O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 02 de Julho de 2013

As declarações dos políticos são desoladoras. Mas as palavras de muitos comentadores também não são entusiasmantes.

Parece que o clima é demasiado flamejante, pronto a detonar o pior cenário.

Numa situação como esta, é preciso manter a moderação e reforçar a determinação.

Estão todos preocupados consigo e com o poder. É fundamental pensar no país, nos que mais sofrem.

A pressa de chegar ao poder já provou que não resolve. A pressa de provocar crises mostra repetidamente que não resulta.

Enfim, não compliquem mais o que já está muito complicado.

O povo sacrifica-se tanto. Porque é que os dirigentes não se sacrificam um pouco mais?

Em suma, entendam-se. E entendam-nos!

publicado por Theosfera às 20:53

É preocupante ver como queimamos etapas e fazemos soçobrar, por instantes, os alicerces da nossa convivência.

Já não está em causa apenas a falência económica. Começa a estar em causa a falência democrática, a falência cívica.

Tanto se fala de diálogo e tão pouco se extrai do diálogo.

Tanto se excelsa a convergência e tantas divergências se vão cavando.

Tanto se exalta o entendimento e tão pouco entendimento se consegue.

A situação do país não é motivo para um entendimento alargado, para uma convergência em nome de um interesse maior?

Raymond Arom sinalizou que a democracia é obra comum de partidos rivais.

Os partidos rivais podem entender-se por causa do interesse comum. Terão vontade de o conseguir?

publicado por Theosfera às 19:48

Acabado de chegar a casa, vejo que o nosso amado país está transformado num vulcão.

Espanta-me que uma situação tão delicada esteja a ser atravessada por uma tempestade de palavras.

Perspectiva-se uma noite muito quente e não é por causa do calor que se faz sentir.

Este devia ser um momento para reflectir.

De precipitação em precipitação, o país não se ergue.

Precisamos de maturidade no topo. Há muito sofrimento pela base.

A esta altura, os protagonistas pensam muito em si mesmos.

Quem está disposto a sacrificar-se (um pouco que seja) pelo país?

publicado por Theosfera às 19:21

Há leis que parecem extravagantes, mas que podem funcionar como um despertador.

Desde logo, a necessidade de uma lei constitui um alerta para algo que não está bem.

É preciso haver uma lei que obrigue a comer ou que imponha horas de sono?

Será necessária uma lei que determine que se visite os pais? Na China passou a ser.

É claro que a lei não resolve tudo. E, antes de mais, tal lei devia estar no íntimo das pessoas.

Com serenidade, a sociedade deverá reflectir. E o sentido da justiça, adornado pela gratidão, fará o resto.

Que seria de nós se não fossem os que vieram antes de nós?

publicado por Theosfera às 10:33

Uma palavra sem acção é como uma aurora sem manhã: não passa de uma promessa.

Infelizmente, no mundo da convivência, há muitas neblinas.

Já Demóstenes recomendava: «Pensem que as palavras a que não se segue nenhuma consequência são ditas para nada». Mesmo que sejam ditas por muitos. Ou para muitos.

A grandes palavra não é a que vem dos lábios. A grande palavra é a que vem da vida!

publicado por Theosfera às 10:26

Andamos, uma vida, à procura da realidade e apercebemo-nos de que acabamos por lidar com aparências.

Já dizia Albert Delpit: «O mundo julga-nos, não pelo que somos, mas pelo que parecemos ser».

E certos olhos só vêem o negativo, o degradante, o decadente.

Estamos, pois, sujeitos não só àquilo que mostramos, mas também àquilo que é apreendido.

Não é justo. Mas alguma vez será diferente?

Se fôssemos objectos, seríamos objectivos. Como somos sujeitos, seremos sempre subjectivos.

Alçada tinha razão!

publicado por Theosfera às 10:18

Será verdade o que disse Hesketh Pearson: «Um homem que lê muito nunca cita com precisão. A citação errada é o orgulho e o privilégio da pessoa culta»?

Será a imprecisão o tributo da vastidão?

publicado por Theosfera às 10:12

«O ódio é a cólera dos fracos».

Alphonse Daudet viu bem.

O ódio é uma confissão de fraqueza travestida de uma suposta força!

publicado por Theosfera às 10:09

Hoje, 02 de Julho, é dia de S. Bernardino Realino, S. João Francis Régis, S. Francisco de Jerónimo, S. Julião de Maunoir e Sto. António Baldinucci.

Existe a particularidade de serem todos sacerdotes e todos membros da Companhia de Jesus.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

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