O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 14 de Fevereiro de 2014

Tudo parece começar com negligência. Tudo parece decorrer com complacência. E tudo parece desaguar em impotência.

Encolhemo-nos no princípio e lamentamos no fim.

Há fenómenos que, quando se iniciam, achamos que não avançam.

O problema é que, quando os sentimos perto, pode ser tarde para os inverter.

É que, entretanto, muitas coisas, que se estranhavam, acabam por se entranhar.

Acordemos!

publicado por Theosfera às 11:08

A comunicação é bastante, mas não é tudo.

Muitas vezes, a comunicação é parcial e também desfocada, inverdadeira, ou seja, falsa.

Nem sempre onde há fumo, há fogo. E nem sempre onde há fogo, há fumo.

As comparações nem sempre se aplicam. As dissemelhanças podem ser maiores que as semelhanças.

Concretizando, por vezes, fala-se do que não acontece e oculta-se o que ocorre.

Nem sequer ponho a questão no plano da má-fé, que também pode haver.

Não raramente, tudo pode situar-se no âmbito de equívocos entre emissor e receptor.

É preciso ter muito cuidado com o que se diz, com o que se mostra, com o que se vê.

As aparências, muitas vezes, iludem.

Basta olhar para o sol.

O senso comum atesta que se levanta a oriente e que, depois de percorrer a sua rota, adormece a poente.

Isto é o que o senso comum atesta. Mas todos sabemos, hoje em dia, que na realidade se passa outra coisa. Bem diferente!

publicado por Theosfera às 10:57

Tudo o que se faz por alguém é contra alguém?

Simone de Beauvoir assim achava: «Nenhuma acção se pode fazer para o homem que não seja contra outros homens».

Mais prosaicamente, eu diria: depende.

Se tudo for dado a um, é claro que se prejudicam outros. Mas se a dádiva circular, ninguém perde.

Tudo o que se dá deve circular.

O que dá a um acaba por ser uma oferta feita a todos. Pelo menos, assim devia ser!

publicado por Theosfera às 10:41

É, no mínimo, curioso que tanto se fale de um santo de que nem sequer se sabe se existiu.

E é igualmente sintomático que nada se diga acerca de dois santos cuja vida e obra são sobejamente conhecidas.

De facto, por esta altura muito se fala de S. Valentim. Sucede que, desde 1969, este santo deixou de ser celebrado oficialmente porque não há provas seguras de que tenha existido.

Repare-se.

Não se diz que não tenha existido. Apenas se adverte para a falta de indicações irrebatíveis que comprovem a sua existência.

O interessante é que, nesse dia, se celebra a festa de dois irmãos que foram santos: S. Cirilo e S. Metódio.

Os dois tiveram um papel determinante na evangelização e promoção cultural dos povos orientais.

Ainda hoje se fala do alfabeto «cirílico». Mas pouco (ou nada) se diz.

Se consultarem um calendário litúrgico, lá aparecem as referências a S. Cirilo e a S. Metódio.

É claro que algumas publicações mencionarão S. Valentim, mas com todas as ressalvas.

É óbvio que não há mal nenhum na evocação de S. Valentim, tenha ou não tenha existido. Mas muito bem haveria na invocação de S. Cirilo e S. Metódio!

publicado por Theosfera às 10:09

Hoje, 14 de Fevereiro, é dia de S. Cirilo, S. Metódio, S. Marão e S. João Baptista da Conceição.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

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