O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 07 de Fevereiro de 2013

Não falta quem pense que a sabedoria está na astúcia.

Erro fatal.

Já Francis Bacon notou, há séculos, que «nada provoca mais danos num Estado do que homens astutos a quererem passar por sábios».

A sabedoria está na inteligência e esta avulta pela humildade.

Estamos saturados das espertezas dos astutos. Estamos carentes da inteligência dos humildes!

publicado por Theosfera às 09:49

Quem não agradece não se engrandece.

Quem presume que não precisa dos outros nem sequer se apercebe de que não existiria sem os outros.

Goethe tem razão: «A ingratidão é sempre uma forma de fraqueza. Nunca vi homens hábeis serem ingratos»!

publicado por Theosfera às 09:45

«Comandar não significa dominar, mas cumprir um dever».

Muito sábio foi Séneca.

A experiência diz que se comanda mais pela ordem.

Mas a vida mostra que se comanda melhor pelo exemplo!

publicado por Theosfera às 09:40

Hoje, 07 de Fevereiro, é dia das Cinco Chagas do Senhor, Beato João Maria Mastai Ferretti (Pio IX), Sta. Coleta e S. Ricardo.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:07

D. Hélder da Câmara percebeu muito bem o sentido profundo do Evangelho e, particularmente, a identificação de Cristo com os pobres.

 

Para o bispo brasileiro, os pobres eram a sua família. E tomava esta convicção a peito. Até às últimas consequências.

 

Quando ouvia dizer que algum pobre era injustamente preso, telefonava logo para a polícia: «Ouvi dizer que prenderam o meu irmão».

 

Aparecia logo um polícia a desfazer-se em mil desculpas: «Lamentamos muito, senhor bispo. Não sabíamos que era seu irmão. Pode vir buscá-lo quando quiser».

 

Ao chegar à prisão, alguém interpelava D. Hélder. «Mas, senhor bispo, ele não tem um apelido igual ao seu».

 

E D. Hélder replicava que todos os pobres eram seus irmãos!

publicado por Theosfera às 00:44

Faz hoje cento e quatro anos que nasceu um grande crente, um grande pastor, um grande coração, um enorme ser humano.

 

Chamava-se Hélder. Viu Deus no Homem, sobretudo nos pobres.

 

Recebeu ameaças, mas não desistiu.

 

Espécimen de uma estirpe que já rareia, faz bem evocar D. Hélder da Câmara. Sobretudo para imitar o seu exemplo e para seguir o Jesus que ele tão belamente nos mostrou.

publicado por Theosfera às 00:35

Ao entrar, ontem, no cemitério da minha terra natal, não vi o sol, apesar do sol. Só senti vento e chuva. Chuva de pranto.

Qualquer coisa tumultuava cá dentro. Estava frio, um frio entremeado pelo calor arfante da saudade.

Nada disto se explica, tudo isto se sente.

Sei que meu querido Pai, falecido há 16 anos, mora em Deus.

Não era preciso, por isso, passar pelo cemitério. Mas a vida é feita de sinais. E o túmulo é mais um sinal de uma presença que não se apaga, de um amor que não se extingue.

Ali deixei um ramo de flores. Ali depositei uma prece.

Meu Pai está sempre comigo. Eu estou sempre com meu Pai.

Ir a um cemitério não é uma experiência fácil, mas é uma experiência necessária, purificadora.

Certifica-nos de como tudo é perecível, de como tudo acaba num ápice.

Só o bem perdura. Só Deus permanece.

Vale a pena fazer do tempo uma construção de eternidade para que a eternidade possa ser um feliz corolário do tempo.

Meu querido Pai costumava dizer, nos últimos tempos, que faltava pouco para ir para a Senhora da Guia.

O cemitério fica mesmo ao lado da capela.Há uma atmosfera de dor naquele lugar. De uma dor, porém, ungida pela fé e ornada pela esperança.

Nada disto se explica. Tudo isto se sente.
publicado por Theosfera às 00:18

Não dá para esquecer apesar de as estradas do tempo acelerarem, cada vez mais, a velocidade da existência.

 

Mas aquela madrugada nunca se apaga. Nem aquele rosto que se ia apagando, sem nunca se extinguir.

 

Eram 05h37 de 7 de Fevereiro de 1997. A respiração começou a enfraquecer até que, àquela hora, parou. A 7 de Fevereiro de 1997 meu querido Pai foi chamado para junto do eterno Pai.

 

Foi há dezasseis anos. Parece que foi há instantes.

 

Por tudo, muito obrigado, meu querido Pai. Sei que continuas em mim, comigo. Sempre.

publicado por Theosfera às 00:15

Meu Pai,

de olhos embaciados,

voz soluçante

e mãos trémulas,

aqui venho,

aqui estou,

junto de ti.

 

Há dezasseis anos

(completam-se às cinco e meia da manhã deste dia 7),

olhava para teus olhos

e registava o teu último suspiro.

 

 

Parece que foi ontem,

parece que foi há instantes.

 

 

Não nego que me custou esse momento

e que ainda me dói essa imagem:

teu rosto cansado

exalava uma derradeira respiração.

 

 

Mas sabes muito bem

que tudo foi como quiseste,

tudo foi como pediste.

 

 

Estavas em casa,

e eu estava a teu lado.

 

 

Nunca te senti longe.

Mas, humano como sou,

sinto a tua falta,

o teu apoio,

os teus conselhos e recomendações,

a tua energia indomável.

 

 

Sei que estás bem,

em Deus.

 

Tenho feito o que me pediste.

Em nenhuma Eucarista te esqueço.

Lembro-te sempre ao Senhor.

Tu tens-me amparado sempre.

 

 

Eu recordo-te não como um morto,

mas como vivo e muito próximo.

 

 

Obrigado, meu Pai.

Tu partiste,

mas nunca me deixaste.

 

 

Eu sinto a tua presença,

treze anos depois.

 

 

Um dia nos encontraremos aí,

onde tu estás,

nessa pátria maravilhosa

de felicidade e paz.

 

 

Aí nos abraçaremos

e abraçados permaneceremos para sempre

em Deus!

publicado por Theosfera às 00:11

Quarta-feira, 06 de Fevereiro de 2013

Na sua sageza entremeada de simplicidade, o povo diz que se morre conforme se vive.

Nem sempre se poderá confirmar esta máxima. Mas raramente ela é infirmada.

Já a Bíblia assegura que «é pela morte que se conhece o homem».

E, mais recentemente, Christian Hebbel notou que «a morte mostra ao homem aquilo que ele é».

O mais distante é, assim, o mais próximo. A morte é o nosso corolário, o nosso rosto!

publicado por Theosfera às 09:43

Receava, mas não podia saber. Só Deus sabe.


Este dia, 6 de Fevereiro, há 16 anos, ia quente. Era o último dia de meu querido Pai nesta terra.


Já só comunicava por gestos. Foram momentos de muita dor, que deram lugar a tempos de profunda saudade.


Mas todos estes sentimentos foram emoldurados por um profunda e serena paz. Sei que, na madrugada seguinte, meu querido Pai encetou uma viagem que o levou ao seio do Pai, ao coração de Deus.


É lá que se encontra. É lá que o reencontro. Sempre.
publicado por Theosfera às 07:02

Hoje, 06 de Fevereiro, é dia de S. Paulo Miki e seus Companheiros Mártires, Sta. Doroteia, Sto. Amândio e S. Mateus Correa de Magallanes.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:00

Faz hoje 405 anos que nasceu o Padre António Vieira.


Vieira é muito apreciado pela forma. Mas merece ser reapreciado sobretudo pelo conteúdo, pela profecia, pela coragem, pela fidelidade.


Leiamos Vieira. Hoje. E sempre.


Precisamos de reaprender a beleza do que ele disse e a intensidade do que ele escreveu.


É, realmente, um imperador. Da língua. E da coragem.
publicado por Theosfera às 06:24

Terça-feira, 05 de Fevereiro de 2013

O tempo avança. Mas há números que nos fazem recuar.

Ficámos, hoje, a saber que o consumo de cimento no ano passado caiu para níveis anteriores a 1974.

Isto significa que, na construção, demos, em 2012, um salto de 38 anos para trás!

Espanta, por outro lado, que este salto se tenha verificado na construção.

É que, de facto, do que mais precisamos é de construir: não só de construir casas para as pessoas, mas também (e sobretudo) de construir pontes entre as pessoas!

publicado por Theosfera às 10:26

É belo dar.

É belo dar coisas. É mais belo dar a vida. E é sublimemente belo dar tudo sem fazer alarde.

Significa que até se dá a própria possibilidade de tirar algum proveito.

É que a teoria de que «não há almoços grátis» assegura que nunca se dá inteiramente nada. Mesmo quando se dá, algo se pretende em troca. Se não for dinheiro, poderá ser fama ou, pelo menos, reconhecimento.

Tal reconhecimento até será justo. Mas não poderá ser imposto. Terá de ser espontâneo.

Os meus olhos tropeçaram com o nome de Wislawa Szymborska, poeta polaca distinguida com o Nobel e que faleceu há um ano.

Veio-se, agora, a saber que o dinheiro do prémio foi doado para ajudar escritores em dificuldades.

Mas não se ficou por aqui. Pôs como condição que não se soubesse que era ela que doava o dinheiro.

Duplamente meritória esta atitude: abdicou do dinheiro e abdicou da fama.

Deu (deu-se) a duplicar. É raro.

Mas, por sinal, lembro alguém, igualmente já falecido, que quando me entregava algum contributo, não só não pedia que nada dissesse como exigia que ninguém o soubesse.

Uma senhora e um senhor que souberam fazer a diferença!

publicado por Theosfera às 10:12

Flaubert achava que «a medida de uma alma é a dimensão do seu desejo».

Uma alma imensa tem um desejo desmedido.

Não se trata, porém, do desejo de possuir ou do desejo de mandar.

O desejo que engrandece a alma é o desejo de procurar, o desejo de nunca desistir, o desejo de sempre recomeçar.

Trata-se, no fundo, do «desiderium Dei».

O desejo de Deus é, ao mesmo tempo, saciado e insaciável.

Quanto mais é saciado, tanto mais gera vontade de O continuar a desejar!

publicado por Theosfera às 09:47

Coisa bela é a amizade. Como alimentá-la? E como fortalecê-la?

Marie Sévigné achava que «a amizade torna-se mais forte quando os interesses são comuns».

Não sei.

O problema não estará nos interesses não serem comuns. O problema começará a estar, desde logo, nos interesses.

Quando a amizade se funda em interesses será amizade?

Poderá ser «amiguismo». E este logo cai quando os interesses cessam ou conflituam...

publicado por Theosfera às 09:42

«A literatura num país sem liberdade pública é a única tribuna do alto da qual se pode fazer ouvir o grito da sua indignação e da sua consciência».

Palavras de Alexandre Herzen.

Eu diria que, acima da literatura, só a fé emoldurada pela esperança.

E muita literatura é o espelho diáfano dessa fé!

publicado por Theosfera às 09:38

Um precioso estímulo de Eleanor Roosevelt: «Ninguém pode fazer com que te sintas inferior sem o teu consentimento».

Julgo que ela não estaria a pensar na resistência violenta. Eu penso que o mais importante é apostar na persistência pacífica.

Manter a coerência e o padrão de conduta nunca inferioriza. Mesmo que muitos pretendam inferiorizar!

publicado por Theosfera às 09:35

Hoje, 05 de Fevereiro, é dia de Sta. Águeda e S. Jacob.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:02

Segunda-feira, 04 de Fevereiro de 2013

O que é o erro?

Se a verdade é revelação, o erro acabará por ser ocultamento.

Será, muitas vezes, um ocultamento involuntário, resultado de uma aproximação enviesada à realidade.

Mesmo assim, o erro tem a sua validade. Funciona como uma espécie de despertador.

Mas, nesse caso, o erro só nos ajuda quando damos conta dele, isto é, quando nos apercebemos de que errámos.

Nessa altura, damos conta de que estivemos equivocados.

Daí Chesterton ter dito que o erro é uma verdade enlouquecida.

Não diria tanto. O problema é a fronteira é muito ténue.

Há coisas que parecem tão verdadeiras que nos custa admitir que estão erradas.

É por isso que não devemos ficar pelo aparato, pela insinuação. A verdade gosta das profundezas.

O que salta à superfície nem sempre corresponde ao que está lá em baixo!

publicado por Theosfera às 09:40

Dizem que o comércio é guiado por uma lei: pela lei da oferta e da procura.

Quando a procura é grande, a oferta torna-se cara. E, nesse caso, será como assinalou Jules Goncourt: «O comércio é a arte de abusar do desejo ou da necessidade que alguém tem de alguma coisa».

Quem tem necessidades e não tem meios para as satisfazer fica na mãos de quem tem meios e, por vezes, não sente as necessidades dos outros.

Mais justiça e menos calculismo!

publicado por Theosfera às 09:32

Muitas vezes, de facto, é como disse Jean de la Bruyère: «Para o homem, apenas há três acontecimentos: nascer, viver e morrer. Ele não sente o nascer, sofre ao morrer e esquece-se de viver».

Quem se esquece de viver arrisca-se a nunca se lembrar de ter vivido!

publicado por Theosfera às 09:27

A multidão tem gente. Tem emoção. Tem voz. Tem gritos. Pode ter causas.

Mas terá razão?

Roscommon era taxativo: «A multidão nunca tem razão».

Não diria «nunca». Diria porventura «muitas vezes».

De facto, muitas são as vezes em que a multidão perde a razão que os seus membros tinham.

Daí a percepção. O problema não é tanto a multidão não ter razão. O problema estará sobretudo no facto de a multidão perder a razão.

Frequentemente! Tristemente!

publicado por Theosfera às 09:19

Hoje, 04 de Fevereiro, é dia de S. João de Brito, S. José de Leonissa, Sta. Maria de Matias e Sta. Catarina de Ricci.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:07

Domingo, 03 de Fevereiro de 2013

Todo o ser humano tem necessidade de comunicar.

Quem não fala é tentado a escrever. Quem fala menos escreverá mais.

É a lei das compensações.

Dizem que S. Tomás, que escreveu muito, falava muito pouco.

Miguel Sousa Tavares acha que «escrever é usar as palavras que se guardam; se falares de mais, já não escreves porque não te resta nada para dizer».

É claro que, como todas as regras, também esta tem excepções.

Há quem fale muito e escreva bastante. Há quem faça escorrer a verborreia da conversação para a escrita.

Mas também é verdade que há coisas que só funcionam se forem escritas e não faladas. E outras há ainda que nem faladas nem escritas.

Há coisas que só caladamente se dizem. E que só silenciosamente se escutam!

publicado por Theosfera às 14:03

Muitas são as vezes em que procuramos longe, muito longe, o que está perto, muito perto.

Eis a lição do Evangelho deste Domingo.

Jesus é a chave, o médico, a salvação, o salvador. O

s Seus conterrâneos não O aceitam. Muitos dos Seus contemporâneos não O reconhecem.

E continuam a (des)esperar. E Ele continua a estar. Disponível como sempre!

publicado por Theosfera às 08:50

«A paciência dos povos é a manjedoura dos tiranos».

Marchi tem razão. Mas eu não enfatizaria tanto a paciência. Colocaria mais a tónica na indolência e na conivência.

Não é a paciência de quem persiste nas suas convicções que leva a transigir com os tiranos. É a indolência de muitos e a conivência de tantos que os mantém no poder!

publicado por Theosfera às 08:49

O Padre António Vieira proclamou: «Muito mais para temer é o inimigo oculto e dissimulado que o inimigo descoberto».

Ao menos, com a inimizade assumida não há ilusões!

publicado por Theosfera às 08:48

Muito turbulenta é a presença do dinheiro na nossa vida.

Jean-Jacques Rousseau entreviu o nervo do problema: «O dinheiro que temos é o instrumento da liberdade; aquele de que andamos atrás é o da servidão»!

publicado por Theosfera às 08:47

Hoje, 03 de Fevereiro (IV Domingo do Tempo Comum), é dia de S. Brás, Sto. Estêvão Bellesini, Sto. Ansgário (ou Óscar), Sta. Claudina Thévenet e Sta. Ana Maria Rivier.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:06

Sábado, 02 de Fevereiro de 2013

Estarão podres as palavras, como se queixou Jorge de Sena?
O problema não estará nas palavras, mas no uso que se lhes pode dar.
As palavras tanto podem envenenar como embelezar.

Depende dos lábios que as balbuciam e do coração que as alojam!

publicado por Theosfera às 11:15

O calculismo é o irmão gémeo da precipitação. Ambos bloqueiam o progresso, impedindo que se faça o que deve ser feito.

O calculismo actua pela indefinição. A precipitação age através do equívoco.

Maquiavel deixou o aviso: «A ambição do homem é tão grande que, para satisfazer uma vontade presente, não pensa no mal de daí a algum tempo pode resultar dela».

É fundamental reflectir antes de agir!

publicado por Theosfera às 09:43

A força desfaz muito, mas conseguirá fazer muita coisa?

Paul Valéry adverte: «Um ciclone pode arrasar uma cidade, mas não consegue abrir uma carta».

A força da razão pode bem mais que a razão da força!

publicado por Theosfera às 09:10

Hoje, 02 de Fevereiro, é dia da Apresentação de Jesus no Templo (festa conhecida também como Nossa Senhora da Candelária ou das Candeias), Sta. Joana de Lestonnac, S. Cornélio (centurião), Sto. André Maria Ferrari e Sta. Maria Catarina Kasper.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:07

Sexta-feira, 01 de Fevereiro de 2013

Muitas vezes, é mesmo como disse Alphonse Karr: «Os auditórios não são constituídos por pessoas que ouvem, mas por pessoas que aguardam a sua vez de falar».

Dá a impressão de que, hoje em dia, toda a gente tem muito para dizer.

Pena é que não se pense que toda a gente (também) tem muito para escutar!

publicado por Theosfera às 09:57

Ninguém se julgue imune a influências. Todos somos influenciáveis e influenciados.

Bom será poder escolher as influências.

Ambrose Bierce entendia que «decidir é sucumbir à preponderância de um determinado conjunto de influências sobre um outro conjunto de influências».

O discernimento faz-se entre as circunstâncias que nos rodeiam.

Precisamos de uma luz. Deus é luz (cf. Sal 35, 10).

Deus é uma luz que se acende em nós. Não a ofusquemos!

publicado por Theosfera às 09:53

Muito gente achará que a paciência é um sinal de fraqueza ou um sintoma de indecisão.

George Sand, por sua vez, achava que «a paciência não é senão uma energia».

Trata-se de uma energia que, a seu tempo, mostrará a sua força. E dará preciosos resultados.

Afinal, alguma coisa boa vem da impaciência?

publicado por Theosfera às 09:48

Hoje, 01 de Fevereiro, é dia de Sta. Viridiana, Sto. António Peregrino, Sto. André de Ségni, Sta. Maria Vaiblot, Sta. Odília de Baumgarten e Sta. Ana Michelotti.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:06

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