O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 18 de Outubro de 2012

Tempos interessantes, estes.

A democracia fragiliza-se. Mas, nessa fragilidade endémica, dá sinais de pujança.

Não surgem grandes propostas. Mas não faltam protagonistas.

Estes, os protagonistas, não são apenas os actantes do poder e da oposição. São também os comentadores e os cidadãos.

O povo está a despertar. A vigilância cresce. Mas ainda não se vislumbram alternativas, algo verdadeiramente diferente!

Ainda andamos à procura. Com uma bússola que, para já, ainda não divisa o caminho!

publicado por Theosfera às 09:53

Muito pertinente a observação de Chesterfield: «Um espírito mesquinho é como um microscópio: aumenta as pequenas coisas, mas impede de ver as grandes».

O microscópio pode ampliar as coisas pequenas. Mas nem por isso as torna grandes.

O que torna grandes as coisas é a sua autenticidade, a sua verdade, não a sua aparência!

publicado por Theosfera às 09:40

Cada vez mais propendo a aquiescer a Horácio: «De todas as ciências, a moral é a mais interessante». A mais interessante e, nos tempos que correm, a mais decisiva.

O que faz a diferença não é o conhecimento, por muito importante que ele seja.

O que faz a diferença é o comportamento, a conduta, a vida!

publicado por Theosfera às 09:34

Hoje, 18 de Outubro, é dia de S. Lucas e S. Monon, ermita.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:09

E, de repente, eis-me a pensar que talvez tenha chegado a hora de dar a vez (e a voz) aos ignorantes. Porque, afinal, são eles que se lançam à procura da sabedoria.

O nosso mal, o mal do nosso país e do nosso mundo, vem daqueles que impõem o seu «saber».

Os factos não abonam nem corroboram tal saber. E, no entanto, insistem.

Há que mudar de paradigma e de protagonistas. Creio que os (que se julgam) ignorantes serão capazes de coligir ideias inovadoras e propostas brihantes. Porque serão capazes de sair de si!

A sabedoria não se afere pelo que se tem, mas pelo que se pode vir a ter.

Quando há procura, há a possibilidade de se vir a encontrar.

«Os verdadeiros sábios, assinala Augusto Cury, são os mais convictos da sua ignorância». São esses os que estão no caminho de ascender ao conhecimento!

publicado por Theosfera às 00:00

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