O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 02 de Outubro de 2012

Este, o nosso, é o tempo dos três t´s.

Estamos, de facto, no tempo da transição, da transformação e da turbulência.

Quem o diz é o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon.

Tudo está a mudar. Tudo está a mudar aceleradamente. E, nesta aceleração da mudança, a turbulência é inevitável, embora raramente desejável.

O que mais ressalta, dentro deste processo planetário, é a impotência dos líderes e das instituições. Vamos fazendo o papel de notários.

Limitamo-nos a registar (e a lamentar) o que vai acontecendo.

É isto que me preocupa.

Creio numa mudança que seja capaz de gerir (e alterar) o rumo dos acontecimentos.

Quando?

publicado por Theosfera às 10:51

Um dos critérios para aferir a maturidade de uma pessoa está na forma como reage aos momentos de adversidade. Porque, de facto, esse é o maior teste.

É claro que a tristeza e o abatimento visitam todas as vidas em (quase) todas as horas.

A reacção perante essas situações é que faz a diferença.

Alexander Pope achava que «suportam melhor a censura os que merecem elogio».

De facto, às vezes a censura resulta da incapacidade que muitos têm em reconhecer. E é por isso que existe uma grande animosidade para com os que praticam bem. Basta olhar para os casos de Jesus, Oscar Romero ou Madre Teresa.

Quem faz o bem não anda à procura de elogios. E, de caminho, não receia as censuras. Estas fazem doer.

Moem. Mas não esmagam!

publicado por Theosfera às 10:33

Revejo-me em Quintiliano quando proclama que «a consciência vale por mil testemunhas».

Muitas vezes, as testemunhas não depõem a favor dos justos nem a favor da verdade.

Uma consciência recta, escorada numa alma pura e numa vida limpa, é a maior (quiçá, a única) consolação!

publicado por Theosfera às 10:23

Ninguém tem o monopólio da verdade. Todos nós estamos expostos ao erro.

Mas, neste caso, antes errar por se inocentar um culpado do que por condenar um inocente.

Voltaire afirmou: »Mais vale arriscarmo-nos a salvar um culpado do que a condenar um inocente».

Na dúvida sempre a tolerância e nunca a precipitação!

publicado por Theosfera às 10:19

O que se diz nem sempre é guiado pelo que se pensa. Muitas vezes, é também dominado pelo que se sente.

Herber Spencer assinalou: «A opinião é determinada, em última análise, pelos sentimentos e não pelo intelecto».

Não diria tanto. O intelecto interfere sempre. Mas, como é óbvio, está condicionado (e iluminado) pelos sentimentos.

Zubiri falava de «inteligência sentiente», da inteligência que sente.

Acontece que, na hora que passa, há sentimentos pouco temperados. E há palavras que fazem eco desse destempero.

Um pouco de comedimento seria, pois, sadio.

No hebraico, a raiz «dbr» tanto dá para «palavra» como para «peste». E não há dúvida de que há palavras que empestam e que, nessa medida, engodam.

Um reforço da serenidade será, por isso, bem-vindo!

publicado por Theosfera às 10:11

Hoje, 02 de Outubro, é dia dos Stos. Anjos da Guarda, S. Tomás de Bereford e Sto. António Chevrier. Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:05

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