O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 30 de Novembro de 2013

Às vezes, a companhia das outras pessoas não parece ser muito compatível com a companhia dos nossos ideais, com a companhia dos nossos valores.

Nessa altura, uma tentação sobrevém. Para termos a companhia das pessoas, abdicamos da companhia dos valores, das convicções.

É triste, mas, como avisa Pedro Mexia, «ficamos sozinhos quando somos exigentes. Ficamos sozinhos quando não mentimos. Ficamos sozinhos quando defendemos as nossas convicções».

É claro que não devia ser necessário fazer esta escolha cruel: entre a popularidade sem convicções e convicções sem popularidade. Mas se tiver de ser, que seja.

Afinal, os maiores solidários acabaram por ser os grandes solitários.

A vida é mesmo paradoxal!

publicado por Theosfera às 23:10

Hoje termina o Ano Litúrgico.

 

À tarde, a Missa Vespertina já inaugura um novo Ano.

 

Começa com o Advento, que prepara o Natal, aponta para a última vinda do Senhor e assinala a Sua permanente chegada.

 

Advento quer dizer «chegada».

 

Cristo veio, Cristo vem. Cristo virá. Na tua vida também.

publicado por Theosfera às 12:33

O Papa não está contra o dinheiro.

Ele até quer mais dinheiro. O Papa quer mais dinheiro para mais gente.

O que fere o Papa não é a economia; é esta economia.

Esta economia mata. Mata porque segrega, porque exclui, porque elimina.

O que o Papa denuncia não é a existência de dinheiro, mas a tirania do dinheiro.

O que o Papa não consente é uma economia que faz do homem instrumento do capital em vez de fazer do capital instrumento para o homem.

O que o Papa deseja é que o dinheiro circule (também e sobretudo) pelos pobres.

É um facto. Noto muito entusiasmo em muitas pessoas com o Papa e denoto alguma incomodidade em alguns sectores diante do Papa.

Não faria mal ler quatro textos que, esta manhã, vêm na imprensa sobre a «Evangelii gaudium». Ajudam-nos a desassossegar!

publicado por Theosfera às 12:14

Não é agradável ser contestado. Mas até pode ser importante ser contestado.

No fundo, a contestação pode ser uma espécie de certificado de existência.

Já Victor Hugo notava que «ser contestado é ser constatado»!

publicado por Theosfera às 11:51

É tudo tão simples, afinal.

Deus só quer uma coisa de nós: que sejamos felizes (cf. Mt 5, 1-12).

E só pretende que saibamos uma (outra) coisa: que só seremos felizes fazendo felizes os outros. Ou, pelo menos, não os fazendo infelizes!

publicado por Theosfera às 11:41

É a falar que a gente se entende.

Eis o que muitos acham.

Eis o que podia ser. Eis o que sempre devia ser...se falar servisse para unir, para elevar, para acolher.

Sim, falar também pode servir para advertir, para dissentir, para discordar. Mas tudo dentro dos limites do respeito, da urbanidade e da delicadeza.

Falar nunca pode ser (apenas) sinónimo de afrontar, de insinuar, de agredir, de julgar.

À violência de certas palavras e às palavras da violência a única resposta é a palavra do silêncio e o silêncio de palavras.

Afinal, as palavras também escondem. E o silêncio também revela.

Nem tudo se resolverá. Mas muita coisa, pelo menos, não se (re)complicará!

publicado por Theosfera às 11:32

Uma grande frase de uma grande personalidade.

Ramalho Eanes confessa. «Um homem que não chora, para fora ou para dentro, é um homem que já perdeu toda a humanidade».

Mas o homem que faz chorar outro homem alguma vez terá tido alguma humanidade?

Às vezes, é inevitável chorar por dentro as mágoas que chegam desde fora!

publicado por Theosfera às 11:21

Cuidado com o que se diz.

Há palavras que doem mais que muitas feridas.

Há quem invoque uma presumida frontalidade como pretexto para ofender, para humilhar.

Pensemos no que dimana da sabedoria de Píndaro: «As palavras vivem mais do que os feitos».

E são aquelas palavras que queríamos esquecer aquelas que muitos estão sempre a lembrar!

publicado por Theosfera às 07:39

Há quem só olhe para cima. Há quem só olhe para os grandes.

Mas quem perde é quem assim procede.

Henry Miller avisa: «Ninguém é suficientemente pequeno ou pobre para ser ignorado»!

publicado por Theosfera às 07:35

DAR

Dar sempre. Dar a todos.

Eis o preceito quem do Mestre dos mestres.

Já dizia o Padre António Vieira: «Quem só dá aos particulares, diminui o poder, porque se faz senhor de poucos».

Não para ser senhor, mas para ser irmão, eis o objectivo supremo da dádiva!

publicado por Theosfera às 07:32

Hoje, 30 de Novembro, é dia de Sto. André e S. José Marchand. Refira-se que Sto. André é irmão de S. Pedro e é chamado «protokletós», o primeiro a ser chamado. É o padroeiro dos pescadores, dos vendedores de peixes e das mulheres que desejam ser mães.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

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