O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 04 de Agosto de 2013

Eu Te bendigo, Senhor
com a fragilidade do meu ser
e a debilidade das minhas palavras,
por tantas maravilhas e por tanto amor que semeias no coração de cada homem.

 

Eu Te bendigo, Senhor
pela simplicidade da Tua presença
e pelo despojamento do Teu estar.

 

Obrigado é pouco para agradecer,
mas é tudo o que temos para Te bendizer.

 

Obrigado, pois,
por seres Pão e Paz,
na Missa que celebramos
e na Missão a que nos entregamos.

 

Obrigado por seres Pão e Paz
num mundo dilacerado pela fome e martirizado pela guerra.

 

Fome de Ti sempre!
Fome de Pão nunca!

 

Que o pão nunca falte nas mesas
e que a paz nunca se extinga nos corações.

 

Que jamais esqueçamos, por isso,
que a Eucaristia nunca termina.

 

Que possamos compreender que o "ide em paz"
não é despedida, mas envio.

 

Queremos trazer-Te connosco,
queremos ser sacrários vivos onde todos Te possam encontrar e reconhecer.

 

Obrigado, Senhor,
por seres Pão e Paz.

 

Obrigado por nunca faltares à Tua promessa.
Prometeste ficar connosco e connosco estás.

Sacia a nossa sede de verdade e de justiça.

Pedimos-Te pelos mais pequenos, pelos mais pobres e pelos mais desfavorecidos,
pelos mais sacrificados e por aqueles a quem exigem sempre mais sacrifícios.


Ensina-nos, Senhor,
a sermos mais humanos e fraternos.

 

Que com Maria, Tua e nossa Mãe,
aprendamos a ser Eucaristia para o mundo.

 

Obrigado, Senhor, por vires sempre connosco.
Leva-nos sempre conTigo,
Conduz-nos sempre para Ti,
para Ti que és a Paz,
JESUS!

publicado por Theosfera às 21:32

O que é grande é humilde, o que é humilde é (muito) grande.

Há sempre um despojamento nas pessoas de excepção.

Miguel Torga detestava a fama. ~

Queria que olhassem para a sua obra, não para ele: «Quem quiser conhecer-me, leia-me»!

publicado por Theosfera às 09:02

Afinal, a crise não é como o sol. Quando nasce, a crise não é para todos.

Dizem alguns estudos que a recente querela político-partidária fez aumentar o consumo da televisão e a venda de jornais.

Há sempre sol por cima das nuvens!

publicado por Theosfera às 08:58

É difícil perceber cabalmente o que se passa no mundo.

O progresso, que há anos parecia irreversível, parece estar a recuar.

O descontentamento é crescente. A revolta é preocupante. Que se passa, afinal?

Francis Fukuyama entende que estamos a assistir a uma «revolução global da classe média».

É esta classe que não quer voltar para onde já esteve. Mas que, ao mesmo tempo, sente que não está a conseguir estar onde se habituou a estar.

Que, no meio da intempérie, a justiça não falte e a paz não desfaleça!

publicado por Theosfera às 08:55

Coisa estranha sentimos frequentemente.

Sabemos falar as línguas que se usam lá fora e temos dificuldade em entender a linguagem que se usa cá dentro.

Por vezes, temos a sensação de que é mais fácil falar inglês, francês e até alemão do que perceber o português que alguns usam em Portugal.

Parece uma novilíngua de sabor cabalístico.

Quando ouvimos falar de «swaps», «contratos tóxicos», «mercados», etc., ficamos com a impressão de que nos estão a esconder algo em vez de nos estarem a dizer alguma coisa.

Dizem que é a falar que a gente se entende. Mas, às vezes, parece que é a falar que alguns nos querem desentender!

publicado por Theosfera às 08:50

Há um grande mistério que nos acompanha.

Não entendemos tudo de uma vez. Alguma vez entenderemos tudo perfeitamente?

Miguel Torga dizia que as pessoas «são como as obras de arte; é preciso que não se entenda tudo delas de uma vez».

Só em Deus nos (re)conheceremos totalmente!

publicado por Theosfera às 08:44

O génio é feito de talento. Mas é possível que o génio tenha algo mais que o talento.

Schopenhauer aponta a diferença: «Os talentos atingem metas que ninguém mais pode atingir; os génios atingem metas que ninguém jamais consegue ver».

E isso é o que falta, hoje. Mas o curioso que há gente humilde que parece ver melhor que muitos que se reputam de génios.

Será que os verdadeiros génios estão na base? Eu não tenho dúvidas.

Os simples e humildes sabem olhar para a vida.

O problema é que muitos não sabem (nem querem) olhar para a mesma vida com os olhos dos simples e dos humildes!

publicado por Theosfera às 08:39

Os juízos que, muitas vezes, fazemos dos outros não passam de projecções do que nós faríamos no lugar deles.

Achamos que os outros são espelhos nossos.

Henry Menken exemplifica: «É difícil acreditar que um homem está a dizer a verdade quando você sabe que mentiria se estivesse no lugar dele».

Mas os que mentem tenham uma coisa presente: há quem seja diferente, há quem seja íntegro, verdadeiro.

publicado por Theosfera às 08:30

Achava Stendhal que «nada paralisa mais a imaginação do que o apelo à memória».

Poderá ser se tal apelo criar dependência. Mas, muitas vezes, a memória é o grande combustível da imaginação e o maior alimento do progresso.

Olhar para o que já aconteceu ajuda a evitar que o passado se repita.

A mudança começa sempre pelo conhecimento do passado que se pretende transformar!

publicado por Theosfera às 08:23

Hoje, 04 de Agosto, XVIII Domingo do Tempo Comum, é dia de S. João Maria Vianey (St. Cura d'Ars), Sto. Aristarco, Sto. Eleutério de Társia, S. Gonçalo e S. Rúben Estilita.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 05:57

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