O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 12 de Maio de 2012

A desestruturação da pessoa e dos grupos avassala-nos sem que, quiçá, nos apercebamos.

Muitos não celebram vitórias. Festejam derrotas.

O mais preocupante é que até os vencedores (e vencedores crónicos) têm necessidade de assinalar, oportuna e inoportunamente, as derrotas dos outros.

Será isto humano, pós-humano ou (incorrigivelmente) pré-humano?

É bom haver manifestações.

A democracia não se decide apenas na urna do voto. A expressão na rua também é importante.

Mas não basta dizer o que não se quer. É fundamental que se diga o que pretende.

Que querem os que (nada) querem?

O caos não é solução. A anarquia não é caminho.

Alternativas precisam-se. Deixemos fermentar ideais!

publicado por Theosfera às 14:12


Sempre houve mediocridade, atenda-se.

O que impressiona é que o medíocre tenha estatuto de qualidade. Que haja uma equivalência e uma simetria entre o que é diferente.

A Bíblia alerta para o perigo dee chamar mal ao bem e bem ao mal.

Não faltará muito para que os defeitos sejam vistos como qualidades e que as qualidades sejam vistas como defeitos!

publicado por Theosfera às 14:11


Anidealidade.

Eis um dos sintomas mais preocupantes deste «krónos» que vivemos.

A ausência de ideais ou o desfalecimento dos ideais são amostras de um tempo que se gasta e de sonhos que se desgastam.

Tudo se derrama no presente. Como se o futuro não viesse. Como se a eternidade não contasse.

Há que semear ideais na alma. São eles o sulco de novos amanhãs!

publicado por Theosfera às 11:09


A disciplina que deu origem à universidade deixou praticamente de ter lugar na mesma universidade.

Em Portugal, por exemplo, a Teologia está confinada à Universidade Católica.

Mal imaginamos, porém, que nos alvores as universidades foram criações eclesiásticas.

A sua frequência destinava-se a fortalecer as razões da fé e a lidar com os cânones. As dúvidas passaram a ocupar a Filosofia.

Como são os tempos: de «só Teologia» passou-se para «nada de Teologia»!

publicado por Theosfera às 11:08


No Concílio Vaticano I, que definiu a infalibilidade do Papa e a imaculada conceição de Nossa Senhora, só estiveram quatro bispos de Portugal: o Bispo do Algarve, o Bispo do Funchal, o Bispo de Cabo Verde e o Bispo de Lamego.

O nome deste era D. António da Trindade de Vasconcelos Pereira de Melo!

publicado por Theosfera às 11:07


Não tenha medo do desconhecido. Não receie o diferente.

O que não conhece é uma oportunidade de descoberta.

Se o futuro fosse igual ao presente seria futuro?

publicado por Theosfera às 11:07


A morte deixa-nos atónitos. Não tem uma «estratégia» uniforme.

Umas vezes, dá sinais. Outras vezes, surge de repente.

Umas vezes, parece que vem tarde. E, nessa altura, descobrimos que é sempre cedo quando ela vem.

Mas quando vem na força da idade e quando nada o fazia prever, deixa-nos, além de atónitos, profundamente abalados.

A morte pertence ao silêncio. Palavras para quê?

Mesmo a esperança na vida eterna não fala. Acompanha-nos na dor. Ampara-nos na saudade!

publicado por Theosfera às 11:06


Hoje, 12 de Maio, é dia de Sta. Joana Princesa, Sto. Aquileu, S. Nereu, S. Pancrácio, Sto. Epifânio de Salamina e Sta. Lúcia Filippini.

Um santo e abençoado dia pascal para todos!

publicado por Theosfera às 11:05


É sabido que, para reconstruir, é preciso desconstruir. Mas só desconstruir, em si mesmo, não basta. Só desconstruir equivale a destruir.

De há décadas a esta parte é o que estamos a fazer: na arte, no pensamento, na política, na vida. A distopia progride. O nihilismo avança.

Olhe-se para a França. Olhe-se para a Grécia.

As pessoas não celebram vitórias. As pessoas festejam derrotas.

Bastará?

publicado por Theosfera às 11:04

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