O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 26 de Setembro de 2013

Tanta coisa a acontecer nestes dias, neste tempo, nesta vida.

Os lábios permanecem fechados. Mas os olhos mantêm-se abertos e os ouvidos atentos.

O silêncio tudo guarda. Ele diz sem dizer.

Aparentemente, não fala. Mas nada esconde. Tudo, nele, pode ser (re)encontrado.

Afinal, o silêncio por todos vela. E tudo acaba por desvelar!

publicado por Theosfera às 16:20

Ninguém é humano apenas em si mesmo. Só somos humanos pela humanidade dos outros.

A cultura africana tem um conceito («ubuntu») que sinaliza esta interdependência constitutiva.

O que realizamos deve-se também (e bastante) ao trabalho de muitos outros.

É por isso que o egoísmo é um embuste e a «egopatia» uma doença letal.

É claro que a humanidade que, presentemente, nos envolve é, por vezes, desumana.

Cabe-nos discernir. Em tudo podemos aprender.

Se pudermos dar o nosso contributo, que seja para que a humanidade se torne mais humana. E possa ser, finalmente, uma «filadélfia», um povo de amigos, um povo de irmãos!

publicado por Theosfera às 10:48

São mais de 28 mil os idosos que vivem sozinhos. Isto é o que dizem os estudos.

Mas serão, seguramente, muitos mais os que vivem sós.

Às vezes, a solidão que mais dói é aquela que temos no meio de muita gente, no meio de certa gente.

Não há solidão apenas no isolamento. Também há solidão no meio da multidão.

A frieza e a indiferença magoam tanto como o abandono.

Não deixemos que a sociedade seja uma amálgama. Façamos tudo para que a humanidade possa ser uma família. Sem preferidos nem preteridos.

Amemos os idosos. Afinal, eles são jovens há (muito) mais tempo!

publicado por Theosfera às 10:24

É preciso não confundir proximidade com vulgaridade.

É importante ser próximo. Mas é necessário não ser vulgar.

A vulgaridade retira o que a proximidade pode oferecer.

Jean Cocteau, pensando no poeta, dizia que «a maior tragédia é se o admiram porque não o entendem». Mas admiram.

Na vida nem tudo é para entender. E tudo devia ser para admirar!

publicado por Theosfera às 10:14

Os livros são grandes companheiros. Grandes e fiéis.

Falam-nos de tudo: dos conhecimentos e das emoções, dos êxitos e das quedas, da sabedoria e também dos erros.

Aliás, Mariano da Fonseca notou: «As grandes livrarias são monumentos da ignorância humana. Bem poucos seriam os livros se contivessem somente verdades. Os erros dos homens abastecem as estantes».

Muita coisa vem nos livros. Mas nem tudo se aprende nos livros.

Nos livros aprendemos que o essencial se aprende na vida.

Os melhores livros são os que sabem a vida. Só há livros na vida porque há vida nos livros!

publicado por Theosfera às 09:58

Não procure a novidade. Procure a autenticidade.

Terêncio reconheceu que «não se diz nada que já não tenha sido dito».

A novidade nem sempre é autêntica.

Mas a autenticidade nunca deixa de ser nova. E inovadora!

publicado por Theosfera às 09:48

Hoje, 26 de Setembro, é dia de S. Cosme, S. Damião, Sto. Eleázar, Sta, Delfina, S. Cipriano, Sta. Justina, Sta. Maria Vitória Teresa Courdec e S. Gaspar Stangassinger.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 05:47

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