O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 08 de Dezembro de 2013

Há sempre uma mão que nos livra da queda.

Há sempre um colo que nos ampara na fraqueza.

Há sempre uma luz que nos mostra o caminho.

A minha Mãe Teresa foi o primeiro espelho da minha (nossa) Mãe Maria.

Pelo que vejo na minha Mãe, posso vislumbrar o que é a nossa Mãe.

Se até Deus quis ter Mãe, como não agradecer o dom da nossa Mãe?

Pode-se ter tudo, mas nada que se compare a uma Mãe.

Mãe é o que fica quando tudo parece passar.

Mãe nunca se reforma. Mãe nunca morre.

Mãe é sempre Mãe. Não só hoje, mas também hoje, obrigado, Mãe!

publicado por Theosfera às 11:26

Nossa Senhora, Mãe da esperança,

Acompanha-nos na nossa jornada pelo tempo.

Faz brilhar em nós a luz do Teu sim.

 

Tu és a toda santa, a toda bela, a toda pura.

Dá-nos a graça de sermos simples e fiéis,

Persistentes e constantes.

Semeia em nós a santidade.

 

Que sejamos humildes como Tu.

Que deixemos Deus fazer através de nós as maravilhas que Deus realizou por meio de Ti.

 

Ajuda-nos no caminho,

Acompanha-nos na viagem.

 

Apoia-nos quando cairmos.

Enxuga as nossas lágrimas.

 

Dá-nos a Tu mão, agora,

E recebe-nos no Teu coração, depois, na eternidade.

 

Que sejamos santos

E, por isso, felizes.

 

E por isso cada vez mais amigos,

Cada vez mais unidos,

Cada vez mais irmãos!

 

Daqui a 17 dias, celebraremos o nascimento de Teu Filho,

De hoje a nove meses estaremos aqui a celebrar o Teu próprio nascimento.

 

Dizer-Te obrigado é pouco,

Mas, à falta de melhor, é tudo o que nos resta.

 

Aceita, pois, a palavra dos nossos lábios

E o sentimento que brota do nosso coração.

 

Obrigado, Mãe.

Leva-nos contigo ao coração do Pai!

publicado por Theosfera às 11:03

Falava com o telemóvel. Não ao telemóvel, mas com o telemóvel.

Falava com o telemóvel porque, creio, o telemóvel não lhe permitia falar.

Então, passando aos actos, desatou a esmurrar o indefeso telemóvel.

Eis o que um frio início de noite nos pode trazer.

Em qualquer artéria de uma cidade. Numa qualquer avenida da nossa vida!

publicado por Theosfera às 08:38

Cuidado com as dívidas.

As dívidas são para pagar. O problema é quando se torna impossível pagá-las.

Disraeli notou que «a ddívida é a mãe prolífica de loucuras e crimes».

Cuidado pois.

Cuidado com as dívidas que se contraem. Cuidado com as dívidas que nos impõem!

publicado por Theosfera às 08:27

A vida vai-nos ditando as suas leis.

Nem sempre as seguimos, mas acabamos por as invocar. São as rotinas do pensamento.

Chamfort dizia que «as máximas gerais são na conduta da vida o mesmo que as rotinas para as artes»!

publicado por Theosfera às 08:23

A nossa vida acaba por ser um balanceamento entre esquecimentos e lembranças.

Não sei o que prevalece mais.

Thomas Fuller achava que «esquecemo-nos todos de muito mais do que nos lembramos».

O problema é que nos esquecemos do que deveríamos lembrar.

E lembramo-nos do que gostaríamos de esquecer!

publicado por Theosfera às 08:19

Não avançamos deixando o que nos deixaram.

O Ocidente não pode subestimar os seus valores.

Imre Kertész observou: «O Ocidente, em geral, deveria olhar mais pelos seus próprios valores. Nem sempre vale a pena comprometê-los».

A ter em conta!

publicado por Theosfera às 08:16

Para se namorar do que criou,
Te fez Deus, sacra Fénix, Virgem pura.
Vede que tal seria esta feitura
Que para si o seu Feitor guardou!...

No seu alto conceito Te formou
Primeiro que a primeira criatura,
Para que única fosse a compostura
Que de tão longo tempo se estudou.

Não sei se digo em tudo quanto baste
Para exprimir as raras qualidades
Que quis criar em Ti quem Tu criaste.

És Filha, és Mãe e Esposa: e se alcançaste,
Uma só, três tão altas qualidades,
Foi porque a Três de Um só tanto agradaste.

publicado por Theosfera às 00:05

Num sonho todo feito de incerteza,
De nocturna e indizível ansiedade
É que eu vi o teu olhar de piedade
E (mais que piedade) de tristeza...

Não era o vulgar brilho da beleza,
Nem o ardor banal da mocidade...
Era outra luz, era outra suavidade,
Que até nem sei se as há na Natureza...

Um místico sofrer... uma ventura
Feita só de perdão, só da ternura
E da paz da nossa hora derradeira...

Ó visão, visão triste e piedosa!
Fita-me assim calada, assim chorosa...
E deixa-me sonhar a vida inteira!

(Antero de Quental)

publicado por Theosfera às 00:02

Hoje, 08 de Dezembro, é dia da Imaculada Conceição (Padroeira principal de Portugal), de Sta. Elfrida, Sta. Edite, Sta. Sabrina e Sta. Narcisa de Jesus Martilho Morán.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

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