O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 30 de Maio de 2012

Viver é sempre um risco. Não podemos estar à espera do resultado para arriscar.

Quando o calculismo impera, a aventura fenece.

Ortega y Gasset já se tinha apercebido: «Pouco se pode esperar de alguém que só se esforça quando tem a certeza de vir a ser recompensado».

Na vida, só merece ganhar quem se dispõe a tudo perder!

publicado por Theosfera às 13:25

Antes de mais, a vida: «Toda a sociedade que pretende assegurar a liberdade aos homens deve começar por garantir-lhes a existência».

Léon Blum tem razão.

Sem liberdade, não vale a pena viver. Mas sem vida, nem sequer é possível viver!

publicado por Theosfera às 10:00

León Tolstoi percebeu o essencial: «Na vida só há um modo de ser feliz. Viver para os outros».

Não há norma maior. Não há lei melhor.

Está enunciada. Só falta cumpri-la.

A felicidade nunca é solteira. Só se tem quando se dá. Só se multiplica quando se reparte!

publicado por Theosfera às 09:59

Neste momento, a Europa está a ser dirigida por uma nova classe: a classe dos «austeritários».

São aqueles que, como dizia Pessoa, acham que «organizar é oprimir».

Será que não é possível organização sem tirania?

Só acredito no casamento do desenvolvimento com a liberdade.

O fruto maior não é o lucro. É a justiça!

publicado por Theosfera às 09:57

Há quem aponte à Grécia (e, de caminho, talvez a Portugal) a porta de saída: do euro e, quem sabe, da própria Europa.

Acontece que a saída nunca é solução. É agravamento.

A solução terá de ser a transformação. Habermas fala de uma «realidade transformacional».

E não há dúvida de que carecemos todos de transformação: os endividados, mas também os credores.

Se os problemas nos dividem, as soluções têm de nos unir.

Eis a transformação suprema. E, cada vez mais, inadiável!

publicado por Theosfera às 09:56

Coisa estranha, esta.

Um governo que o povo não elegeu é mais apreciado que o governo que o mesmo povo escolheu.

Acontece na Itália.

O povo italiano aprecia mais o «austeritário» Monti do que o «popular» Berlusconi.

O voto não é um dogma. A escolha é sempre um risco. E há situações que ditam as próprias opções.

O povo é protagonista. Mas o tempo é que detém a liderança!

publicado por Theosfera às 09:54

Hoje, 30 de Maio, é dia de Sta. Joana d'Arc, S. Fernando e Sta. Baptista Varani.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 07:18

Lamego já teve, pelo menos, um Bispo com fama de santo. Aliás, durante séculos foi conhecido e venerado como o «Bispo Santo».

Trata-se de D. Salvado Martins, que esteve à frente da diocese entre 1331 e 1349.

Era franciscano e notabilizou-se sempre pela pobreza e pela humildade. Nunca se assinou com o distintivo de «Dom».

Muito devoto de Nossa Senhora, preocupou-se muito com a formação dos padres e com a boa convivência entre as pessoas.

Sepultado na capela de S. Sebastião, o povo abriu um buraco no seu túmulo onde toda a gente metia a mão em sinal de veneração.

O cabido ficou com a obrigação de fazer três comemorações anuais da sua memória. E, na sua sabedoria, o povo invocou-o sempre como santo.

Foram-lhe propostas outras dioceses, mas ele manteve-se sempre fiel a Lamego. Aqui viveu. Aqui morreu. Aqui está sepultado!
publicado por Theosfera às 07:16

No princípio, era o monte. E no monte só havia, além do arvoredo, o nome: Santo Estêvão.

Do monte com este nome vinha uma luz. Ou, melhor, um clarão. Pelo menos foi o que, segundo a lenda, um bispo avistou das janelas da sua casa.

Essa luz não foi apenas uma visão. Foi também uma inspiração. Achava D. Durando Lourenço que talvez Deus estivesse a dar-lhe uma sugestão: que ali se construísse uma capela em honra do santo mártir.

A piedade popular favoreceu certamente a construção do novo templo. Em 1361 estava pronto. A 15 de Agosto desse ano ocorre a doação da capela de Sto. Estêvão à Catedral de Lamego.

Aos cónegos é pedido que ali vão em procissão duas vezes por ano. Para os encargos, o bispo legava 12 libras anuais ao cabido.

publicado por Theosfera às 07:15

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