O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 11 de Julho de 2012
Hoje em dia, vive-se muito em função do palco. E sobretudo em função do aplauso que quem está no palco costuma suscitar.

As pessoas apreciam o bem, mas também não depreciam o reconhecimento que o bem habitualmente provoca.

De facto, o bem deve ser reconhecido. A gratidão é a memória do coração. Mas, ainda que tal reconhecimento não venha, o bem não deve faltar.

Aliás, cada vez mais me persuado de que o maior bem é como as flores: belo e discreto.

S. Bento achava o mesmo há séculos. Recorrendo a uma linguagem metafórica, asseverava: «Se os teus esforços forem vistos com indiferença, não desanimes, pois o sol ao nascer dá um espectáculo absolutamente especial, e no entanto a plateia continua dormindo».

Eu diria que, como critério de avaliação, o maior bem é o que passa mais despercebido. Temos de estar motivados para o fazer. Temos de estar atentos para o reconhecer.

A espuma da comunicação só olha para o espaventoso. O bem passa quase incógnito. Mas ele está a ser semeado!
publicado por Theosfera às 10:03

A voz da experiência pela pena de Montaigne: «Uma fealdade e uma velhice confessada são, a meu ver, menos velhas e menos feias do que outras disfarçadas e esticadas».

Nada como a autenticidade. O disfarce não consegue disfarçar. Apenas procura encobrir, adiar. Mas a realidade, teimosamente, acaba sempre por ressurgir!

publicado por Theosfera às 10:02

«Atingir o ideal é compreender o real».

Jean Jaurès deu conta de que o ideal não é o oposto do real. É o seu critério, a sua meta, o seu horizonte.

Quando não há ideal, até o real começa a definhar!

publicado por Theosfera às 10:01

A vida dos povos é um permanente transcurso entre o sonho e o pesadelo.

Andamos séculos e séculos com vontade de acertar e acabamos por gastar o tempo no confronto com uma realidade que nos deprime.

Anatole France causticou, severamente, o seu olhar: «A vida de uma nação é uma ruína perpétua, uma interminável expansão de misérias e crimes».

Não diria tanto. Mas, muitas vezes, a realidade é mais impiedosa. Não dá grande margem ao sonho. Aproveitemos, entretanto, as mais estreitas oportunidades!

publicado por Theosfera às 10:00

Pela primeira vez em quase 70 anos, Portugal tem um excedente comercial. Ou seja, as exportações foram em maior número que as importações.

Sucede que o enfoque não está tanto na subida das exportações como na descida das importações.

A crise levou a uma quebra dos rendimentos. Há menos investimento. Há menos consumo. Há menos importações!

publicado por Theosfera às 09:59

Hoje, 11 de Julho, é dia de S. Bento, Padroeiro da Europa, e de Sta. Olga. Refira-se que S. Bento é invocado contra as tentações do demónio, contra a eripisela, as febres e as doenças dos rins.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:10

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