O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 14 de Junho de 2012

Vivemos dominados por extremos e por excessos. Pelos extremos dos excessos. E pelos excessos dos extremos.

Os tempos não correm fagueiros para a moderação, para o equilíbrio, para a sensatez.

Cabe-nos, até aos limites do impossível, fazer gerar os limiares desses (novos) tempos.

publicado por Theosfera às 22:33

Mesmo à chuva, a máquina parece oleada.

A Espanha deu recital em Gdansk.

Só as camisolas não são iguais. Alguns jogadores também não são os mesmos. Mas a espinha dorsal não deixa dúvidas. E a filosofia de jogo não permite alimentar hesitações. É a marca do Barcelona que conduz a Espanha.

É claro que não vai ser fácil manter o título de campeão. Mas vai ser tremendamente difícil a alguém subtrair-lhe o ceptro!

Não menos impressionante é o recital de civismo e desportivismo dado pelos adeptos irlandeses.

A sua equipa perdeu por 0-4, mas os aplausos não param. A chuva de palmas emparceira com a chuva que cai do céu.

Há lições que se dão mesmo quando se perde. E, afinal, nunca se perde quando se mostra esta maturidade.

Parabéns, Espanha pelos golos. Parabéns, Irlanda! Pela enorme dignidade!

publicado por Theosfera às 21:42

O nosso horizonte é o ilimitado. Mas o ilimitado não pode ser planificado.

Franz Rosenzweig bem o notou: «O ilimitado não se alcança através da planificação.

As coisas supremas não são planificáveis. Já estão prontas para receber»!

publicado por Theosfera às 10:13

O nosso mundo ocidental venera o futuro e não faz mal.

Mas propende, cada vez mais, a esquecer o passado e não faz nada bem.

Só há futuro porque houve um passado em que ele germinou.

Na língua hebraica, «futuro» diz-se «ahrît», que etimologicamente significa «costas» ou «o que está atrás».

Já agora, «passado» diz-se «qadem», que também significa «oriente», ou seja, de onde nasce o sol que nos guia.

Abraão parte do oriente. Quem não conhece o passado arrisca-se a repeti-lo. E, nessa medida, não caminha, não constrói o futuro!

publicado por Theosfera às 10:10

Mîlllor Fernandes apercebeu-se de uma (dupla) propensão da alma humana: «Há duas coisas que ninguém perdoa: as nossas vitórias e os nossos fracassos».

As vitórias provocam inveja. Os fracassos geram desprezo.

Há quem se entristeça com as vitórias e se alegre com os fracassos.

Até pode haver quem diga uma coisa, embora, lá por dentro, sinta outra. E que mal consegue disfarçar!

publicado por Theosfera às 10:08

Muito pertinente a observação de Eckart Wintzen: «Conectar computadores é um trabalho. Conectar pessoas é uma arte».

Uma arte que dá muito trabalho!

publicado por Theosfera às 10:08

Estranho é o ser humano.

Muitas vezes, somos uma surpresa grande para os outros e uma surpresa enorme para nós.

Parece, não raramente, que nos sentimos bem quando estamos mal. Parecemos felizes quando estamos tristes.

Não foi Saramago que defendeu que «a felicidade é, talvez, uma coisa triste»?

Luís Quintais também partilha deste sentimento: «Um homem tem por agradável a sua tristeza, o orgulho da sua tristeza».

Grande, e inextricável, é o mistério chamado ser humano!

publicado por Theosfera às 10:06

Num jogo em que o maior «artista» não apareceu, valeram os «operários». Pepe, Postiga e Varela mostraram que uma equipa é feita de muitos. Não depende apenas de um!

A vitória de ontem deixa os portugueses contentes e um português (especialmente) aliviado: Cristiano Ronaldo.

Toda a gente, a esta hora, discute os falhanços de Ronaldo. Imaginem que Portugal não tinha vencido? Esses falhanços teriam tido influência determinante no resultado.

Varela alegrou Portugal e aliviou Ronaldo.

Há, entretanto, um aspecto positivo. Para o jogo de Domingo, há um português com enorme motivação: Cristiano Ronaldo. Dia 17, ele vai querer aparecer. E fazer tudo para marcar!

Com a Holanda, Portugal vai ter a qualidade que tem mostrado. Será capaz de ter o Ronaldo que não tem aparecido?

Muitas vezes, é Ronaldo que tem «puxado» pela equipa. Agora é a vez de a equipa «puxar» por Ronaldo.

O «astro» falhou, ontem, o que alguns «satélites» não costumam falhar. É preciso perceber que Ronaldo é humano, apenas humano!

Uma vez mais, o sofrimento foi compensado. No futebol como na vida, quem espera alcança, quem porfia consegue, quem não desiste triunfa.

É claro que Portugal arriscou muito. Quando estava a ganhar, deu a bola em vez de controlar a bola.

A Dinamarca, que não tem os primores técnicos dos portugueses, praticou um futebol geométrico, objectivo e muito perigoso.

Portugal marcou porque precisava de ganhar. Depois, «descansou» porque depreendeu que o jogo estava ganho. Quando sofreu o empate, foi para a frente e sinalizou a vitória.

Precisamos de estar em perigo para sermos felizes?

O futebol é mais que um jogo. Ele é, muitas vezes, um (fidedigno) retrato da vida!

publicado por Theosfera às 09:23

Hoje, 14 de Junho, é dia de Sto. Eliseu, Sta. Anastásia, S. Félix, Sta. Digna e Sta. Maria Micaela do Santíssimo Sacramento.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:10

Se fosse vivo, meu querido Pai faria hoje 109 anos!

 

Meu Pai está vivo. No Céu. Em Deus. Em mim.

 

Como sinto a sua falta!

 

Parabéns, Pai!

publicado por Theosfera às 00:00

mais sobre mim
pesquisar
 
Junho 2012
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2

3
4
5
6
7
8
9





Últ. comentários
Sublimes palavras Dr. João Teixeira. Maravilhosa h...
E como iremos sentir a sua falta... Alguém tão bom...
Profundo e belo!
Simplesmente sublime!
Só o bem faz bem! Concordo.
Sem o que fomos não somos nem seremos.
Nunca nos renovaremos interiormente,sem aperfeiçoa...
Sem corrigirmos o que esteve menos bem naquilo que...
Sem corrigirmos o que esteve menos bem naquilo que...
online
Number of online users in last 3 minutes
vacation rentals
citação do dia
citações variáveis
visitantes
hora
Relogio com Javascript
relógio
pela vida


petição

blogs SAPO


Universidade de Aveiro