O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 28 de Junho de 2012

Duas grandes equipas nem sempre fazem grandes jogos.

Umas vezes, jogam o que sabem. Outras vezes, preocupam-se em não deixar que as outras sabem. Umas vezes, explodem. Outras vezes, anulam-se.

Ontem não houve um jogo grande. Houve um jogo entre duas grandes equipas.

Não se notaram diferenças entre Portugal e Espanha ao longo de 120 minutos.

E até nos penáltis, a semelhança foi quase total. Um penálti falhado a abrir para cada lado.

O quase que fez a diferença foi o penálti de Bruno Alves, em que a bola bateu no poste e saiu, e o penálti de Fabregas, em que a bola bateu no poste e entrou.

Alguém controla estes «caprichos»?

publicado por Theosfera às 19:20

Francis Bacon percebeu há muito tempo que «um quadro não pode exprimir a maior parte da beleza». A maior parte da beleza é inexprimível. O essencial permanece invisível aos olhos.

É por isso que, quando perguntado sobre a sua melhor obra, o artista responde: «A próxima»!

Fica sempre uma tal sensação de incompletude diante do já feito que a vontade é lançar mãos ao que falta fazer!

publicado por Theosfera às 10:12

Na hora da vitória, não faltam reclamações de paternidade. No momento do fracasso, não escasseiam pretextos para ausências.

John Kennedy assinalou que «a vitória tem mil pais, mas a derrota é orfã». Parece que nunca tem causas nem responsáveis!

publicado por Theosfera às 10:11

Ontem, o nosso futuro no Euro decidiu-se na Ucrânia. Hoje, o futuro do Euro pode decidir-se em Bruxelas.

Não são os artistas da bola que vão entrar em campo. São os líderes das nações que vão entrar em cena.

Há que acordar para a realidade. Que mais nos irá acontecer?

Pensem nas pessoas antes de olhar para os números.

Já basta de olhar para os números antes de pensar nas pessoas!

publicado por Theosfera às 10:10

Já lá vão as escolas. Já lá vão os hospitais e os centros de saúde. Agora, vão as juntas e os tribunais.

O pretexto é a reduzida utilização destes serviços.

A realidade é esta, mas a ilação é estranha.

A manutenção de um serviço significa a esperança de, um dia, poder haver maior utilização.

Já a extinção de um serviço equivale a dizer às pessoas que não se acredita na alteração da situação.

O que se está a dizer é que as pessoas se desloquem, é que, no fundo, as pessoas abandonem tais terras.

O argumento é, sem dúvida, assustador.

Se o número é o critério supremo, então as terras pequenas estão condenadas ao desaparecimento! O que é pequeno mais pequeno vai ficar!

publicado por Theosfera às 10:08

Hoje, 28 de Junho, é dia de Sto. Ireneu, S. Leão III e S. Nicolau de Charmetsky e seus companheiros mártires.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 09:13

Este foi sobretudo um jogo de neutralizações mútuas.

Espanha e Portugal neutralizaram os pontos fortes um do outro.
A Espanha conseguiu neutralizar o principal ponto de forte de Portugal: Cristiano Ronaldo.
Portugal logrou neutralizar o maior ponto forte de Espanha: o seu colectivo.
Foi uma partida sem grandes oportunidades, mas bem jogada.
A nossa Selecção foi capaz de realizar uma parte do seu objectivo: não deixar a Espanha jogar como queria.
Faltou, porém, um pouco de rasgo para materializar a principal componente do seu sonho: vencer.
É claro que o risco colocar-nos-ia mais próximos da vitória, mas também nos poderia pôr mais perto da derrota.
Portugal, há não muito tempo, ganhou 4-0 a esta mesma Espanha.
Ganhou por competência, mas também porque sabia que, se perdesse, não perderia muito. Agora, perdendo, perderia tudo.
O que falta a Portugal não é técnico; é psicológico. Diante de certas equipas, Portugal entra com a consciência de que, mesmo jogando bem, a possibilidade de perder é grande.
Porventura, vai ter de acontecer connosco o que aconteceu com a Espanha: depois de prometer muito e tentar bastante, conseguiu ganhar uma grande competição. Ganhou logo a segunda. E está em vias de ganhar a terceira.
Hoje notou-se, em campo, que a Espanha, sendo muito boa, não é superior a Portugal.
A diferença esteve sobretudo em algo pouco conceptualizável. O povo chama-lhe «sorte». Os comentadores dão-lhe o nome de «estrela» ou «estrelinha»: a «estrelinha da sorte».
Perante isso não há muito a fazer. Um dia, não sabemos quando, soará a hora de Portugal. E o Mundial de 2014 poderá ser mais uma oportunidade.
Além das rotinas consolidadas, existe o apoio. Jogar no Brasil é como jogar em Portugal. São muitos os nossos compatriotas que lá se encontram e que para lá se deslocarão.
Por agora, a vida continua. O país mostrou que tem valores com capacidade para ombrear com os melhores.
Tais valores não estão só no futebol!
publicado por Theosfera às 06:19

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