O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 30 de Julho de 2013

Célebre é a distinção estabelecida por Thomas Jefferson: «Um político pensa nas próximas eleições, um estadista pensa nas próximas gerações».

Sejamos realistas.

Pensar nas próximas eleições é inevitável e legítimo. Mas pensar nas próximas gerações tem de ser prioritário.

E que a vontade de ganhar as próximas eleições não leve a subestimar o desígnio de trabalhar para as próximas gerações.

Que aquilo que se faz para ganhar eleições não comprometa o que se deve fazer para não perder as próximas gerações!

publicado por Theosfera às 11:15

Perdoar. Tarefa difícil, missão prioritária.

Jacinto Benavente y Martinez dizia que «perdoar pressupõe sempre um pouco de esquecimento, um pouco de desprezo e muita conveniência».

O problema é que o esquecimento não depende de nós. O desprezo não deve vir até nós. A conveniência é capaz de nos motivar. Mas há um quarto factor, o mais determinante: a humildade.

É preciso humildade para perceber que o mal que sofremos pode ser o contraponto do mal que, porventura, fazemos sofrer.

Um dia, somos chamados a perdoar. Outro dia, seremos convidados a sermos perdoados.

E, finalmente, mesmo que o passado não possa ser apagado, não deixemos que ele apague o futuro.

Se as coisas não puderem ser como eram antes, que pelo menos não sejam piores.

Não deixemos que a ofensa nos domine.

Nem sempre perdoar é esquecer. Que possa ser sempre libertar!

publicado por Theosfera às 11:05

Pode haver algum bem no mal?

Pode. A vergonha.

Séneca assinalou: «Um só bem pode haver no mal: a vergonha de o ter feito».

Neste tempo em que o défice sobe, importa notar que o défice de vergonha é tão (ou mais) grave que o défice de dinheiro.

Aliás, se não houvesse tanta falta de vergonha, talvez não houvesse tanta falta de dinheiro.

Talvez o dinheiro esticasse. E chegasse a todos!

publicado por Theosfera às 10:47

Quando abundam as explicações, pode não abundar a determinação nem prosperar a clareza.

Quando se sabe o que se quer e para onde se caminha, o percurso fala por si.

Vergílio Ferreira notou: «Quanta explicação para a história do homem. Mas é tão simples, afinal. A história do homem é a história da importância de nós. O resto são maneiras ou expedientes ou condicionamentos de isso se efectivar».

Sigamos sempre o ditame da nossa consciência.

Não nos preocupemos com os aplausos. Preocupemo-nos, acima de tudo, com o dever!

publicado por Theosfera às 10:42

A cobiça é uma tentação muito forte.

Penso não apenas na cobiça de coisas, mas na cobiça de ideias, na cobiça da honra, na cobiça da identidade.

André Gide apercebeu-se: «Cada um quer apoderar-se daquilo que só pertence a todos».

Os mais pequenos são os que mais trabalham. Mas, não raramente, aparece alguém a reclamar méritos e a apropriar-se dos esforços.

Não é curial.

Cabe-nos olhar para lá das aparências e dos aparatos.

Cabe-nos olhar não somente para cima. Mas também (e sobretudo) para baixo!

publicado por Theosfera às 10:26

Hoje, 30 de Julho, é dia de S. Pedro Crisólogo, Sta. Julita, S. Justino de Jacobis, S. Cláudio Correa e S. Frederico Rubio.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 05:58

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