O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Segunda-feira, 23 de Setembro de 2013

A democracia não é tudo, mas é essencial para tudo.

Os problemas do seu funcionamento não põem em causa a justeza dos seus fundamentos.

Para Einstein, a democracia corporizava o ideal «para que todo o homem seja respeitado e nenhum seja idolatrado».

Ninguém é mais ninguém. Ninguém é menos que ninguém!

publicado por Theosfera às 12:23

Tempos estranhos, estes. Vivemos uma época de penúria e, ao mesmo tempo, de desperdício.

Catão avisa: «Compra não o que consideras oportuno, mas o que te falta; o supérfluo é caro, mesmo que custe apenas um soldo».

O supérfluo de alguns é o essencial para muitos.

O que nos sobra não é nosso. É de quem precisa!

publicado por Theosfera às 12:17

Neste tempo seco, mas onde tudo parece liquefazer-se, há um grande investimento na aparência.

O discurso tende a recorrer a artefactos e a adjacências.

Parte-se do princípio de que é isso que convence, que seduz. Não me revejo nisso.

O ornamento retórico até pode ser sóbrio e despojado. O importante é o conteúdo.

Concordo, pois, com Inácio Dantas: «Se tudo o que você diz tem conteúdo e verdades, você será sempre ouvido, não importa o que diga».

Caso contrário, tudo se diluirá na espuma dos dias!

publicado por Theosfera às 12:12

A qualidade não está apenas na perfeição. Está também (e bastante) na empatia.

Dizia Bento Galdós: «As obras mais perfeitas são as que mais incitam, pela sua facilidade aparente, à imitação».

Jesus, o Mestre dos mestres, era compreendido por todos, mesmo por aqueles que O increpavam. E continua a ser seguido por muitos.

O que Jesus disse é difícil de cumprir, mas é fácil de compreender.

A linguagem deve servir para criar laços. Não para cavar distâncias.

Se os simples entendem, toda a gente compreende!

publicado por Theosfera às 11:30

Há muita gente a escrever, hoje. Haverá muitos escritores, hoje?

Nem sempre a qualidade acompanha a qualidade.

É temerário fazer avaliações, mas é impossível não sentir percepções.

Roland Barthes estabeleceu uma distinção (e cavou quase um fosso intransponível) entre escritores e escreventes.

Para ele, o escritor tem o seu espaço e encontra o seu sentido na instituição literária. Não vive a vertigem do momento, nem se mostra um mendigo do êxito.

Já o escrevente faz do texto uma actividade produzida à sombra de outras instituições que, muitas vezes, pouco ou nada têm que ver com a literatura.

Move-se noutro circuito, nomeadamente o mercantil. O objectivo é o êxito rápido e o lucro fácil.

Vive da espuma dos dias e do ar do tempo.

Deixa nome. Mas conseguirá deixar rasto?

publicado por Theosfera às 11:19

Hoje, 23 de Setembro, é dia de S. Lino, Sta. Tecla, S. Constâncio, S. Pio de Pietrelcina e Mártires Mexicanos.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

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