O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 27 de Abril de 2013

Cada servidor da Igreja transporta um dom e uma responsabilidade para com o Evangelho.

Dizia Joseph Ratzinger: «O pároco é mais do que o gerente da comunidade; o bispo é mais do que o gerente-presidente dos seus diocesanos; e o Papa é mais do que o secretário-geral e o superintendente das conferências episcopais».

A esta luz, «não se é presbítero sozinho, mas num presbitério de algum bispo; não se é bispo sozinho, mas num colégio de bispos, que encontra o seu ponto de unidade no bispo de Roma; e, finalmente, não se é cristão sozinho, mas como pertencente a uma ecclesia concreta, que tem a sua unidade no presbítero».

publicado por Theosfera às 22:01

O Papa Francisco não é o primeiro a ter uma influência franciscana.

Do seu imediato antecessor também se reconheceu ter sofrido igual influência.

De facto, para compreender o pontificado de Bento XVI, é necessário discutir as suas pesquisas sobre a teologia da história e a influência franciscana que recebeu.

Por este motivo, foi apresentado no dia 26 de Fevereiro de 2008, na Universidade Pontifícia «Antonianum» de Roma, a tradução para o italiano do jovem teólogo Joseph Ratzinger «São Boaventura. A teologia da história».

Trata-se do trabalho de pós-doutoramento dedicado por Ratzinger ao teólogo franciscano do século XIII, com o qual descobriu, como ele mesmo confessou mais tarde, sendo cardeal, num discurso à Academia Pontifícia das Ciências, em 13 de Novembro de 2000, aspectos inéditos sobre a relação do santo «com uma nova ideia de história».

publicado por Theosfera às 21:53

«A crise da Igreja, dizia Ratzinger nos finais dos anos 60, é resultado do abandono do essencial. O que resta é uma mera luta pelo poder. Essa luta já existe abundantemente no mundo, não precisamos dela na Igreja».

Mas, por vezes (muitas vezes, infelizmente), essa luta infiltra-se e cola-se a ela como lapa!

publicado por Theosfera às 21:18

Ainda sob o efeito da comemoração de mais um Dia da Liberdade, nunca percamos de vista que ela nunca está totalmente adquirida; tem de ser permanentemente alimentada.

A liberdade está sempre em risco. E, atenção, a ditadura não vem só pela via das armas nem das leis coercivas.

Como recorda sabiamente Mia Couto, «a pior das ditaduras é a da realidade». Não cedamos a ela.

Olhemos para a realidade como ela se apresenta. Mas não desistamos de a mudar, de a melhorar.

Melhoremos a realidade. E tornemo-nos melhores nela!

publicado por Theosfera às 11:54

A esperança não é tudo, mas é essencial para tudo.

Há quem evoque o adágio: «Quem espera, desespera». Há quem, por sua vez, opte pelo provérbio: «Quem espera sempre alcança».

Aquilino Ribeiro metamorfoseou magistralmente este último: «Alcança quem não cansa».

Não nos cansemos da esperança. Ela parece lenta. Mas costuma ser eficaz.

O povo reconhece que, «enquanto há vida, há esperança». Mas ninguém negará que, enquanto há esperança, é porque continua a haver vida.

Não apaguemos a esperança. Hoje. Sobretudo hoje!

publicado por Theosfera às 11:30

Não faltará quem comungue do pessimismo (esclarecido?) de John Le Carré: «Não consigo encontrar a esperança neste momento».

Esperemos que a esperança nos encontre a nós. A todos nós!

publicado por Theosfera às 11:24

A liberdade não é fazer tudo sobre todos ou contra todos.

No limite, tal seria não um exercício, mas uma caricatura da liberdade. Seria apenas a liberdade de um (ou de alguns) sobre ou contra a liberdade dos outros.

A liberdade é uma conjugação. A liberdade é o encontro entre liberdades.

Por isso, a liberdade requer autoridade. A autoridade não é, em si mesma, um freio à liberdade, mas um serviço para que todos possam exercer, civicamente, a liberdade.

Cesare Cantú percebeu o essencial quando disse: «A autoridade é necessária para defender a liberdade de cada um contra a invasão de todos, e a liberdade de todos contra os atentados de cada um»!

publicado por Theosfera às 11:18

Hoje, 27 de Abril, é dia de Nossa Senhora de Monserrate, Sta. Zita (padroeira das empregadas domésticas e das despenseiras) e Sto. Ântimo.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:07

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