O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 08 de Maio de 2012

Jesus dá-nos a Sua paz.

Jesus é a Paz.

Fique com Jesus. Fique em Paz!

publicado por Theosfera às 10:27


Hoje, 8 de Maio, é dia de Nossa Senhora Medianeira, S. Bonifácio IV, S. Bento II, Sta. Francisca Ulric Nish e Sta. Catarina de Sto. Agostinho.

Um santo e abençoado dia pascal para todos!

publicado por Theosfera às 10:27


«Há poucos homens capazes de prestar homenagem ao sucesso de um amigo, sem qualquer inveja».

Se no tempo de Ésquilo havia poucos, hoje haverá algum?

publicado por Theosfera às 10:26


«Não é um notável talento o que se exige para assegurar o êxito em qualquer empreendimento, mas sim um firme propósito».

 Thomas Atkinson tem razão: não basta ter capacidades; é fundamental não deixar de ter persistência!

publicado por Theosfera às 10:25


As eleições da Grécia posicionam-se como uma grande metáfora destes tempos «troikanos».

O povo elegeu e os eleitos dizem não estar em condições de governar.

No fundo, os cidadãos já incorporaram a percepção de quem decide: não são os povos, não são os parlamentos, não são os governos; são os mercados!

Os eleitores têm uma expectativa. Os eleitos têm uma vontade. Mas os decisores é que (de)têm o poder.

No limite, os eleitos prescindem do que prometaram aos eleitores e submetem-se aos ditames dos decisores.

O mais frequente é, passados poucos dias das eleições, os eleitos dizerem que, com muita pena, não têm condições de pôr em prática o programa apresentado.

Conseguirá Hollande inverter a tendência? Além de vontade, precisa de dinheiro.

Os decisores, hoje em dia, são uma entidade difusa, mas muito poderosa.

Não conhecemos os seus rostos, mas sentimos o seu impacto. São os famosos «mercados»!

A Europa é uma comunidade de povos, mas, desde há duas décadas, é condicionada por dois Estados: França e Alemanha.

Por sua vez, dentro do eixo franco-alemão, a liderança tem sido da Alemanha. Essa liderança era visível com Helmut Khol e tornou-se mais notória com Merkel.

Conseguirá Hollande alterar a correlação de forças? Se obtiver uma parceria sustentada com a Itália e a Espanha, a sua posição negocial poderá sair reforçada.

O caminho é muito difícil, quase ínvio. Mas demos o benefício da dúvida. E não cortemos as asas à esperança. Esperemos pelos factos. Estes não levarão muito tempo a depor!

É de alguém com a face já enrugada que vêm as ideias mais arejadas sobre o momento que se vive. O Prof. Adriano Moreira denunciou, esta noite, a leviandade com que, em nome da ditadura dos factos, se põe de lado os princípios e os começos.

Passar por cima de preceitos constitucionais é perigoso. Pôr de lado as origens é perturbador. O sábio senador alertou para algo fundamental e fundacional: a Europa fez-se para salvaguardar o Estado social.

Este é o cimento da vida dos cidadãos.

É imperioso que os tratados sejam cumpridos. E que a esperança não seja liquidada!

publicado por Theosfera às 10:24

A sociedade ganha muito com a unidade, mas perde tudo com a uniformidade.

Não é nesta que se encontra a concórdia.

A uniformidade é um repressor, inibe os talentos, refreia as capacidades e faz alastrar o medo.

As pessoas não dizem o que pensam nem o que sentem.

É o medo de perder o lugar ou de não alcançar o lugar.

É o medo de ser estigmatizado. É o medo de ser marginalizado.

Mesmo em clima de liberdade, há pessoas inibidas, condicionadas.

Falta perceber que, como notou Tomás de Aquino, «a concórdia não é uniformidade de opiniões, mas convergência de vontades».

É possível convocar o diferente.

Aliás, a convergência só se faz a partir do diferente.

A pluralidade enriquece. A uniformidade anula.

Bem dizia W. Lippman: «Quando todos pensam da mesma forma, é porque ninguém está a pensar»!
publicado por Theosfera às 10:22


Hoje em dia, o pensamento único tende a impor um (único) critério: a produtividade.

É mau que seja único.

Tony Judt, notável historiador, anotou que, desde há décadas, deixámos de perguntar se algo está certo ou errado.

A eficácia é alguma coisa, mas não é tudo.

Precisamos de outros ângulos. Caso contrário, à decadência económica seguir-se-á a catástrofe moral!

publicado por Theosfera às 10:20


Diz o mito (que, como todos os mitos, não prova nada, mas explica quase tudo) que Zeus não ficou contente pelo facto de Prometeu lhe ter desobedecido, oferecendo fogo aos homens.

Por vingança, ordenou a criação da primeira mulher, que foi dada em casamento ao irmão de Prometeu.

O nome da mulher era Pandora, «aquela que dá tudo».

Como prenda de casamento, Zeus deu-lhe uma caixa, mas com a ordem de nunca a abrir.

Só que a curiosidade falou mais alto e a caixa foi aberta: a «caixa de Pandora»!

Da caixa saíram para o mundo a morte, a doença, a maldade, a velhice, o ódio, a violência, a guerra e todos os outros males.

Pandora fechou a caixa. Mas já era tarde. Só ficou lá uma coisa retida: a esperança!

Esta, pensando bem, era a única coisa que devia ter saído. É a que mais falta (nos) faz!

publicado por Theosfera às 01:04

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