O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 14 de Outubro de 2012

Nada é impossível para Ti.

Tudo é possível conTigo, Senhor.

 

Hoje em dia, precisamos de acreditar,

de não desistir

e de sempre caminhar.

 

Obrigado, Senhor, pelo estímulo

e pelo constante apoio.

 

O caminho é difícil, mas não é inviável.

Ele pode ser trilhado.

E, como aos discípulos de Emaús,

também hoje nos acompanhas.

 

És o nosso companheiro,

o que partilha a nossa vida.

 

Tu queres, Senhor, que saibamos os mandamentos.

Mas não chega.

 

Mais importante que saber é fazer.

Saber é necessário, mas fazer é decisivo.

 

Àquele homem, de que fala o Evangelho, faltava apenas uma coisa.

Às vezes, também nos falta apenas uma coisa.

Mas essa coisa pode ser a mais importante.

 

É preciso dar aos pobres,

repartir com os pobres.

 

Como são actuais estas palavras.

Como é pertinente este apelo.

Como é urgente esta prioridade.

 

É aqui que está a sabedoria.

A sabedoria não está apenas no conhecimento.

A sabedoria está sobretudo no amor.

O amor é mais sábio que a sabedoria.

 

Essa sabedoria está na Tua Palavra

e no Teu Pão.

 

Obrigado, Senhor, por seres a Mesa

e o Pão.

 

Obrigado, Senhor, por nos dares tudo em abundância.

Obrigado por tanto. Obrigado por tudo.

 

Que nós saibamos repartir.

Neste momento de crise, aumenta a nossa solidariedade

e faz crescer o nosso amor!

publicado por Theosfera às 11:23

Quando falta um elemento, falta a totalidade. Esta, a totalidade, é composta pelas partes que a integram.

Quando pensamos em democracia, pensamos (ou devíamos pensar) sobretudo no povo.

Ora, o povo manifesta-se nas eleições. Mas não só.

Ai de uma democracia que não está atenta aos sinais do povo. Uma democracia que se faça sem povo ou (o que é pior) contra o povo será democracia?

Muito se fala do perigo de a democracia estar na rua.

Isso é preocupante para muitos. E, desde logo, é o sintoma do drama de muitos.

A rua é um sinal para a democracia. O direito à manifestação está consagrado. É conatural ao conceito de democracia.

Por muito que nos custe admitir, muitas democracias começaram na rua.

Foi a rua que que tornou a democracia inevitável em muitos países.

Mas a experiência ensina que muitas democracias também podem acabar na rua.

As manifestações de rua costumam sinalizar não o esgotamento do regime democrático, mas a falência de muitas políticas em democracia.

Ignorar ou menoscabar o que se passa na rua será o pior erro que a classe política pode cometer.

A austeridade não ficará por aqui. Mas a contestação também por aqui não ficará.

Tenho algum receio. Quero continuar a ter esperança!
publicado por Theosfera às 07:14

O desnorte não é exclusivo dos cidadãos em tempos difíceis.

Parece ser também uma característica dos poderes em qualquer tempo.

Quem ajudou a impor a austeridade vem (agora) alertar para os seus riscos.

Tarde. Talvez demasiado tarde.

Aliás, há qualquer coisa, nestes meandos miasmáticos, que escapa ao cidadão comum.

Dívidas e empréstimos sempre houve entre pessoas e países. É natural que o credor imponha condições, nomeadamente juros e prazos. Mas impor um tipo de vida como redução de salários e aumento de impostos? Isto nunca se tinha visto.

E, já agora, a «troika» é a única instância a que pode pedir dinheiro? Não seria possível pedir empréstimo a outros países ou a entidades bancárias de muitos países?

Noutras latitudes, a história mostra que países houve que venceram crises quando dispensaram os serviços do FMI!

Dá que pensar!
publicado por Theosfera às 07:12

Hoje, 14 de Outubro, XXVIII Domingo do Tempo Comum, é dia de S. Calisto, Sta. Madalena Panattieri e S. João Ogilvie.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:10

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