O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 24 de Novembro de 2013

Tu és rei, Senhor, e o Teu trono é a Cruz.

 

Tu és rei, Senhor, e Teu reino é o coração de cada Homem.

 

Tu és rei, Senhor, e estás presente no mais pequeno.

 

Tu és rei, Senhor, e estás à nossa espera no pobre.

 

Tu és rei, Senhor, e queres mais o amor que o poder.

 

Tu és rei, Senhor, e moras em tantos corações.

 

Tu és rei, Senhor, e primas pela mansidão e pela humildade.

 

Tu és rei, Senhor, e não tens exército nem armas.

 

Tu és rei, Senhor, e não agrides nem oprimes.

 

Tu és rei, Senhor, e não ostentas vaidade nem orgulho.

 

Tu és rei, Senhor, e a tua política é a humildade, a esperança e a paz.

 

Tu és rei, Senhor, e continuas a ser ignorado e esquecido.

 

Tu és rei, Senhor, e continuas a ser silenciado.

 

Tu és rei, Senhor, e vejo-Te na rua, em tanto sorriso e em tanta lágrima.

 

Tu és rei, Senhor, e vais ao encontro de todo o ser humano.

 

Tu és rei, Senhor, e és Tu que vens ter connosco.

 

Hoje, Senhor, vou procurar-Te especialmente nos simples, nos humildes, nos que parecem estar longe.

 

Hoje, Senhor, vou procurar estar atento às Tuas incontáveis surpresas.

 

Obrigado, Senhor, por seres tão diferente.

 

Obrigado, Senhor, por seres Tu!

publicado por Theosfera às 11:23

Preocupante este fenómeno. Trata-se do «nem-nem».

Está a aumentar cada vez mais o número de pessoas que «nem» trabalham «nem» estudam.

O trabalho não existe para cada vez mais. O estudo existe para cada vez menos.

Muitos incorporam que o estudo já não garante acesso ao trabalho.

Uma das consequências deste fenómeno é o alheamento da política e o desencanto com a sociedade.

A esperança parece ter emigrado. É doloroso chegar à beira dos 40 anos e estar no ponto de partida: em casa dos pais.

É preciso reactivar o ânimo. É fundamental não desistir.

Mas também é preciso que o poder não bloqueie energias nem torpedeie possibilidades.

É que o poder também padece de um «nem-nem»: «nem» faz «nem» deixa fazer.

Pelo menos é o que parece!

publicado por Theosfera às 08:59

Alguém será imparcial?

Partido todos tomamos. Partidos todos acabamos por ter.

Quem não opta por partidos opta pelos não-partidos, pelos anti-partidos, pela abstenção, pelo voto em branco, pelo voto nulo.

Aliás, Lord Byron achava que «a consequência de não pertencer a nenhum partido será a de que os incomodarei a todos».

Este é, quiçá, um dos melhores serviços que se pode prestar.

Os partidos devem ser saudavelmente incomodados. Devem ser incomodados a partir da base, até para não nos incomodarem tanto a partir do topo.

Percebe-se que a decisão seja tomada de cima para baixo. Mas o processo que leva à decisão devia emergir de baixo para cima.

Às vezes, parece que se conhecem mais as (alegadas) soluções do que os problemas, do que a realidade.

Mas se a realidade não é conhecida, como é que ela pode ser transformada?

publicado por Theosfera às 08:45

Afinal, trabalhamos para quê?

Para subsistir, sem dúvida. Para ajudar a progredir a sociedade.

Mas poderá haver também quem trabalhe para, um dia, não fazer nada.

De facto, quando se trabalha espera-se sempre pelo fim do trabalho, pelo merecido descanso.

Jean-Jacques Rousseau reparou: «Não fazer nada é a principal e a mais forte paixão do homem após a de se conservar. Caso se observasse bem, ver-se-ia que, mesmo entre nós, é para alcançar o repouso que todos trabalham, que é ainda a preguiça que nos torna laboriosos».

Quem sabe?

publicado por Theosfera às 08:37

A ingratidão atrai a infelicidade. A infelicidade atrai a ingratidão.

É um círculo vicioso, um dédalo insanável sem saída nem solução.

Victor Hugo notou: «Os infelizes são ingratos: isso faz parte da sua infelicidade».

Há quem esteja sempre a reclamar dos outros de tal modo que nem tempo sobra para agradecer aos outros!

publicado por Theosfera às 08:31

A escrever, a falar ou a viver, é fundamental não perder a coerência, nem ceder à vulgaridade.

É certo que a vulgaridade, como é mais popular, rende mais e atrai o necessário para (sobre)viver.

Daí o avisado conselho de Fernando Pessoa: «Quem escreve para obter o supérfluo como se escrevesse para obter o necessário, escreve ainda pior do que se para obter apenas o necessário escrevesse»!

publicado por Theosfera às 08:27

Hoje, 24 de Novembro, XXXIV Domingo do Tempo Comum e Solenidade de Cristo Rei, é dia de Sto. André Dunc-Lac e seus Companheiros, Sta. Flora, Sta. Maria, Sta. Eanfleda, Sta. Ana Maria Sala, S. Clemente Delgado, S. Vicente Lién e S. Domingos Khan.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

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