O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 22 de Setembro de 2013

Ontem é o dia mais cheio de lições. Amanhã é o dia mais carregado de esperança.

Mas o dia mais importante é hoje.

É hoje que podemos pôr em prática as lições apreendidas e pôr em marcha a esperança acalentada.

O ontem ensina. O amanhã seduz. Mas é hoje que tudo se decide.

Em cada hoje. No hoje deste dia também!

publicado por Theosfera às 19:56

O pecador não é apenas alguém que comete um erro. É também (e bastante) alguém que fica com uma ferida.

O alerta do Papa para esta dimensão é importante.

É por isso que aquilo que ele tem dito não é novo. E, não obstante, faz toda a diferença!

publicado por Theosfera às 08:54

Não é fácil fazer um grande sacrifício. Mas é, sem dúvida, muito mais difícil fazer muitos pequenos sacrifícios.

Goethe notou: «Um grande sacrifício é fácil; os pequenos sacrifícios contínuos é que custam». Mas são estes que valem.

Poucos se aperceberão deles. Mas fazem toda a diferença!

publicado por Theosfera às 08:51

A felicidade é tão bela que parece que acaba depressa.

Célebre é a poética confissão de Vinicius de Moraes: «Tristeza não tem fim, felicidade sim».

André Gide propõe uma explicação: «Nada impede mais a felicidade do que a lembrança da felicidade».

Parece que a felicidade já foi ou será. Parece que a felicidade mora no passado. Parece que a felicidade está à nossa espera no futuro.

O problema é que, entre o passado e o futuro, vamos acumulando eflúvios de infelicidade em cada presente.

Talvez porque esperamos demasiado das pessoas e da vida.

A felicidade, aparentemente, nem sempre visita as melhores pessoas. Estas, por vezes, são as que sofrem mais.

Mas serão infelizes? Às vezes, a maior felicidade escorre mais pelas lágrimas do que pelo riso.

Fazer o bem, mesmo sem ser compensado, pode doer, mas não impede de vencer.

Eu acredito na felicidade em forma de dádiva. Eu creio na felicidade dos que sofrem, dos que dão, dos que se esquecem de si.

São os mais felizes. Os únicos felizes. Ainda que o não pareçam!

publicado por Theosfera às 08:47

O mundo tornou-se, definitivamente, uma aldeia.

O problema é que, estando mais perto, nem sempre nos sentimos mais próximos. Mais próximas parecem ser as distâncias.

Falamos quase todas as línguas, mas nem assim conseguimos falar a mesma linguagem.

Madame de Stael notou: «Foi o próprio Carlos V quem disse que um homem que sabe quatro línguas vale por quatro homens».

É bom falar muitas línguas. Mas é melhor criarmos um entendimento.

Às vezes, não tão poucas vezes assim, o melhor entendimento não vem pela língua.

O diálogo mais forte não vem pelos lábios. Nasce da alma. E escorre pela vida!

publicado por Theosfera às 08:36

A memória não é só o repositório onde os acontecimentos se guardam.

É também (e sobretudo) o espaço onde as coisas voltam a acontecer.

Esta é a sensação que sentimos. E é também o que Paul Auster afirma no seu mais recente livro: «A memória é o lugar onde tudo acontece pela segunda vez». E, aspecto nada despiciendo, é o âmbito onde tudo acontece mesmo quando, porventura, mais nada acontecer.

Ao contrário da natureza, no homem a primavera não se repete. Apenas se recorda. O inverno, para o ser humano, é a última estação. Talvez seja a melhor. A que nos conduz à eternidade!

Quando os anos passam e a vida se prolonga significa que já se escapou à morte muitas vezes; que já se venceu a morte muitas vezes; que, no fundo, já se morreu muitas vezes. Só falta morrer a última vez. Só falta dar o último passo!

publicado por Theosfera às 08:30

«Nenhum jovem acredita que um dia morrerá».

William Hazlit teve uma percepção subtil.

Quando somos novos, só olhamos para a frente. Não olhamos para o fim.

Acontece que o fim também está à (nossa) frente!

publicado por Theosfera às 08:25

Hoje, 22 de Setembro, XXV Domingo do Tempo Comum, é dia de S. Félix IV, Sta. Catarina de Génova, S. Maurício e Sto. Exupério e seus Companheiros mártires.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 05:33

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