O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 04 de Fevereiro de 2014

1. Nunca houve tanto conhecimento como hoje. Mas será que há muita sabedoria hoje?

Isaac Asimov notou que «o aspecto mais triste da vida actual é que a ciência ganha em conhecimento mais rapidamente do que a sociedade em sabedoria».

 

2. Como é que uma instituição é capaz de fornecer a excelência e, ao mesmo tempo, se mostra incapaz de extinguir a decadência?

 Como é que a mesma instituição tanto nos presenteia com conhecimentos de excepção como nos faz arrepiar com comportamentos de aflição?

 

3. O problema destas praxes é que matam sempre. Quando não matam o corpo, acabam por matar a alma.

Com pesar, temos de admitir que muitas praxes não correm bem e, frequentemente, terminam mal.

 

4. Muito se contesta a hierarquia. E, no entanto, não falta quem, contestando a hierarquia, exija a mais servil submissão às suas ordens e o mais rígido cumprimento das suas decisões.

Muito se exalta a diferença. E, não obstante, não falta quem, em nome da diferença, impeça os outros de serem diferentes.

 

5. Nesta hora, é urgente apurar o que aconteceu no Meco.

Mas não é menos prioritário reflectir, independentemente do que aconteceu no Meco, sobre as praxes.

 

6. A vida é sagrada e a dignidade é valiosa.

Concordo com quem defende a moderação. Mas não deve haver moderação apenas na análise das praxes. A moderação deve existir, antes de mais, na realização das próprias praxes. É aí que tem havido as atitudes mais radicais, mais imponderadas.

 

7. O figurino de certas praxes não se afastará muito da moldura do «bullying».

Num caso e noutro, não podemos acordar somente quando há vítimas. Se não actuarmos nas causas, continuaremos a sofrer as mais nefastas consequências.

 

8. Universidade, estado, família e sociedade em geral: ninguém se pode pôr de fora deste problema, ninguém deve ser colocado à margem na procura de uma solução.

Por natureza, os jovens são irreverentes. Gostam da mudança. Impressiona, por isso, que, por vezes, paire a sensação de que não admitem sequer questionar as praxes.

 

9. Os jovens são capazes de mais. Os jovens merecem (muito) melhor.

Não estacionem no passado, mesmo que seja um passado ainda perto do presente.

 

10. Inovem. Procurem ser mais criativos e positivos nas praxes.

Enfim, adoptem uma nova praxe nas praxes, uma nova praxe na escola, uma nova praxe na vida!

publicado por Theosfera às 11:40

Dizem que a corrupção alastra. E não dá sinais de estancar.

Não temos falta de leis. As leis são muitas e serão boas. O problema é que não as aplicamos.

A grande lei tem de estar na consciência, tem de ser a consciência.

Leva tempo? Leva muito tempo. Leva a vida toda.

Não adiemos mais este combate, este saudável desígnio.

A corrupção pode compensar no imediato. Mas só uma vida limpa faz sentido!

publicado por Theosfera às 11:06

É interessante notar a sensibilidade dos comentadores. É aflitivo anotar a insensibilidade dos decisores.

O mais curioso é que, não raramente, trata-se das mesmas pessoas.

Mostram sensibilidade antes de decidir. Parecem recuperar sensibilidade depois de agir.

E aparentam ignorá-la quando decidem e agem.

Alain bem reparou: «Todos os homens são sensíveis enquanto espectadores. Mas todos os homens se tornam insensíveis quando actuam».

Nem todos. Mas bastantes...

publicado por Theosfera às 10:53

O ódio é mau. Mas a inveja não é melhor.

Aliás, a inveja, sempre cega, é o maior caminho para o ódio.

Razão teria, pois, Ramón Cajal: «O ódio pode ser desarmado pelo amor e acabar por esquecer; mas a inveja às vezes nem se detém à beira da sepultura».

Só mesmo na sepultura!

publicado por Theosfera às 10:30

A concordância é um bem. Mas a discordância também não será um mal.

O importante é que, mesmo quando a concordância não for possível, que não falte o respeito.

De resto, já dizia Vergílio Ferreira: «Sobre poucas coisas, todos dizemos estar de acordo. Porque para todas, bastam os cemitérios».

Saibamos conviver pacificamente com a diferença, com o diferente.

Nem sempre podemos acordar. Mas podemos (e devemos) sempre respeitar!

publicado por Theosfera às 10:24

Este dia 4 de Fevereiro transporta recordações que não se apagam nunca. É o dia de anos do meu primeiro Vice-Reitor, aquele que, há 39 anos, me recebeu no Seminário e que continua a ser um grande Amigo. Era feriado no Seminário.


É o dia da festa na Paróquia de S. João de Brito, vivida com muita intensidade, seriedade e autenticidade por toda a gente.


Neste dia, há sempre mails, sms ou telefonemas que chegam. Há uma emoção muito grande e agradecida.


Ao contrário do que dizia Óscar Wilde, o passado não passa. Acompanha-nos ao longo da vida.Tudo isto permanece no mais fundo de mim.


Obrigado, Senhor!
publicado por Theosfera às 00:12

Hoje, 04 de Fevereiro, é dia de S. João de Brito, S. José de Leonissa, Sta. Maria de Matias e Sta. Catarina de Ricci.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

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