O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2012
Como as coisas são! Em 1938, Neville Chamberlain, primeiro-ministro inglês, drapejava um documento que tinha assinado com Hitler.
 
Foi vitoriado por isso ao chegar ao aeroporto e no caminho até Downing Street.
 
Dizia Chamberlain que tinha conseguido «a paz para o nosso tempo»! Menos de um ano depois, sabemos o que aconteceu.
 
Há que reter estas lições! Há quem não respeite nada: nem documentos, nem princípios, nem pessoas!
publicado por Theosfera às 10:03

A actual crise da Europa tem encontrado na liderança dos povos políticos da direita e da esquerda.
 
Mesmo quando há alternância, não se nota grande alternativa.
 
Na oposição, critica-se o que se fazia quando se estava no governo. No governo, acaba por se fazer o que se criticava quando se era oposição.
 
É claro que há vários matizes nesta situação, mas a percepção geral anda por este meridiano.
 
Do que necessitamos, à esquerda e à direita, é de um novo paradigma, de novos protagonistas.
 
É tempo de a sociedade civil acordar para pensar, para reflectir, para inflectir!
publicado por Theosfera às 10:00

Um dia perguntaram a Franz Kafka o que achava da pessoa de Cristo.
 
Resposta pronta: «É um abismo de luz. É preciso fechar os olhos para não nos despenharmos».
 
Fechemos, então, os olhos!
publicado por Theosfera às 09:59

Qual a reacção mais adequada a um problema? Agravando o problema?
 
A política que tem vindo a ser seguida, no país e no resto da Europa, é muito preocupante.
 
Há que mostrar desagrado e propor alternativas. Mas o que não pode é haver paralisia. Temos de trabalhar, temos de produzir.
 
Se falha a classe política, que não falhem os cidadãos.
 
Uma greve geral, nesta altura, é tudo do que não precisamos.
 
Estou, cem por cento, com os trabalhadores, com as suas causas. E sei que a maioria responderá à crise com trabalho e dedicação!
publicado por Theosfera às 09:57

Para quem admira genuinamente a juventude, há imagens que, confesso, vêm refrear algum entusiasmo.
 
É bom e até salutar que os jovens se manifestem. Mas é de esperar alguma compostura.
 
André Comte-Sponvile, que foi um dos arautos do Maio de 68, aponta a polidez como a primeira grande virtude, o alicerce de todas as virtudes.
 
Não é agradável não ter internet ou não ter um refeitório. Ainda bem que as pessoas se habituaram a tudo isto.
 
Era bom que não se desabituassem de estudar, que é aquilo que mais se espera dos estudantes.
 
Não repliquem, jovens do meu país, aquilo que mais nos desgosta nos mais velhos.
 
Sejam diferentes. Se posível, mais moderados, mais polidos, mais trabalhadores!
publicado por Theosfera às 09:55

mais sobre mim
pesquisar
 
Fevereiro 2012
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2
3
4

5
6
7
8
9

14

20
25



Últ. comentários
Sublimes palavras Dr. João Teixeira. Maravilhosa h...
E como iremos sentir a sua falta... Alguém tão bom...
Profundo e belo!
Simplesmente sublime!
Só o bem faz bem! Concordo.
Sem o que fomos não somos nem seremos.
Nunca nos renovaremos interiormente,sem aperfeiçoa...
Sem corrigirmos o que esteve menos bem naquilo que...
Sem corrigirmos o que esteve menos bem naquilo que...
online
Number of online users in last 3 minutes
vacation rentals
citação do dia
citações variáveis
visitantes
hora
Relogio com Javascript
relógio
pela vida


petição

blogs SAPO


Universidade de Aveiro