O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 16 de Setembro de 2012

Este é o tempo da indignação. O presente justifica-a.

Mas este tem de ser também o tempo da esperança. O futuro convoca-a.

Não sei como a crise será vencida. Mas tenho a certeza de que a crise será vencida.

A época é de sombras. Mas até nas sombras mais escuras brilha a luz!

Os caminhos estão grávidos de esperança. Não deixemos de os percorrer!

publicado por Theosfera às 23:00

Há um ministro que parece parar muito antes de falar. Era bom que parasse ainda mais antes de agir. E de reagir.

É que as acções do poder parecem intempestivas. E nem a serenidade do discurso parece apagar a turbulência das decisões.

Não espanta que, na era dos extremos (assim qualificou Eric Hobsbhaw o nosso tempo), as acções (e as reacções) sejam tomadas por impulso.

Bem avisados andaremos, pois, se cada um de nós fizer uma coisa muito simples: antes de falar, antes de escrever, antes de agir, parar um pouco.

É uma coisa muito simples. Mas também muito sábia. E bastante útil!

publicado por Theosfera às 22:59

Curiosa a reacção da espectadora: «Ele (o ministro) fala tão devagar que até me irrita!».

Lembrei-me de Carlos Drummond de Andrade: «Não é fácil ter paciência diante dos que têm excesso de paciência»!

Mas, neste tempo de excessos, não desperdicemos o precioso capital da paciência.

A paciência não é conformismo. Pode ser um resguardo de lucidez. A pressa conduz à pressão.

Isto está tão difícil que carecemos de serenidade para reflectir e inflectir.

Acredito na lubrificação que a esperança opera no espírito das pessoas!

publicado por Theosfera às 22:57

A vida começa quando se nasce.

E quando se nasce?

Não nascemos quando chegamos ao mundo.

Nascemos, verdadeiramente, quando encontramos um rumo no mundo.

Nascemos, verdadeiramente, quando encontramos um sentido, uma direcção, uma esperança neste mundo.

Nascemos, verdadeiramente, quando estamos determinados a persistir e a não vacilar mesmo no meio da intempérie.

Nascemos, verdadeiramente, quando vemos o caminho que nos há-de conduzir a um fim, a um feliz fim!

publicado por Theosfera às 22:55

O que mais me preocupa, nesta hora difícil, é que as pessoas se afastem, que as pessoas se agridam. Até os que estão próximos parecem mais distantes.

É tempo de os mais distantes ficarem um pouco mais próximos.

Todos somos poucos para a missão que nos espera. Ninguém pode ficar ao lado. Ninguém pode ser atirado para fora.

Não há dúvida de que há responsabilidades e culpas. Mas há também objectivos a alcançar. É neles que temos de nos concentrar.

É para amanhã que temos de olhar. O futuro espera por nós. É lá que iremos passar o resto da nossa vida!

publicado por Theosfera às 22:55

Muitos me perguntam como sair desta situação de crise.

Confesso que não sei.

O problema é que os que alegam saber acabam por mostrar que também não sabem.

As palavras até podem indiciar sabedoria. Mas os actos depõem em sentido contrário.

Por isso, tendo cada vez mais a preferir a sabedoria escondida nos que não sabem à não sabedoria inclusa nos que presumem saber!

publicado por Theosfera às 22:54

O sagrado e o profano sempre coexistiram.

Nem sempre foi pacífica a coexistência. Nem sempre foi perfeita a convivência.

Mas desabaram todas as tentativas de eliminação mútua.

Daí a tentativa da justaposição, que os especialistas denominam sincretismo.

Acontece que, nesta justaposição, o equilíbrio vai oscilando entre os dois pólos.

Há séculos, conseguiu-se cristianizar muitos hábitos pagãos. Hoje em dia, a tendência é para repaganizar muitos actos cristãos.

Sinais? Um pequeno sintoma apenas. Outrora, havia um breve arraial no fim das festas. Actualmente, agenda-se uma Missa para o começo dos festejos.

É uma simplificação, certo. Mas indicia uma viragem!

publicado por Theosfera às 21:54

Crise?

Os lábios não a largam. Mas os olhos não a vêem. Porque onde quer que eles se dirijam, a realidade oferece-lhes uma febre consumista e uma pulsão gastadora.

Não se consumirá tanto como antes nem se gastará tanto como outrora. Mas ainda se consome muito e gasta bastante!

publicado por Theosfera às 21:05

A mesma acção pode conduzir a desfechos opostos. A coragem, umas vezes, assegura o êxito; outras vezes, conduz ao fracasso.

Já Juvenal tinha esta percepção: «Alguns tiveram a forca como preço pelo próprio crime; outros, a coroa».

Em tempos de deriva utilitária, isto condiciona. Mas o principal deve ser a convicção!

publicado por Theosfera às 17:59

«O homem que não comete erros geralmente não faz nada».

E. J. Phelps percebeu a estratégia de muitos. Mas antes pecar por erro do que por omissão.

Errando, ainda é possível corrigir o erro.

Persistindo em não agir, que contributo se dá para o bem comum?

publicado por Theosfera às 12:03

Hoje, 16 de Setembro, XXIV Domingo do Tempo Comum, é dia de S. Cornélio e S. Cipriano.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 06:30

Hoje é dia de Páscoa.

É verdade. Cada Domingo é um dia pascal.

Antes de haver uma celebração anual da Páscoa (desde, sensivelmente, o século III), já havia (no fundo, sempre houve) uma celebração semanal da Páscoa.

Segundo os relatos mais antigos, os cristãos assinalavam a Ressurreição de Jesus no mesmo dia em que ela se verificou, isto é, no Domingo.

E, já naquele tempo, a Ressurreição era celebrada com a Eucaristia, composta pela Liturgia da Palavra e pela distribuição do Pão consagrado.

Naquele tempo, o Domingo ainda não era feriado. Por isso, tal celebração era de madrugada.

Os cristãos dispunham-se a todos os sacrifícios. Como eles diziam: «Não podemos viver sem o Domingo».

Sinta, hoje também, o brilho do sol da Páscoa na sua vida! Desejo-lhe um excelente dia pascal!

Muita paz e muita esperança! Especialmente para si!

publicado por Theosfera às 00:02

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