O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 26 de Maio de 2013

Maravilhoso és Tu, Senhor.

Porque és Deus,

porque és Pai,

porque és Filho,

porque és Espírito Santo,

porque és amor.

 

Maravilhoso és Tu, Senhor.

Porque és único, mas não és um.

Porque és mistério, mas não estás longe.

Porque és poderoso, mas também simples e humilde.

 

Maravilhoso és Tu, Senhor.

Porque és Trindade.

Porque és unidade.

Porque és comunhão.

Porque és vida.

Porque és luz.

Porque és paz.

 

Maravilhoso és Tu, Senhor.

Maravilhoso é o Teu ser.

Maravilhosa é a Tua doação.

Maravilhosa é a Tua presença.

 

Tu, Senhor, estás no Céu.

Tu, Senhor, estás na Terra.

Tu, Senhor, és o Céu na Terra.

Em cada ser humano, Tu armas a Tua tenda

e constróis uma morada, uma habitação.

 

Obrigado, Deus Pai.

Obrigado, Deus Filho.

Obrigado, Deus Espírito Santo.

Obrigado por tanto.

Obrigado por tudo.

 

Que a nossa atmosfera seja sempre uma teosfera.

Que em cada momento haja uma brisa a respirar a Tua bondade.

Que a nossa vida mostre a Tua vida,

a vida que vem de Ti.

 

Que nunca esqueçamos

que somos baptizados no Pai, no Filho e no Espírito Santo.

 

Que tudo em nós seja ressonância

desta presença divina pelas estradas do tempo.

 

Obrigado, Santíssima Trindade,

por estares em cada um de nós.

 

Obrigado porque Um de Vós

Se quis tornar um de nós,

de cada um de nós.

 

Obrigado por estares sempre connosco,

na vida e na Palavra feita carne,

na vida do Teu Filho,

JESUS!

publicado por Theosfera às 10:00

Eis como o nosso tempo está a fazer emergir uma nova «religião», com um único «deus» (o dinheiro) e uma nova «trindade» (com muitas aspas).

Segundo o teólogo Xabier Pikaza, essa «trindade» é composta «pelo Deus-Capital (que não é Pai, mas monstro que tudo devora), pelo Filho-Empresa, que não redime, mas produz bens de consumo ao serviço dos privilegiados do sistema, e pelo Espírito-Mercado, que não é comunhão de amor, mas forma de domínio de uns sobre os outros».

Esta idolatria, que está longe de ser felicitante, não é humanizadora. Desvia-nos de Deus e nem sequer nos recentra no Homem!

publicado por Theosfera às 08:52

Neste dia da solenidade da Santíssima Trindade, o mistério por excelência, somos, uma vez mais, confrontados com os limites da linguagem.

 

Para falar de Deus, a linguagem parece um estorvo. E, de facto, não é uma estrada muito plana. É, acima de tudo, uma via muito íngreme, acidentada.

 

Fala-se, habitualmente, da Trindade como um sistema de relações (geração, espiração, pericorese, circumincessão, agenesia, etc.).

 

Raimon Pannikar disse a um bispo africano, aflito por não conseguir transpor este discurso para os seus diocesanos, que ele era um homem cheio de sorte. É que, em relação a Deus, é muito mais o que não sabemos do que o que sabemos.

 

Já Tomás de Aquino aludia à miséria das palavras (inopia vocabulorum). Como lembrava alguém, só é possível compreender Deus se não O quisermos explicar. A Teologia será sempre gaga. Só por tímidos balbucios deixará escapar algo do muito que (não) sabe.

 

Para falar de Deus, resta-nos o amor. Agostinho de Tagaste dizia que o Pai é o amante, o Filho o amado e o Espírito Santo o amor. É uma concepção colada à matriz neotestamentária: «Deus é amor» (1Jo 4, 8.16).

 

Entretanto, Mestre Eckhart, com a irreverência mística do seu génio, chega à mesma conclusão usando a linguagem do...riso: «O Pai ri para o Filho e o Filho ri para o Pai, e o riso gera prazer, e o prazer gera alegria, e a alegria gera amor».

 

Sublime! E, sem dúvida, muito comovente!

publicado por Theosfera às 08:48

Por vezes, tudo acontece em cascata e sem que nos apercebamos.

Sofremos com o desprezo e achamos que o melhor é alardear desprezo.

Mas, com isso, não atraímos solidariedade nem repomos justiça. Só acrescentamos veneno.

Como notou Kellgren, poeta sueco, «todos aqueles que se sentem desprezados fazem tudo na vida para serem odiados».

É pena que seja assim. É urgente que deixe de ser assim!

publicado por Theosfera às 08:45

No Livro da Sabedoria (6, 15) vem um precioso elogio da mesma, da sabedoria: «Quem vigia pela sabedoria logo se isenta de preocupações».

É por isso que a sabedoria, não dispensando o conhecimento, vai mais longe que o conhecimento.

Há uma sabedoria que se apreende numa única universidade: na universidade da vida!

publicado por Theosfera às 08:42

«O encanto é a virtude sem a qual todas as restantes são inúteis».

Robert Stevenson estava certo.

Sem encanto, nem sequer somos capazes de advertir as outras virtudes!

publicado por Theosfera às 08:39

A coragem não é corajosa (passe o truísmo) quando é intempestiva, vulcânica, repentina.

A coragem, muitas vezes, mede-se pela paciência. Aliás, foi o que notou Étienne Sénancour: «A coragem real é mais paciente que audaciosa».

Os resultados costumam demorar. Mas a paciência é alentadora e, por isso, eficaz.

É a impaciência (ainda que travestida ocasionalmente de coragem) que tudo destrói e compromete!

publicado por Theosfera às 08:37

Hoje, 26 de Maio (Solenidade da Santíssima Trindade), é dia de S. Filipe de Néri e de Sta. Maria Ana de Paredes.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:01

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