O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 14 de Julho de 2012

Benjamin Franklin deixa uma recomendação assaz sensata: «Seja cortês com todos, sociável com muitos, íntimo de poucos, amigo de um e inimigo de nenhum».

Apesar de ser um bem precioso e caríssimo, creio que a amizade pode ser repartida. É um risco.

Por vezes, a amizade é uma dádiva sem retorno. Mas é sempre bom apostar na amizade. Até aos umbrais do impossível!

publicado por Theosfera às 22:03

Um precioso alerta que vem de longe, de Cícero: «Nenhuma fortaleza é tão forte que não possa ser tomada sem dinheiro».

O dinheiro pode comprar muita coisa, mas a coragem e a lucidez acabam por conseguir muito mais. E, quase sempre, sem estrondo!

publicado por Theosfera às 22:01

Karl Jaspers defendia que o conhecimento começa com o espanto.

Kahil Gibran entende que o conhecimento se inicia com a perplexidade.

No fundo, a perplexidade é o espanto que nos deixa preocupados. Mas, apesar disso, mobiliZADOS para conseguir uma forma de transformar a realidade.

Sim, porque o escopo do conhecimento não pode ser apenas perceber a realidade. O seu verdadeiro desiderato deve ser transformá-la!

publicado por Theosfera às 21:58

O conhecimento é importante. A experiência é decisiva.
A experiência não dispensa o conhecimento. O conhecimento não dispensa a experiência.
Conhecimento e experiência interagem, mas não se podem confundir.

Tomar um pela outra acaba por empobrecer as duas!

publicado por Theosfera às 21:56

Não há Portugal. Há Portugais.

Cada vez me convenço mais da existência deste paralelismo assimptótico entre realidades que se sobrepõem, mas raramente se entrelaçam.

Este é o território onde há cada vez mais gente com fome, sem casa, sem trabalho. Este é o território onde a pobreza aumenta.

Mas este é também o país onde em apenas quatro festivais se gastam mais de 30 milhões de euros. Isto põe a economia a funcionar, é certo. Mas será que ela funciona no essencial?

publicado por Theosfera às 11:51

O dinheiro poderá dar tudo. Mas dá tudo a muito poucos. Abre muitas oportunidades a muito pouca gente.

Não demonizo o dinheiro, mas concordo com Michael Sandel quando ele questiona a sua concepção e os critérios do seu uso.

Estamos numa sociedade de mercado em que, aparentemente, tudo se compra e tudo se vende. Mesmo aquilo que é ilegal, o dinheiro consegue tornar legal.

O ruído faz mal ao ambiente, mas se alguém pagar uma taxa poderá produzir ruído. Poderá poluir o ambiente.

Há quem compre rins. Há quem compre lugares em filas de espera.

O dinheiro abre muitas portas. Mas também deixa que elas se fechem.

Se tudo está à venda, então os mais pobres têm menos oportunidades.

Dar um preço às coisas nem sempre significa valorizá-las. Muitas vezes, equivale a limitá-las, a colocar-lhes um limite a que só alguns chegam.

Mas há coisas que nenhum dinheiro consegue comprar: a honra, a dignidade, a amizade, a competência.

O dinheiro não é necessariamente imoral. Mas também não devia limitar-se a ser amoral.

Só que não é a ele que cabe definir-se. É a nós que incumbe regulá-lo!

publicado por Theosfera às 11:49

Hoje, 14 de Julho, é dia de S. Camilo de Léllis (protector dos doentes e padroeiro dos que deles cuidam), de S. Francisco Solano e de S. Bernardo de Sabóia.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:10

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