O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 10 de Dezembro de 2013

O que a Europa faz sofrer!

Uns sofrem por estar nela. Outros sofrem por entrar nela.

Os mares de Lampedusa e as praças de Kiev jorram torrentes de perplexidade sem fim.

Será que a Europa é mais bela vista de fora?

publicado por Theosfera às 11:21

Hoje é o Dia dos Direitos do Homem.

 

Assinala-se o aniversário da declaração universal, ocorrida neste dia em 1948.

 

Notamos que os direitos humanos ainda subsistem como uma miragem em muitas partes do mundo. Há quem seja reprimido pelo que diz, pelo que faz, pelo que pensa e até só por existir, por ser.

 

Para lá dos casos mais cruéis, há muitas outras situações preocupantes. Não há país ou instituição que tenha as mãos completamente limpas neste capítulo.

 

A cultura dos direitos humanos emerge, portanto, como uma prioridade. Ela só pode desenvolver-se a partir de uma correspondente cultura dos deveres.

 

Os direitos de todos têm de ser deveres para cada um.

 

Hoje, os direitos continuam ameaçados no exterior (pela respressão) e no interior (pelo egoísmo).

 

Penso em tanta gente espezinhada, explorada, ofendida, manietada. Penso também em tantas vozes que se deveriam erguer e permanecem caladas.

 

Creio, porém, que, como diz um Salmo de Advento, a paz e a justiça se hão-de abraçar. Tudo mudará.

 

Ainda viverei para ver? Se não vir aqui, hei-de ver de lá!

publicado por Theosfera às 11:09

Neste Dia Internacional dos Direitos Humanos, corremos o risco de celebrar uma inexistência.

Basta olhar para o primeiro artigo da Declaração Universal: «Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos».

No texto é assim. Já no contexto é diferente.

Nem todos nascem iguais. Nem todos crescem iguais.

A dignidade e os direitos são vedados a muitos.

Porque uma cultura dos direitos reclama simetricamente uma cultura dos deveres.

Enquanto os direitos de todos não forem assumidos como deveres para cada um continuaremos a contabilizar violações sem fim dos princípios mais sagrados.

publicado por Theosfera às 11:05

A esperteza parte do princípio de que os outros são estultos.

Isso pode verificar-se em relação a alguns. Mas verificar-se-á em relação a todos?

La Rochefoucauld anotou: «Podemos ser mais espertos do que qualquer outra pessoas, mas não do que todas as pessoas».

Os que jogam tudo na esperteza não vão muito longe.

E nem sequer são os outros que os denunciam. São eles próprios que se fragilizam.

Os espertos acabam por cair por si. Porque só a esperteza é pouco para não cair!

publicado por Theosfera às 11:02

Ser enganado é duro. Mas desconfiar é ainda pior.

La Rocefoucauld asssinalou: «É mais vergonhoso desconfiar-se dos amigos do que ser por eles enganado».

A amizade exclui a desconfiança. Também não inclui o engano.

Em qualquer caso, a desconfiança não é a terapia diante do engano.

Se há desconfiança, se há engano, adeus, amizade!

publicado por Theosfera às 10:54

Muito sabe quem assume que sabe pouco. Pouco sabe quem se ilude que muito sabe.

Goethe verbalizou: «Na verdade, sabe-se somente quando se sabe pouco; com o saber cresce a dúvida».

O saber está sempre na procura, no desinstalamento, na sadia inquietação.

Hoje, há muita gente que sabe, muita gente que julga que sabe.

Portanto, este é um tempo em que pouco sabemos!

publicado por Theosfera às 10:49

Existe, ou devia existir, uma simetria perfeita entre direitos e deveres.

Os direitos de todos têm de constituir deveres para cada um.

O problema é que, embora aceitando o princípio, descuidamos a sua aplicação.

Daí a sugestão pertinente (embora porventura um pouco amargurada) de José Saramago: «Toda a gente fala de direitos humanos e ninguém de deveres, talvez fosse uma boa ideia inventar um Dia dos Deveres Humanos».

Não esqueçamos os deveres nossos até para que outros não esqueçam os deveres seus.

A melhor maneira de garantir os direitos será assegurar o cumprimento dos deveres!

publicado por Theosfera às 10:36

Hoje, 10 de Dezembro, Dia Mundial dos Direitos do Homem, é dia de Nossa Senhora do Loreto, de Sta. Eulália e de S. Melquíades.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

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