheiro não tem bens. Se os quiser ter, terá de se endividar. E de se endividar duplamente. Terá de se endividar perante o fornecedor dos bens e perante o fornecedor de dinheiro.

 

5. E se à escassez de bens e de dinheiro somarmos a escassez de trabalho, deparamos com uma equação insolúvel.

Como realizar dinheiro para ressarcir quem empresta dinheiro e quem vende os bens essenciais?

 

6. Por conseguinte, tudo encalha no dinheiro. Ou, retomando o que atrás se assinalou, tudo encalha na relação que estabelecemos com o dinheiro.

Os direitos estão do lado da posse. Os deveres estão em cima dos carenciados.

 

7. Quem precisa é obrigado a pedir. Porque é que quem possui não se há-de sentir obrigado a repartir?

Porque é que a pressão é dirigida sobre os devedores e não sobre os credores?

 

8. Porque é que o poder tem de estar em quem tem dinheiro e não em quem tem necessidade? A necessidade não deveria prevalecer sobre o dinheiro?

Os credores também não serão devedores? Uns deverão dinheiro. Mas outros não deverão ajuda a quem deve dinheiro? Quem tem também não estará em dívida para com quem não tem?

 

9. É claro que esta é mais uma questão moral do que uma questão jurídica. Mas os imperativos da moral não deveriam iluminar os ditames do direito?

Há vida para lá do dinheiro. O nosso mal é só olharmos para o dinheiro. Quando perceberemos que só somos donos daquilo que partilhamos?

 

10. Muitas vezes, não possuímos, somos possuídos. Tornámo-nos escravos do que temos e não damos conta.

Se alguns tiverem menos, muitos terão mais. E, no final, todos se sentirão melhor!

publicado por Theosfera às 10:55

O sono não serve só para repousar. Serve também para qualificar o trabalho.

O trabalho rende mais quando se descansa mais. Dizem os estudos (atenção: já existem umas Ciências do Sono!) que os nossos antepassados dormiam, em média, mais duas horas que nós.

A falta de sono leva ao aumento de acidentes e à diminuição da atenção.

Einstein dormia dez horas por noite. E, como se não bastasse, não dispensava uma sesta de dia!

publicado por Theosfera às 10:39

Todos somos alunos.

A vida é uma grande escola.

E, como assinalou Edmund Burke, «a dificuldade é um severo instrutor».

Magoa. Desgasta. Mas ensina como ninguém!

publicado por Theosfera às 10:27

Cuidado com o que andamos a fazer na Europa.

Quero ter esperança. Mas sou obrigado a acolher alguns receios.

De repente, dei comigo a recordar uma célebre frase de Jean Jaurès: «Os povos da Europa andam pelos caminhos com as tochas na mão; e eis agora o incêndio».

Ainda iremos a tempo de suster o avanço das chamas?

Quando nada parece estar garantido, que, ao menos, a paz e a solidariedade não fiquem totalmente em causa!

publicado por Theosfera às 09:36

Hoje, 18 de Março, é dia de S. Cirilo de Jerusalém, Sto. Alexandre de Jerusalém, Sto. Eduardo e Sta. Maria Amada de Bouteiller.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

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