O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 10 de Abril de 2012

Como foi a tua Páscoa?

 

Eis a pergunta mais ouvida na manhã dos dias que se seguem ao Domingo da Ressurreição.

 

Como foi? A Páscoa não foi. A Páscoa é.

 

Liturgicamente, a Páscoa tem uma oitava e um tempo que se estende até ao Pentecostes. Kairologicamente, estamos sempre em Páscoa.

 

Certo estará o uso do tua. De facto, a Páscoa de Cristo é a Páscoa de cada um de nós.

 

Vivamos Páscoa. Transportemo-la para o nosso presente.

 

A ressurreição de Jesus Cristo é acontecimento, apelo e prioridade.

 

Ela ocorreu em Cristo. Ela ocorre em nós. Ela transformou Cristo. Ela há-de transformar o novo Corpo de Cristo.

 

publicado por Theosfera às 11:12


Nos patamares da qualidade, há quem tenha uma escrita profunda, há quem tenha uma escrita erudita, há quem tenha uma escrita enigmática, há quem tenha uma escrita envolvente. E há aqueles que têm, como corolário, uma escrita limpa.

 

José Mattoso pertence a este grupo.

 

Nele a palavra não é um biombo ou um adorno. É um espelho.

 

«Levantar o Céu. Os labirintos da Sabedoria» é a sua mais recente publicação.

 

Imperdível!

publicado por Theosfera às 10:24


A Páscoa não é a festa da arrogância, da ostentação, do exibicionismo.

 

O nervo do mistério pascal mostra-nos que aquele que triunfa é aquele que morre, aquele que sobe é o que tinha descido.

 

A pascalidade é uma cultura totalmente diferente daquela a que estamos habituados.

 

Por isso, no Oriente usa-se muito a palavra «anástase», que se pode traduzir por elevação. Deus olha para os humildes!

publicado por Theosfera às 10:23

«Tenho muito que fazer? Não. Tenho muito que amar!».

 

Esta frase é um puro decalque do Evangelho.

 

Para Jesus, fazer é amar, amar a todos, amar sempre.

 

Mas o autor do pensamento é Sebastião da Gama, que, se fosse vivo, faria hoje 88 anos.

 

Nasceu a 10 de Abril de 1924.

publicado por Theosfera às 10:22


Na era dos estudos, dos inquéritos e das sondagens, há quem pretenda mensurar tudo, mesmo o que será mais imensurável: a felicidade.

 

Há um relatório mundial sobre a felicidade.

 

O trabalho foi feito em 156 países. Portugal está em 73º lugar, sensivelmente a meio. Ou seja, nem felizes, nem deprimidos.

 

O nosso estado corresponde à nossa linguagem. «Vamos andando» é o que assoma mais aos nossos lábios. Indefinidos é o que somos?



 

Albert Camus confessou: «Não há que ter vergonha de preferir a felicidade». Mesmo que nunca seja alcançada.

 

A felicidade é um caminho. Tem marcas de singularidade, mas é plural.

 

Ganha-se quando se oferece. Nunca é «solteira».

 

Quanto mais se divide, mais se multiplica. Quanto mais se partilha, mais se obtém!



publicado por Theosfera às 10:20


O velho continente corre o risco de se tornar um continente envelhecido.

 

Por falta de gente.

 

E por falta de esperança e de ideais no coração da (envelhecida) gente!

publicado por Theosfera às 10:19


Vítor Malheiros pergunta com extremos de pertinência: «Como é possível que tantos continuem a acreditar nas mentiras de tão poucos?»

 

Talvez porque a mentira seja apresentada de forma mais refinada.

 

A propaganda tem esse (cínico) sortilégio: faz com que o mal pareça bem, com que a mentira seja disfarçada de verdade.

 

No mundo que cultua o disfarce, é muito fácil ser enganado. E, às vezes, é (irremediavelmente) tarde quando nos apercebemos do logro!

publicado por Theosfera às 10:18

Há governos em guerra contra o povo.

 

Nuns casos como na Síria, através das armas. Noutros casos, através das leis, das políticas.

 

Em ambas as situações, as vítimas não param de aumentar!

publicado por Theosfera às 10:17

Muito se fala dos mercados. Eles são a justificação para tudo o que nos acontece.

 

Mas, afinal, o que são os mercados?

 

Onde estão os mercados? Que fazem os mercados?

publicado por Theosfera às 10:16

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