O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 07 de Julho de 2013

D. Manuel Clemente está a presidir à primeira Eucaristia como Patriarca de Lisboa.

Muitos realçam a curiosidade de se tratar do segundo Patriarca que vem de Bispo do Porto.

O primeiro foi D. Tomás de Almeida, em 1716. Quem o transferiu para Lisboa foi um Papa chamado...Clemente, Clemente XI.

Acontece que, antes de ser Bispo do Porto, D. Tomás de Almeida foi Bispo de...Lamego!

Afinal, foi de Lamego que partiu aquele que viria a ser o primeiro Patriarca de Lisboa.

Em Lamego, D. Tomás esteve três anos (1706-1709) e no Porto sete (1709-1716).

publicado por Theosfera às 16:21

A fé não elimina a obscuridade. A fé ilumina a obscuridade.

Mas, como notou Tomás Halik, a própria fé «tem os seus dias e as suas noites».

É que Deus «não fala apenas através da Suas palavras, mas também através dos Seus silêncios. Fala às pessoas não só através da Sua proximidade, mas também através do Seu afastamento».

As perguntas não são eliminadas. A vida, com as suas perguntas, é que se sente iluminada com a luz da fé!

publicado por Theosfera às 08:59

A política é feita de poder.

Mas o poder na política devia emanar da autoridade. Devia ser a autoridade a credibilizar o poder.

Só que, infelizmente, costuma ser o poder a esvaziar a autoridade.

Aparentemente, o que sobressai é a vontade de mandar. Daí a recomendação avisada de Gregório Marañón y Posadillo: «O acto de mandar, branda ou duramente, deve ser acompanhado de algo que faça perdoar o privilégio do poder».

Acontece que aquilo que, quase sempre, avulta é o autoritarismo, a pura vontade de mandar.

É pouco!

publicado por Theosfera às 08:54

A encíclica «Lumen Fidei» tem um lado prolológico e uma dimensão epilológica.

Ela é, ao mesmo tempo, prólogo e epílogo.

Posiciona-se como o prólogo do pontificado de Francisco e como o epílogo do pontificado de Bento XVI.

Em qualquer caso, transporta um facho luminoso em relação aos dois.

A fé é a luz.

E luz foi o que recebemos de Bento XVI. Luz é o que já estamos a receber de Francisco!

publicado por Theosfera às 08:48

Há uma interacção semântica e um transbordamento existencial entre conhecer e amar.

No fundo, só se ama o que se conhece, só se conhece o que se ama.

Já dizia Leonardo da Vinci: «Quanto mais conhecemos, mais amamos». Poderíamos, entretanto, acrescentar que quanto mais amamos, mais conhecemos.

O amor não é um acto meramente desiderativo. O conhecimento não é uma operação simplesmente intelectiva.

O amor é o maior conhecimento. Deus, a maior sabedoria, é o máximo amor.

Se quiser conhecer, ame, dando-se. É esta a magna (a insuperável) lição de Jesus!

publicado por Theosfera às 08:43

O fanatismo consiste em pensar repetidamente na mesma coisa não querendo mudar de assunto.

Ora, isto contradita a essência da vida.

A vitalidade está ancorada na pluralidade. É por isso que há um sintoma de morte em todo o afloramento de fanatismo.

Leonardo Sciascia notou: «Uma ideia morta produz mais fanatismo do que uma ideia viva; ou melhor, apenas a morta o produz».

Conclusão: onde há fanatismo, não há muita saúde, não há grande vida nem especial vitalidade!

publicado por Theosfera às 08:38

Alphonse Carr verteu: «Entre dois amigos, apenas um é amigo do outro».

Não diria sempre. Mas porventura muitas vezes. E, em alguns casos, nenhum será amigo.

Há que não confundir amizade com amiguismo.

Na amizade partilha-se a vida. No amiguismo repartem-se interesses.

Na amizade existe doação. No amiguismo apenas aproveitamento.

Quando não há nada de que alguém se possa aproveitar, descarta-se a pessoa!

publicado por Theosfera às 08:31

Hoje, 07 de Julho, XIV Domingo do Tempo Comum, é dia de S. Diogo de Carvalho, S. Rogério Dickenson, S. Raul Milner e Sta. Maria Romero.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:00

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