O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 05 de Maio de 2013

Hoje, 05 de Maio (VI Domingo da Páscoa e Dia da Mãe), é dia de S. Máximo de Jerusalém, Sto. Ângelo, Sto. Hilário de Arles e S. Núncio Suplizio.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:00

Sábado, 04 de Maio de 2013

A ousadia é necessária. Mas a prudência também pode ser determinante.

Ousar mudar a realidade é meritório. Mas insistir naquilo que a realidade já provou que não resulta é muito temerário.

Há um limite que a prudência impõe à ousadia.

Nem tão prudente a ponto de parecer inactivo. Nem tão ousado a ponto de parecer insensato.

A lucidez é fundamental!

publicado por Theosfera às 13:58

As circunstâncias, segundo Ortega, fazem parte de nós.

Só que, como já notava Heródoto, «são as circunstâncias que governam os homens, não os homens que governam as circunstâncias».

As pessoas sábias são aquelas que entendem as circunstâncias.

As pessoas excepcionais são aquelas que as conseguem mudar!

publicado por Theosfera às 13:53

O que pode ser dito deve ser dito com clareza, sem subterfúgios nem rodeios.

O que não pode ser dito deve ser guardado com pudor e comedimento.

Wittgenstein assim entendia: «O que se pode dizer pode ser dito claramente; e aquilo de que não se pode falar tem de ficar no silêncio».

Ficar calado quando se deve falar é mau. Mas falar quando se deve ficar calado também não é bom!

publicado por Theosfera às 13:50

Para ter, é preciso dar.

Para ter confiança, é imperioso confiar.

Já na Antiguidade, Lao-Tsé percebeu: «Aquele que não tem confiança nos outros, não lhes pode ganhar a confiança».

Elementar!

publicado por Theosfera às 13:46

A verdade não é (só) para o intelecto; é para a vida toda.

Por isso, a verdade só se entende quando se vive.

Vergílio Ferreira estava certo: «A verdade primeiro ama-se, depois demonstra-se».

Conhecer é sobretudo amar. Amar é sobretudo conhecer.

Mais conhece quem mais ama, quem se dá inteiramente aos outros!

publicado por Theosfera às 13:44

Se não houver mais nada para oferecer às pessoas, não deixemos de oferecer esperança.

 

A esperança não é tudo, mas é essencial para tudo.

 

É usual dizer-se que enquanto há vida, há esperança.

 

Também se poderá afirmar que enquanto houver esperança, haverá sempre vida!
publicado por Theosfera às 07:34

Hoje, 04 de Maio, é dia de S. Gregório, o Iluminador, S. Jorge Haydock e seus Companheiros Mártires e S. João, Roberto e Sto. Agostinho (da Cartuxa).

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:06

Sexta-feira, 03 de Maio de 2013

Para muitos, a noite de ontem foi um fusível de alento para enfrentar a sobrecorrente de desalento da noite de hoje.

Os proponentes asseguram a validade das medidas que anunciam.

O problema é que tal validade não impede que surjam (sucessivamente) mais medidas.

A austeridade atrai austeridade. A austeridade acrescenta austeridade.

Ignoramos até quando. Não sabemos até onde. E começamos a não saber muito bem para quê.

Não nos estamos a ajudar a nós. É difícil perceber em que medida estamos a ajudar os outros.

O cenário arrasta-se e a situação agrava-se.

Vamos dormir sobre os problemas. Amanhã, iremos acordar diante deles.

O caminho é estreito. Deixar-nos-ão percorrê-lo?

publicado por Theosfera às 23:37

Muito se tem discutido sobre a educação.

Grande é o investimento (não só financeiro) na educação e muito grande parece ser a insatisfação que gravita no universo da educação.

Muito se conquistou nos últimos tempos. Mas muito se foi perdendo também.

Ganhámos em tecnologia, em agilidade, em conhecimentos sectoriais. Fomos perdendo em humanismo, em cultura geral, em complexidade.

Importaria perceber que não basta que o professor seja professor. O professor, acima de tudo, tem de ser mestre.

O professor fornece conhecimentos. O mestre oferece um testemunho, um padrão de conduta, um referencial de valores.

Neste mesmo sentido, o aluno também não se pode limitar a ser aluno. Tem de procurar ser discípulo.

O aluno ouve o mestre. O discípulo aprende com o mestre, convive com o mestre, segue o mestre!

publicado por Theosfera às 18:57

A oração implica a caridade e a justiça.

Explica o Papa Francisco: «Se uma pessoa não cuidar do seu irmão, não pode falar com o pai do seu irmão, com Deus»!

publicado por Theosfera às 10:53

Apertado pelos credores, entalado pela realidade, asfixiado pela pressão, tolhido pela fadiga e bloqueado por notório desgaste, o executivo prepara-se para nos continuar a dar mais (ou ainda pior) do mesmo que nos tem dado.

Alguém vislumbra uma alternativa?

Não deixemos que degolem a nossa esperança!

publicado por Theosfera às 10:38

Não verberaria, com a contundência de Nélson Rodrigues, a unanimidade. Mas é preciso tomar as devidas cautelas.

Paul Valery avisa: «O que tem sido acreditado por todos, e sempre, e em toda a parte, tem toda a probabilidade de ser falso»!

publicado por Theosfera às 10:28

Interessante esta anotação de Giacomo Leopardi: «As crianças acham tudo em nada, os homens não acham nada em tudo».

São as crianças que são ingénuas? Ou não serão os adultos que se tornaram opacos?

publicado por Theosfera às 10:23

É importante ter cuidado com as companhias. Até com a companhia que nós fazemos a nós mesmos.

Ambrose Bierce alertou: «Só: em má companhia». Nem sempre, mas muitas vezes pode ser.

A solidão não pode estancar a abertura. Mesmo sós, é fundamental que não nos sintamos sozinhos!

publicado por Theosfera às 10:20

A plena objectividade não existe; é quimérica.

Acabamos por ser aquilo que os outros dizem de nós.

O problema é que pode haver muita injustiça nos meandros destas avaliações.

Atenção, por isso, à advertência de Vieira: «As obras de um herói, postas a uma luz escura da razão e da vontade, são borrões que ofendem; à melhor luz do entendimento são primores que admiram»!

publicado por Theosfera às 10:17

O ócio não é só a inacção.

A preguiça mais deletéria (e mais ilusória) não é não fazer nada; é pensar que os outros farão o que só a nós cabe fazer.

Vergílio Ferreira já nos avisou: «Para que percorres inutilmente o céu inteiro à procura da tua estrela? Põe-na lá».

Na vida, podemos receber muitas ajudas. Mas há uma coisa que ninguém pode fazer: viver em vez de nós!

publicado por Theosfera às 10:11

Hoje, 03 de Maio, é dia de S. Filipe, S. Tiago Menor, S. Rupert Mayer, Sta. Maria Leónia Paradis e. S. Eduardo José Rosaz.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:04

Hoje, 3 de Maio, é dia de dois apóstolos, S. Filipe e S. Tiago.

Dia também para recordar, gratamente, uma figura apostólica que muito me marcou. O senhor D. António de Castro Xavier Monteiro foi ordenado bispo nesta data, em 1964.

Jamais poderei esquecer a sua estatura eclesial, espiritual, humana e intelectual.

Também é impossível olvidar o carinho com que nos tratava.

A sua delicadeza sempre o distinguiu e nobilitou.

Uma prece sentida. Uma recordação entremeada de saudades. Profundas. Imensas.

publicado por Theosfera às 06:26

Já que, nesta conjuntura difícil, minguam as ideias, que, ao menos, não definhe a esperança.

 

Não se trata apenas de encontrar uma solução para a crise. Trata-se, antes de mais, de vislumbrar um sentido que nos permita lidar com a crise.

 

Vaclav Havel disse o essencial quando sustentou que «a esperança não é a convicção de que alguma coisa acabará bem, mas a certeza de que alguma coisa tem sentido, independentemente do modo como acabará».

 

Como referiu Eduardo Lourenço, Portugal assemelha-se a «um milagre contínuo». Estamos sempre a vacilar, mas ainda não caímos.

publicado por Theosfera às 03:36

Quinta-feira, 02 de Maio de 2013

Aldous Huxley, falecido há cinquenta anos, tocou numa ferida muito sensível: «Dá tanto trabalho escrever um livro mau como um bom. Ele brota com igual sinceridade da alma do autor».

Provavelmente, todo o autor achará (sinceramente) que o seu livro é bom. E até pode ser...para ele.

O problema é que são outros que o vão julgar. E comprar.

Tudo isto pode ser muito injusto. Mas é a realidade!

publicado por Theosfera às 10:15

É dura a ferida da alma e quase insuportável a injustiça.

Mas antes os que agridem pela frente do aqueles que atacam pelas costas.

Antes aqueles que mostram o que são do que aqueles que não são o que mostram.

Sto. Agostinho já nos preveniu há séculos: «Há dois géneros de inimigos: os que perseguem e os que adulam. Mas é mais para temer a língua do lisonjeiro do que as mãos do perseguidor».

Nada como a verdade, a transparência, a autenticidade!

publicado por Theosfera às 10:01

Quando uma peça começa a ter muitos remendos é sinal de que já tem também muitas fendas.

Muitos remendos constituem um sintoma de degradação.

Charles Tocqueville observou: «O momento mais perigoso, para um mau governo, é normalmente aquele em que começa a remodelar-se».

Provavelmente, tornar-se-á pior, antecipando o irreversível: a queda!

Quem está no governo já esteve na oposição. Muitos dos que estão na oposição já estiveram no governo.

Todos prometeram o melhor. Pelos vistos, ninguém conseguiu estancar o pior.

O povo impacienta-se e contorce-se. Não vê horizontes, não crê em alternativas.

Tudo gravita em torno do mesmo.

Tem de haver um despertar, um outro começo, algo totalmente novo e completamente diferente!

publicado por Theosfera às 09:48

O autodomínio é a chave do crescimento, o néctar da maturidade e o perfume da convivência.

Impor (pelo menos de vez em quando) um «não» a si mesmo ajuda a evitar muitos embaraços e a superar muitos problemas.

Fernando Pessoa bem o notou: «A renúncia é a libertação. Não querer é poder».

Também é poder!

publicado por Theosfera às 09:43

Hoje, 02 de Maio, é dia de Sto. Atanásio e S. José Maria Rúbio.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:03

Quarta-feira, 01 de Maio de 2013

 

1. Tanto se faz e tão pouco se consegue!

Eis a sensação que, embora não verbalizada, percorre o espírito de muitos crentes, especialmente o daqueles que se dedicam à pastoral.

 

2. Se repararmos, nunca a pastoral foi tão planificada e tão organizada. Nunca a pastoral envolveu tantos meios nem mobilizou tanta gente.

E não obstante tanta vontade e tamanha dedicação, o desconforto visita e o desânimo espreita.

 

3. Quem já não passou pela situação descrita por um padre ortodoxo, que se lamentava: «Esforcei-me tanto, mas as pessoas não me ouvem: não vêm ou adormecem»?

Enfim, a pastoral tem tudo para ser eficaz mas, às vezes, parece tão pouco eficiente. A que se deverá este cansaço entre os cristãos?

 

4. Na busca de respostas, haverá quem insista na continuidade. Também não deixará de haver quem proponha mudanças.

E não faltará quem diga abertamente que a pastoral nunca funcionou tão bem como quando parecia não haver pastoral. Parece uma boutade. Mas vale a pena reflectir sobre a aparente provocação.

 

5. É claro que sempre houve pastoral. Desde logo, porque sempre houve pastores que procuraram estar na senda do único, bom e belo Pastor (cf. Jo 10, 11).

Mas, de facto, houve um tempo em que a pastoral não era tão programada, tão assente em planos, congressos, simpósios e sucessivas reuniões.

 

6. Para usar uma expressão do Papa Francisco, dir-se-ia que, mais do que uma «Igreja reguladora da fé», avultava uma «Igreja transmissora e facilitadora da fé».

Durante muitos séculos, a pastoral era concebida de uma forma muito concreta e muito simples, portanto facilmente assimilável. Tudo se concentrava no encontro.

A pastoral consistia, com efeito, no encontro com Deus e no encontro entre as pessoas que se encontravam com Deus.

 

7. Na linha do que é descrito nos Actos dos Apóstolos, a base da pastoral era a oração, a pregação e a caridade.

Na verdade, os primeiros cristãos eram assíduos à oração (cf. Act 2, 42) e ao anúncio de Jesus (cf. Act 2, 22). Punham tudo em comum (cf. Act 2, 44-45), partilhando tudo o que tinham (cf. Act 4, 32) pelo que «não havia pessoas necessitadas entre eles» (Act 4, 34).

 

8. Este centro era rapidamente transportado para o espaço e para o tempo. A vida dos cristãos decorria à volta de uma casa (Igreja) e em torno de um dia (Domingo).

De facto, era especialmente nessa casa e sobretudo nesse dia que se celebrava o encontro com Deus e o encontro entre as pessoas. Daí o lugar que assinalava a passagem da casa de cada um para a casa de todos: o adro.

 

9. O adro proporcionava convívio e servia de ligação: do tempo para o templo e da missa para a missão.

A comunidade até era conhecida como paróquia, ou seja, o território que ficava à volta (para) da casa (oikía). Os seus membros eram chamados paroquianos e também fregueses, isto é, filhos da Igreja.

 

10. O resto do tempo era vivido em função do Domingo (segunda-feira, terça-feira, etc.). No mundo rural, não havia férias, mas havia feriados.

Os feriados eram não tanto para descansar, mas sobretudo para celebrar. As pessoas interrompiam a cadência do trabalho normal para celebrarem determinadas festas religiosas.

 

11. Hoje, os tempos são outros. Não vivemos do passado, mas algo do passado pode continuar a iluminar-nos no presente.

As circunstâncias mudam, mas o essencial da pastoral permanece: rezar a Jesus, falar de Jesus e agir como Jesus.

Já não é pouco. É bastante. Não será tudo?

publicado por Theosfera às 12:38

O vazio não é só ausência. É também (e acima de tudo) possibilidade.

O que está vazio está receptivo a encher-se.

Casimiro Brito deu conta: «Bela, a forma do vaso. Mas é no seu vazio que se conserva o vinho»!

publicado por Theosfera às 09:41

Muito subtil foi Nietzsche: «Não poríamos a mão no fogo pelas nossas opiniões: não temos assim tanta certeza delas. Mas talvez nos deixemos queimar para podermos ter e mudar as nossas opiniões».

A liberdade é a mãe de todos os direitos!

publicado por Theosfera às 09:39

Há muita beleza na claridade. Mas quem negará beleza em muitas sombras?

Aliás, é das sombras que costumamos desfrutar da beleza da luz.

Charles Dickens estava certo quando escreveu: «As coisas mais bonitas do mundo são sombras»!

publicado por Theosfera às 09:36

Eis mais um feriado, um feriado ferido.

Devia ser de festa este dia e é provável que algum ar de festa se venha a respirar.

Mas o espírito de muitos mantém-se em apuros, dominado pela incerteza e sufocado pela ansiedade.

É Dia do Trabalhador. E quem tem trabalho nos tempos que correm até terá motivos para celebrar.

Os direitos do trabalhador são sagrados. Mas será que o trabalho continua a ser um direito?

Importante é que (neste e em todos os dias) pensemos em quem procura trabalho, em quem foi despedido do trabalho, em quem procura e não encontra, em quem bate a portas que estão fechadas.

É, pois, um feriado diferente. É, pois, um feriado ferido.

Meditemos, neste dia, nas palavras de Thomas Carlyle: «Um homem desejoso de trabalhar e que não consegue encontrar trabalho talvez seja o espectáculo mais triste que a desigualdade ostenta ao cimo da Terra»!

Escutemos as palavras gritadas. Mas não deixemos de prestar atenção a tantas vozes caladas!

publicado por Theosfera às 09:29

Hoje, 01 de Maio (Dia do Trabalhador), é dia de S. José Operário, Sta. Comba do Alentejo, S. Jeremias e S. Ricardo Pampuri.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:03

Hoje é um dia em que não se trabalha para que melhor se possa pensar na situação de quem trabalha.

 

Nos últimos séculos, o perfil do trabalho alterou-se completamente. Já não há trabalho de subsistência, mas também não parece haver trabalho de consistência. Ou seja, o trabalho agrícola foi cedendo o lugar predominante ao trabalho operário e ao trabalho de serviços. Só que, também aqui, as expectativas estão longe de se realizar.

 

O operariado degenerou num precariado. O trabalho, mesmo se definitivo, só existe enquanto dura. O desemprego não pára de crescer. A escravatura dá sinais de aumentar. A fome ameaça. A violência tende a imperar.

 

Neste dia de S. José Operário, peçamos pela justiça no universo do trabalho.

publicado por Theosfera às 00:46

Começa um novo mês, o mês dos quatro M's: Maio, Maria, Mulher, Mãe.

 

À Mãe da Mães um louvor, uma prece!

 

Maria não é só aquela que veicula o mistério de Deus em Cristo. Ela é, antes de mais e acima de tudo, aquela que contém o mistério de Deus em Cristo. Ela é plenamente teófora.

 

Como sublinha Bruno Forte, em Maria deparamos autenticamente com o todo na parte: «o “todo” é o mistério, o plano divino da salvação, que se realiza no tempo mediante a missão do Filho eterno, saído do silêncio do amor do Pai para Se fazer homem e dar ao mundo a vida, e mediante a missão do Espírito Santo que, tornando presente a obra de Cristo, faz com que a Trindade entre na história e a história entre na Trindade; a “parte” é a vida da humilde serva do Senhor, Maria de Nazaré, a mulher em quem o Omnipotente realizou a Suas maravilhas e que soube adequar-Se ao Eterno no acolhimento profundo da Sua fé virginal, na gratuidade irradiante do Seu amor maternal e na reciprocidade da aliança esponsal, celebrada n’Ela como dom e como sinal para a esperança do mundo».

publicado por Theosfera às 00:01

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