O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Segunda-feira, 20 de Maio de 2013
O futebol é apenas um jogo, um passatempo. Não vale a pena exagerar na importância do desporto. Mas muito se pode aprender com o futebol.

Veja-se o que se está a passar com o Sporting. Há muitos paralelismos com a situação do país.

De jogo para jogo, diziam que o clube ia melhorar. Mas, à excepção da recta final, a sensação dominante foi sempre a de uma decadência acentuada.

 
O mais estranho é que, apesar de tudo, o Sporting tem capacidade para fazer muito mais. Do mesmo modo, subsiste a impressão de que o país é capaz de muito melhor. O problema é que o Sporting fica à espera do que vai acontecer. O país também já está á espera do que vai ocorrer.

Em ambos os casos, falta iniciativa. O país está condicionado pelo défice. O Sporting mostra-se tolhido pela dívida.

Tem valido ao Sporting o guarda-redes, ao impedir que o desnorte seja maior. Tem valido ao país a resistência do povo, ao não deixar que o desastre seja total.

Será possível escapar ao abismo? Às vezes, é preciso estar perto do fundo para começar a subir. Só não sabemos se o fundo ainda conseguirá ser mais fundo.
 
É possível que sim. Acreditemos que não!
publicado por Theosfera às 10:22

O conhecimento é feito de completude porque a verdade está na totalidade.

Pressupõe, portanto, além de uma necessária proximidade, um inevitável distanciamento.

Só se vê a totalidade quando se está a uma certa distância.

Para conhecer, é preciso viver. Para viver, é fundamental conhecer.

Mas em cada momento da vida o conhecimento acerca da mesma vida é sempre parcial. É por isso que o conhecimento vem só depois.

Só depois das decisões tomadas e dos factos acontecidos é que conseguimos avaliar se a decisão foi certa ou errada.

Viver é optar. E conhecer acaba por ser também arriscar!

publicado por Theosfera às 09:58

Teimamos em ver o Estado como uma casa invertida, vista a partir do topo, construída a partir de cima.

Mas o Estado, como todo o edifício, só faz sentido se tiver alicerces. E os alicerces do Estado são as pessoas.

Já no século XIX, John Stuart Mill percebeu: «No final de contas, o valor do Estado é o valor das pessoas que o compõem».

Não é degolando as pessoas que o Estado se consolida.

A relação entre o Estado e a sociedade não pode ser antinómica nem sequer dialéctica.

O destino do Estado está, indelevelmente, ligado à sorte das pessoas.

Se as pessoas não viverem, o Estado sobreviverá?

publicado por Theosfera às 09:44

Hugo Hofmannsthal assinalou: «Qualquer novo conhecimento provoca dissoluções e novas integrações».

De facto, qualquer conhecimento novo começa por nos capacitar do nosso desconhecimento, do nosso não conhecimento.

O conhecimento é antes de mais abertura. A sabedoria é sobretudo atenção!

publicado por Theosfera às 09:32

Somos, os humanos, seres habituais, seres habituados.

Custa-nos muito perder os hábitos, ainda que não sejam bons.

Oscar Wilde deu conta: «Causa-nos sempre desgosto perder os nossos hábitos, mesmo os piores. São estes, sem dúvida, os que mais se lamentam, tal é a importância que têm na nossa personalidade».

Mas impõe-se fazer a devida triagem. E nunca é impossível (embora possa ser difícil) substituir hábitos maus por hábitos bons.

Afinal, a Graça de Deus também é portadora de hábito.

A Graça santificante também é conhecida como Graça habitual!

publicado por Theosfera às 09:25

A comunicação não é apenas uma necessidade. É também (e bastante) uma arte.

Às vezes, a palavra adequada pode surgir no momento inadequado.

Ter a percepção da palavra certa no momento próprio é o segredo da convivência.

Goethe recomendou: «Uma boa colecção de anedotas e máximas é o maior tesouro para o homem experiente, se ele souber entremear as primeiras em lugares convenientes na conversação e lembrar-se das segundas no momento oportuno»!

publicado por Theosfera às 09:21

Mariano Larra proclamou: «Felizes os que não falam; porque se entendem».

E, mesmo que não se entendam, eximem-se a muitos problemas.

Mas não são os problemas que nos hão-de inibir.

Tudo se requer na medida certa. Nem sempre a falar, nem sempre a calar!

publicado por Theosfera às 09:15

Já dizia o Coelet: «Os olhos do sábio estão na sua cabeça» (2, 14).

E os seus óculos acabam por se encontrar no seu coração.

Há muito que se vê para lá dos olhos!

publicado por Theosfera às 07:03

Hoje, 20 de Maio, é dia de S. Bernardino de Sena e S. Teodoro de Pavia.

Um santo e abençoado dia para todos.

publicado por Theosfera às 07:02

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