O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 05 de Julho de 2012

A vida raramente segue em linha recta. Ela é uma estrada quase sempre curvilínea.

Mas Emerson já dizia que o universo procede da mesma (e intrigante) forma: «No universo tudo procede por vias indirectas. Não existem linhas rectas».

Há que estar atento às surpresas que nos surgem em cada curva!

publicado por Theosfera às 09:54

Manuel Loff verte a percepção óbvia quando diz que «a crise parece-se com as cheias: raramente chega aos andares de cima».

Os que estão em baixo são os primeiros (muitas vezes, os únicos) a afogar-se!

publicado por Theosfera às 09:54

George Perros deixa o alerta: «O suicídio não é querer morrer, é querer desaparecer».

No fundo, quem se mata não quer morrer; quer pôr termo à dor.

O suicídio é um grito enorme que vem das profundezas de uma enorme (e dolorosa) solidão!

publicado por Theosfera às 09:53

A licenciatura reduzida não será tanto um problema de legalidade. Será sobretudo (o que não é menos preocupante) um problema de mentalidade.

Frequentar uma escola devia corresponder, acima de tudo, a uma vontade de aprender. Não se espera, pois, que haja pressa de sair.

O mais importante numa escola nem sequer é o diploma. É a formação.

Por isso, mais do que zurzir nas instituições e nas pessoas, importante será reflectir sobre os procedimentos.

Este não é o caminho. O fundamental não é que toda a gente tenha um diploma. É que toda a gente tenha acesso a uma formação de qualidade.

Só uma adenda: o pararelismo com o doutoramento «honoris causa» não tem cabimento.

Um doutoramento, pela sua natureza, tem uma componente de trabalho e uma componente de reconhecimento. É o corolário de todo um percurso.

Acresce que o doutorado «honoris causa» não passa a ser doutorado academicamente.

Uma licenciatura, também pela sua natureza, é uma habilitação.

Pressupõe, por isso, frequência de curso e prestação de provas!
publicado por Theosfera às 09:51

Um gesto muito belo e muito raro.

O Papa escreveu uma carta ao cardeal Bertone a apoiá-lo e a agradecer-lhe.

Será redundante até porque o Papa privará diariamente com o seu principal colaborador. Mas é significativo.

Porque, exposto à crítica, o normal poderia ser deixá-lo cair. Ou, então, ficar por uma palavra de alento em privado. Mas Bento XVI mostra, ao tornar pública a carta, que nas horas difíceis é que se testa a amizade e se vêem os amigos!

publicado por Theosfera às 09:49

Hoje, 05 de Julho, é dia de Sto. António Maria Zacarias e Sta. Godoleva, invocada para as doenças da garganta e para a amigdalite.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:12

1. Na vida, não basta haver caminhos. É necessário que, sem tutelas, haja uma indicação clara acerca dos caminhos.

Sem indicações, não sabemos para onde os caminhos nos levam. Todos são equivalentes. A indecisão será inevitável e o desnorte total.

O mundo de hoje é marcado, em todos os domínios, pelo pluralismo. O que falta é uma bússola, um critério, uma orientação, uma regra, uma referência, em suma, um cânone. Assim, a mesma coisa pode ser excelente ou execrável, conforme a vontade de cada um.

 

2. A música clássica, por exemplo, é um primor para os peritos e um tédio insuportável para as multidões. 

Estas idolatram cada vez mais o espectáculo e tendem a valorizar o que tem ritmo, o que provoca agitação.

É por isso que, numa época que esvaziou quase todos os cânones, o espectáculo desponta como o padrão mais destacado.

 

3. Aliás, nem o fenómeno religioso escapa a este enquadramento. Parte do princípio de que as iniciativas, para obterem adesão, têm de acolher alguma cedência ao espectáculo.

E é assim que, em vez de se apostar na alternativa, avulta a redundância. Prefere-se a repetição à diferença.

Certos sectores procuram mais deslumbrar do que esclarecer, empenhando-se mais em emocionar do que em aprofundar.

Quantas vezes já não ouvimos descrever certos actos e determinados intervenientes com estes qualificativos: «Esta procissão foi um espectáculo!» ou «Este padre é mesmo um espectáculo!».

 

4. Estamos, pois, em plena «civilização do espectáculo», título aliás do mais recente ensaio de Mario Vargas Llosa, Prémio Nobel da Literatura.

Não é difícil descortinar a causa de tudo isto. Actualmente, a cultura deixou de estar nas mãos de uma elite. A cultura globalizou-se, democratizou-se; mais, massificou-se. 

Praticamente todos têm acesso ao seu consumo. Mas será que todos têm a preocupação de apurar minimamente um critério?

 

5. Nos tempos que correm, deve haver poucos conceitos tão elásticos como cultura. Nela cabe o mais erudito e o mais popular, o mais elaborado e o mais rudimentar, o mais sublime e o mais boçal.

Provavelmente, os maiores aplausos vão para o mais prosaico. Na maior parte dos casos, a quantidade vai num sentido oposto ao da qualidade.

 

6. É por isso que, havendo uma grande oferta cultural, subsiste um enorme mal-estar em torno do universo da cultura.

Vargas Llosa rebela-se contra a corrente dominante, que identifica a cultura com «todas as manifestações da vida de uma comunidade». A indeterminação é tal que a cultura pode chegar a ser entendida «apenas como uma forma agradável de passar o tempo».

O resultado é que «tudo se iguala e unifica até ao extremo de uma ópera de Verdi, a filosofia de Kant, um concerto dos Rolling Stones e uma actuação do Cirque du Soleil se equivalerem». Estamos no domínio da cultura ou do mero divertimento?

 

7. Como quase tudo funciona em termos de espectáculo, é natural que também quase todos se posicionem em termos de encenação

A vida torna-se um espectáculo para si própria e uma espectadora de si mesma. Ao enriquecimento da pessoa segue-se um embotamento do humano.

As escolhas são comandadas por um processo de futilização, pelo qual o mais medíocre é bem capaz de ser o mais apreciado.

 

8. Outrora, os critérios vinham das elites, cuja autoridade era reconhecida e incorporada. Hoje, a revolução individualista impõe que cada seja a referência definitiva para si mesmo.

É sempre salutar o exercício da liberdade pessoal. Mas a consequência, neste caso, é um subjectivismo quase total, sem qualquer ponta de objectividade.

 

9. O desabar das hierarquias leva a que não haja o menor escalonamento no campo da qualidade. É possível que a obra mais valiosa esteja ao lado do produto mais sofrível.

A ausência de um cânone implica que não se distinga o melhor do somente aceitável e do francamente mau. O maior talento e o mero aprendiz podem confundir-se «porque ambos são vítimas de mecanismo como os da publicidade, que, no fundo, detém a última palavra».

Em último caso, é a publicidade (e não a qualidade) que determina o êxito.

 

10. O que mais assusta é o clima de conformismo que se verifica, quando é suposto que a cultura forneça uma fonte de inconformismo e lucidez.

É por isso que as ditaduras abominam a criação cultural. Vargas Llosa recorda que o primeiro acto do nazismo, assim que chegou ao poder, foi queimar livros em frente da Universidade Humboldt.

 

11. Na hora que passa, a cultura está a ser posta em causa não pelo autoritarismo, mas pela frivolidade. Ela só sobreviverá, segundo Vargas Llosa, «com uma vida espiritual intensa, que mantenha viva uma hierarquia de valores respeitada pelo corpo social».

É por isso que, sendo o conhecimento importante, a cultura é «algo anterior ao conhecimento». Trata-se de «uma propensão do espírito, de uma sensibilidade e de um investimento na forma que dá sentido ao próprio conhecimento».

 

12. Daí que a cultura não consista na quantidade de conhecimentos, mas na qualidade dos conhecimentos.

Uma vez mais sobressai o papel de uma educação que congregue aqueles que deveriam ser os seus dois grandes objectivos: criar bons profissionais e ajudar a preencher os vazios no campo espiritual!

publicado por Theosfera às 06:14

Quarta-feira, 04 de Julho de 2012

Procuro não ser preconceituoso e entendo que as oportunidades devem ser dadas a toda a gente. Qualquer pessoa deve ter condições para obter a formação que pretenda, seja qual for o momento da sua vida.

Mas se pretende formação é porque parte do princípio de que vai à procura daquilo que ainda não tem.

Se a formação se limita ao reconhecimento daquilo que já se tem, qual é a mais-valia de uma tal formação?

Alguém acha que basta ter contacto com doentes para obter uma licenciatura em Medicina? Ou que basta ter prática na construção para ter uma licenciatura em Engenharia Civil ou Arquitectura? Ou que basta estar habituado a fazer contas para alcançar uma licenciatura em Gestão? Ou, já agora, que basta rezar muito para obter uma licenciatura em Teologia?

Pelo rumo que algumas coisas estão a ter, mais vale (passe o exagero) diplomar toda a gente à entrada da universidade!

Há muita gente que estudou enquanto trabalhava sem que a experiência profissional servisse de atenuante para ser dispensado desta ou daquela disciplina.

É um esforço grande, mas é um enriquecimento compensador.

A formação não dispensa a experiência. Mas pode enriquecê-la. Até porque a formação, no fundo, acaba por ser a partilha da experiência (que inclui os conhecimentos) de outros.

E só pela exigência a formação tem valor. E sabor!

publicado por Theosfera às 21:09

«Escrevemos porque ninguém nos ouve».

Georges Perros terá (alguma) razão.

Também haverá quem diga que falamos porque ninguém nos lê.

No fundo, vivemos deslaçados. No tempo das comunicação, sentimos que é tão difícil comunicar.

É preciso reinventar a vida!

publicado por Theosfera às 10:02

Bem avisado andou Arthur Schopenhauer: «Todo o indivíduo tem direito à honra; à glória, apenas as excepções, pois apenas mediante realizações excepcionais é possível atingi-la».

O problema é que muitos querem a glória a todo o custo, mesmo sem honra. E, pior, procuram a glória nas coisas mais banais, com os actos mais vis.

Na sociedade do espectáculo, qualquer alarvidade pode servir de passaporte para a glória. Efémera, mas glória!

publicado por Theosfera às 10:01

«Por mais que o orgulho seja, em geral, censurado e mal-afamado, suspeito, todavia, que isso venha principalmente daqueles que nada possuem do que se orgulhar».

Se calhar, Schopenhauer entreviu que o despeito pode servir de pretexto.

Em qualquer caso, é melhor não ceder ao orgulho.

Façamos o bem e mantenhamos a humildade.

A discrição é o perfume que melhor ornamenta o bom agir!

publicado por Theosfera às 09:59

Hoje, 04 de Julho, é dia de Sta. Isabel de Portugal, Santos Mártires de Iorque e S. Pedro Jorge Frassati. Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:12

Terça-feira, 03 de Julho de 2012

Eis algo que partilho inteiramente com José Saramago: «Aprendi a não tentar convencer ninguém. O trabalho de convencer é uma falta de respeito, é uma tentativa de colonização do outro».

Num tempo de tantos grupos de pressão, eis uma defesa primordial da liberdade. É importante propor. Mas é insustentável impor ou pressionar.

Todos somos irmãos uns dos outros. Ninguém se deve arvorar em senhor dos outros.

Alguém presumir-se proprietário da consciência alheia é o furto mais ignominioso que se pode imaginar!

publicado por Theosfera às 18:47

«De todas as paixões, o medo é aquela que mais debilita o bom senso».

Jean Retz apercebeu-se de que o medo tolhe. Não apenas o bom senso. Mas também o bom senso.

E perder o bom senso é perder muito.

publicado por Theosfera às 09:42

«Há pessoas neste mundo que gastam todo o seu tempo à procura da justiça, não lhes sobrando tempo algum para a praticarem».

Henry Billings Brown avista um problema sério.

Quanto à justiça, é preciso procurá-la incessantemente, mas é urgente praticá-la insistentemente. Desistir da justiça seria desistir de viver com decência!

publicado por Theosfera às 09:42

Que bem esteve António Machado ao escrever: «Se é bom viver, ainda é melhor sonhar e, o melhor de tudo, despertar».

Despertar do sonho não pode ser desistir do sonho. Tem de ser uma forma para realizar o sonho!

publicado por Theosfera às 09:41

Só no primeiro semestre deste ano, dez mil famílias e empresas entraram em falência.

Isto representa um aumento de 83% em relação a 2011.

Há que inverter a tendência. Há que não esperar pela inércia.

Nenhum estado prospera quando os seus cidadãos definham!

publicado por Theosfera às 09:40

A cultura é, sem dúvida, um factor de crescimento. Mas nem ela, por si só, nos liberta da barbárie. Povos com altos padrões de cultura lançam-se em guerras e, como se isso não bastasse, justificam-nas.

Aparecem sempre «intelectuais de serviço» a justificar o injustificável.

A cultura é muito, mas não é tudo. Separada da ética pode tornar-se um puro diletantismo e até um risco!

publicado por Theosfera às 09:39

Hoje, 03 de Julho, é dia de S. Tomé e Sto. Anatólio de Laodiceia.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:13

Segunda-feira, 02 de Julho de 2012

Há quem procure dominar os outros. Mas fundamental é dominar-se a si mesmo.

Há uma máxima hassídica muito pertinente a este respeito: «Mais importante do que vigiar os outros é controlar os próprios passos»!

publicado por Theosfera às 11:13

O fado é património mundial. O Rio de Janeiro passou a ser património mundial.

Mas o cidadão pergunta: só agora?

Tudo o que está no mundo tem de ser visto como património mundial. A começar pelas pessoas!

publicado por Theosfera às 11:12

Percebe-se a intenção dos dias mundiais. Mas a sua proliferação está a conduzir, velozmente, à sua banalização.

Um Dia Mundial da Felicidade leva, desde logo, a pensar na sua ausência. Oxalá que se possa pensar também na sua urgência.

É que a felicidade vai passar a ter um dia. Continuará a infelicidade a ficar com os outros dias?

Já agora, importará saber que o Dia Mundial da Felicidade será assinalado a 20 de Março.

Neste momento, o calendário da ONU integra 120 dias mundiais e internacionais dedicados a temas diversos como às mulheres rurais (15 de Outubro), ao jazz (30 de Abril) ou às aves migratórias (14/15 de Maio).

O dia 20 de Março já é reconhecido como o Dia Internacional da Francofonia!

publicado por Theosfera às 11:09

Hoje, 02 de Julho, é dia de S. Bernardino Realino, S. João Franscis Régis, S. Francisco de Jerónimo, S. Julião de Maunoir e Sto. António Baldinucci.

Existe a particularidade de serem todos sacerdotes e todos membros da Companhia de Jesus.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:15

Domingo, 01 de Julho de 2012

Jesus é o médico e o medicamento, a cura e o curador, o Evangelho e o Evangelizador, a Revelação e o Revelador, a Salvação e o Salvador.

Ele devolve a vida a quem sente perder a vida. Ele é a saúde para quem está doente. Ele é o sentido que paira sobre o sem-sentido em que andamos.

«Basta que tenhas fé», diz-nos.

Esta fé, entrelaçada com a esperança e emoldurada pelo amor, conseguirá mudar, mudar-nos!

publicado por Theosfera às 22:48

Errar é conatural ao homem. Quem não erra não será humano. Poderá ser «sobre-humano». Mas o mais certo é que se torne «des-humano».

Quem presume que não erra acaba por despejar seus erros para cima dos outros. Só pela inacção se evitaria o erro.

Mas tal inacção seria o pior dos erros. Já dizia Roosevelt: «O único homem que nunca comete erros é aquele que nunca faz coisa alguma. Não tenha medo de errar, pois você aprenderá a não cometer duas vezes o mesmo erro»!

publicado por Theosfera às 22:47

Henri Matisse: «Na verdade, um pintor não tem outros inimigos sérios senão os seus quadros maus». No fundo, o que não fazemos de bem é o que mais depõe em nosso desfavor.

Os outros inimigos não devem meter medo!

publicado por Theosfera às 22:46

Alexander Bell: «Nunca andes pelo caminho traçado, pois ele conduz somente aonde outros já foram». Importante é andar por caminhos nunca andados. São os únicos que trazem surpresas!

publicado por Theosfera às 22:45

«Aquele que se conhece é o único senhor de si próprio».

Pierre Ronsard percebeu a essência do conhecimento: conhecer-se a si mesmo.

É o oráculo de Delfos. E é a resposta ao diagnóstico de Nietzsche, «para quem o homem é o ser mais distante de si mesmo»!

publicado por Theosfera às 22:43

Percebe-se que haja quem considere o futebol da Espanha entediante, aborrecido.

De facto, o futebol praticado pela Espanha não é entusiasmante. Não é entusiasmante para os outros. Os outros não conseguem imitá-la. E não são capazes de a parar.

Só Portugal esteve quase. Sempre o quase a perseguir-nos!

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publicado por Theosfera às 22:32

Hoje, poderá haver grandes penalidades no estádio. Mas a partir de hoje vai haver mais duas grandes penalidades cometidas pelo estado.

Quem as vai sofrer são os cidadãos.

As duas grandes penalidades (sem aspas) são o aumento da luz e a subida do gás!

publicado por Theosfera às 19:44

Tu, Senhor, és vida.

Tu, Senhor, és fonte de vida.

Tu, Senhor, és recomeço de vida.

 

Obrigado, Senhor, por nos tocares.

Por te aproximares de nós com tanto afecto,

com tanto amor.

 

Obrigado por Te fazeres um de nós

e por nos devolveres à vida

mesmo depois de todas as nossas quedas.

 

É tão admirável o Teu procedimento

que, mesmo quando nós não damos conta de Ti,

Tu já estás connosco,

Tu já estás em nós.

 

É tão maravilhosa a Tua presença.

É tão intensa a Tua paz.

É tão imenso o Teu amor.

 

Vivemos um tempo de desânimos e desalentos,

de tristezas muitas e angústias mil.

 

Mas Tu, Senhor, não desistes de nós,

mesmo quando algum de nós desiste de Ti.

 

Tu estás sempre a presentear-nos com as Tuas oportunidades.

Tu és vida antes da vida.

Tu és vida depois da vida.

Tu és sempre vida,

vida sem fim.

 

Obrigado, Senhor, por tanto.

Obrigado, Senhor, por tudo.

 

Cura-nos por dentro.

Transforma-nos a partir do fundo.

Dá-nos um novo coração,

um coração como o Teu,

JESUS!

publicado por Theosfera às 10:47

Hoje, 01 de Julho, XIII Domingo do Tempo Comum, é dia do Preciosíssimo Sangue de Jesus e de Sto. Aarão.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:12

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