O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2012
Paul Valéry constatou o óbvio que a experiência emite: «Quem não pode atacar o argumento ataca o argumentador».
 
Aliás, quem está convicto não precisa de argumentar nem, muito menos, de atacar argumentos e argumentadores.
 
A convicção prefere mostrar a demonstrar!
publicado por Theosfera às 10:08

O nosso mundo têm ânsia de respostas, mas também tem sede de perguntas.
 
As respostas que se debitam cansam. Há um défice de perguntas.
 
Que sentido tem a política actual? Estamos melhor com a troika do que sem a troika?
 
Será esta crise apenas económica? Estaremos a saber viver em crise? Não há mesmo alternativa a esta política?
 
Não será viável um novo paradigma?
publicado por Theosfera às 10:07

Apesar de tudo, continuo a acreditar que, um dia, a Igreja voltará à simplicidade e à bondade de Jesus.
 
Eu não verei esse dia. Mas sei que ele virá.
 
Quero viver com essa certeza. Quero morrer com essa esperança!
publicado por Theosfera às 10:05

Maquiavel não foi somente um mestre do cinismo político. Foi também, e bastante, um detector das emoções.
 
Ele percebeu que «os homens vingam-se das pequenas ofensas, mas não se vingam das grandes».
 
Às vezes, o ressentimento leva a pactuar com o próprio ofensor.
 
Há quem seja fraco com os fortes e só se mostre forte com os fracos.
 
Maquiavel compendiou muito do que não se deve fazer. E condensou muito do que se vai fazendo!
publicado por Theosfera às 10:04

Se a história ensina alguma coisa é que não foi na Europa que Portugal se afirmou.
 
Na Europa, Portugal tem encontrado paz, mas não tem alcançado desenvolvimento.
 
A afirmação de Portugal esteve sempre noutras latitudes: na África, na América e até na Ásia.
 
Ora, hoje em dia, é ali que se encontram algumas das economias em vias de desenvolvimento.
 
Não seria hora de intensificar a parceria com tais países?
publicado por Theosfera às 10:03

Há coisas que só consideramos óbvias depois de terem acontecido. É por isso que a vivência do presente e a construção do futuro muito ganhariam com o estudo do passado.
 
A história não se repete, mas reflecte-se. Em meados dos anos 30, quando Hitler já estava no poder, ainda havia quem acreditasse que o pior não iria acontecer.
 
Chamberlain, primeiro-ministro britânico, apostou tudo no charme junto do ditador alemão. Achava que iria frear os seus instintos.
 
Sabemos como tudo acabou. O grande problema é que tendemos a ver as coisas como nos (a)parecem e não como são.
 
Hoje, vivemos um momento semelhante. Apenas muda o armamento. Outrora, pegava-se em armas. Hoje, sufoca-se a economia!
 
Uma das lições que a história nos oferece (e as memórias de Churchill certificam-no à saciedade) é que os dirigentes chegam tarde, muito tarde, à compreensão da história.
 
Em finais da década de 30, quase ninguém imaginava o que Hitler se preparava para executar.
 
Hoje continuam a faltar líderes com visão, com capacidade de antecipação!
publicado por Theosfera às 10:00

Anunciar o que toda a gente sabe é uma redundância.
 
Surpresa era se Sarkozy não se recandidatasse. Preocupante é se Sarkozy for reeleito.
 
Há, nos povos europeus, um problema não só político, mas também cívico.
 
Haja em vista que os seus dirigentes são escolhidos democraticamente.
 
É claro que as alternativas, por vezes, são assustadoras. Na França, as sondagens têm sido animadoras para Marine Le Pen!
 
Mas, atenção, a crise ameaça fazer o mesmo que a cimeira dos Açores: afastar os políticos que nela estão envolvidos.
 
Afastados já foram Sócrates, Papandreou, Berlusconi, Zapatero. Creio que Sarkozy e Merkel não terão melhor sorte. O importante é que não haja apenas alternância. Haverá, desta vez, uma alternativa?
 
François Mitterrand ganhou umas eleições, em 1981, com um slogan que nunca esqueci: «A força tranquila».
 
A sua autoria, segundo parece, é de Jean Jaurés. E, de facto, sempre acreditei na tranquilidade da força e na força da tranquilidade.
 
Não acredito na mudança aos gritos nem com violência. Tudo o que é forte é sereno!
 
Pode levar tempo a ser reconhecido, mas acaba sempre por vir à tona!
publicado por Theosfera às 09:55

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