O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 08 de Fevereiro de 2013

Nesta altura, tudo é ainda mais fingido, mais formatado.

 

A começar pela alegria, tudo parece ser artificial.

 

São máscaras que, nestes dias, se colocam em cima das outras máscaras: as de todos os dias.

 

A alegria é bela quando é adornada pela simplicidade e robustecida pela franqueza e rectidão.

 

Há alegria quando não há máscaras.

 

Mas não é a palavra máscara (prósopon, em grego) que se traduz por pessoa?

 

Na vida, devíamos deixar cair as máscaras. Todas!

publicado por Theosfera às 10:30

Por estes dias e apesar do Carnaval, ninguém está contente.


Também não há muitos motivos para grandes contentamentos. As notícias do presente são preocupantes. E os próprios ecos do futuro ameaçam ser sufocantes.


Mas terá havido alguma época em que os portugueses formassem um povo feliz?


Há mais de cem anos, Miguel de Unamuno, que nos conhecia bem, dizia que éramos um «povo triste», um «povo de suicidas» ou até um «povo suicida».


De facto, parece que estamos sempre a caminho do abismo. Mas como ainda vamos sobrevivendo, qual Fénix, então é possível que sejamos também um povo «morticida». Isto é, um povo que, à medida que parece afundar-se de vez, vai ressurgindo.


O abismo está perto. Mas ainda não nos devorou!
publicado por Theosfera às 10:22

Interrogado sobre a diferença entre os homens cultos e os incultos, Aristóteles disse: «A mesma diferença que existe entre os vivos e os mortos».

Bem verdade.

A cultura perpetua a vida até para lá da morte. A falta de cultura como que traz a morte para o meio da própria vida!

publicado por Theosfera às 10:10

É tão volúvel a imagem. É tão efémero o prestígio. É tão superficial, por vezes, a reputação.

Henri Régnier anotou: «A reputação de ser hábil decorre, muitas vezes, de imperícias de que soubemos tirar partido».

É bem verdade.

A habilidade de muitos vive à custa da inabilidade de tantos!

publicado por Theosfera às 10:05

Maria Jotuni percebeu que «uma boa acção invisível não é rendível». E é por isso que muitos deixam de a praticar.

Muitas vezes, a tentação é olhar mais para o proveito do que para a acção.

Parece que tudo o que não noticiado e publicitado não tem valor, não existe.

Importante será ter presente que o maior rendimento de uma boa acção é a sua execução.

O que é bom difunde. Não precisa de altifalantes!

publicado por Theosfera às 09:59

Winston Churchill assegurou: «Uma ordem seguida de contra-ordem dá desordem».

Luigi Einaidi garantiu: «Onde existem muitos para comandar, nasce a confusão».

O problema é que quando há só um a mandar, pode não nascer a confusão; mas costuma germinar a opressão.

É por isso que entre o mando de um e o comando de muitos a alternativa não é brilhante.

O melhor é trocar de verbo.

Gozoso pode ser mandar. Importante, porém, é servir. A todos. E sempre!

publicado por Theosfera às 09:53

Hoje, 08 de Fevereiro, é dia de S. Jerónimo Emiliano, Sta. Jacoba ou Jacquelina e Sta. Josefa Fortunata Backhita.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:04

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