O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 01 de Dezembro de 2012

O telemóvel deixou de ser apenas um instrumento. Passou a ser uma revelação, um critério, uma bússola ontológica.

As gerações mais novas funcionam como um barómetro. Tirar-lhes o telemóvel é como amputar uma parte do seu ser.

Tudo está alterado e muito parece invertido. A pergunta já não é «está lá?», mas «onde estás?».

O telemóvel surge, assim, como uma forma de controlo, de intromissão suprema na privacidade.

E, ironia das ironias, o padrão da má educação também já não é o mesmo.

Má educação seria, de facto, perguntar: «Onde estás?» Mas, para muitos, má educação é não atender a chamada!

publicado por Theosfera às 14:07

Dia de sol. Dia cinzento no sol.

O céu brilha de azul. A alma parece sucumbir de cinzento. Há quem queira roubar-nos a alegria.

Por isso, oremos com Bach: «Meu Deus, não deixes que eu perca a alegria que há em mim»!

publicado por Theosfera às 14:00

O Estado leva-nos tudo. O Estado interfere em tudo. O Estado manda em tudo. O Estado inspecciona tudo. O Estado resolve tudo?

Em «O caminho para a servidão», Friederich Hayek denunciou que o excesso de planificação da sociedade tem duas consequências: a pobreza da população e a tirania política!

publicado por Theosfera às 13:55

Há coisas que podemos mudar. Há coisas que, além de poder, devemos mudar.

Mas há coisas que, mesmo querendo, não podemos mudar.

Nem sempre é possível, cumprindo a máxima de Emerson, «anular o destino».

De facto e como alerta Victor Hugo, «o destino é severo. Sejamos nós indulgentes. O que é preto talvez não seja escuro»!

publicado por Theosfera às 13:48

Perturba-me a política concebida como um organigrama perfeito e executada a regra e esquadro.

É uma política que não olha, que não vê e que não repara.

É uma política que não tem em conta que o centro são as pessoas.

Quando as coisas não funcionam, devia ser a política a subordinar-se às pessoas, mas acabam por ser as pessoas a subordinar-se à política.

Querem um dado? Doze mil pessoas são atiradas para o desemprego em cada mês!

Tudo devia parar aqui. Tudo devia ser mudado a partir daqui!

publicado por Theosfera às 13:34

Às vezes, a companhia das outras pessoas não parece ser muito compatível com a companhia dos nossos ideais, com a companhia dos nossos valores.

Nessa altura, uma tentação sobrevém. Para termos a companhia das pessoas, abdicamos da companhia dos valores, das convicções.

É triste, mas, como avisa Pedro Mexia, «ficamos sozinhos quando somos exigentes. Ficamos sozinhos quando não mentimos. Ficamos sozinhos quando defendemos as nossas convicções».

É claro que não devia ser necessário fazer esta escolha cruel: entre a popularidade sem convicções e convicções sem popularidade. Mas se tiver de ser, que seja.

Afinal, os maiores solidários acabaram por ser os grandes solitários.

A vida é mesmo paradoxal!

publicado por Theosfera às 13:25

O entusiasmo é bom. Mas não é o mais importante. Nem o mais difícil.

Hugo Hofmannsthal anotou: «Aceitar é mais difícil do que entusiasmar-se».

Mas a aceitação da vida é uma das pedras angulares da felicidade!

publicado por Theosfera às 13:16

Grandes mestres vamos encontrando, mas nenhum professor é tão eloquente como o tempo.

«Talvez o tempo te ponha na sua escola mas não terás melhor professor que ele».

Abu Shakur viu bem.

Não desperdicemos o tempo. Escutemos o tempo!

publicado por Theosfera às 12:27

José de Alencar está certo quando diz que «a ocasião faz o homem».

Mas nós também não erraremos se dissermos que o homem faz a ocasião.

A época faz a pessoa. Mas a pessoa também faz a época.

Grande dom. E tremenda responsabilidade!

publicado por Theosfera às 12:23

Jean-Jacques Rousseau alertou: «Pelos mesmos caminhos não se chega sempre aos mesmos fins». Diferentes pessoas nos mesmos caminhos ajudam-nos a chegar a diferentes fins.

O mesmo veículo tem conduções diferentes conforme o condutor.

A diferença está, acima de tudo, na pessoa. É a pessoa que traça a direcção!

publicado por Theosfera às 12:17

Hoje, 01 de Dezembro, é dia da Bem-Aventurada Maria Clara, de Sto. Edmundo, S. Roberto, Sta. Maria Clementine Anuarite e Sto. Elói.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:05

Hoje fazia 94 anos o Bispo que me ordenou e que tantas saudades me deixou.

 

O senhor D. António de Castro Xavier Monteiro nasceu em S. João de Airão (Guimarães) a 1 de Dezembro de 1918.

 

Entrou em Lamego em 1972, vindo do Patriarcado de Lisboa, e aqui esteve até à morte, ocorrida a 13 de Agosto de 2000.

 

Diz Elie Wiesel que «esquecer é rejeitar».

 

Seria imperdoável esquecer quem nunca nos esqueceu.

 

O senhor D. António tinha presença de pastor, palavra de mestre e olhar de pai.

publicado por Theosfera às 00:04

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