O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2012
Calou-se há oito anos a voz de uma mulher superior, que primava pela correcção, brilhava pela inteligência e pontuava a sua conduta pelo inconformismo.
 
Maria de Lourdes Pintasilgo era patriota, mas foi, muitas vezes, vista como apátrida.
 
A sua fasquia era demasiado alta para a nossa mediania.
 
Hoje, vai ser lançado um livro que compendia o essencial do seu pensamento.
 
Aí se pode ser como já se demarcava das teses de um mercado auto-regulado. É que o mercado é «míope».
 
É necessária a intervenção pública, é fundamental a ética. Esta não pode ser aferida «pelos valores médios».
 
A ética não pode vir apenas depois dos acontecimentos. A ética não pode «ser a construção da história pelos vitoriosos».
 
No título da obra está quase tudo: «Para um novo paradigma: um mundo assente no cuidado»!
publicado por Theosfera às 10:50

A corrupção é a maior chaga da vida social.
 
Envenena tudo. Infecta o ambiente, tolhe as capacidades, conspurca os critérios, empesta a convivência.
 
Tanto se fala dela, mas pouco parece fazer-se contra ela.
 
Como um tumor, alastra a todos os tecidos da vida social. E, pior, parece que nos habituamos a ela.
 
«Toda a gente faz assim» é uma expressão que serve de narcótico, de tranquilizante, de desculpa pífia.
 
Com Paulo Morgado, penso que esta gangrena só será superada a partir de três eixos: competência, transparência, independência.
 
Avaliemos por este (triplo) meridiano a nossa conduta ética.
publicado por Theosfera às 10:48

Olhamos muito para os ídolos e meditamos pouco nos ícones.
 
Os ídolos apontam para si. Os ícones apontam para os outros.
 
O exemplo nem sempre está onde o procuramos. Está mais em quem nos procura.
 
Convém estar mais atento. Importa não agir em função das primeiras impressões!
publicado por Theosfera às 10:47

Há uma altura na vida (nos inícios) em que, conhecendo pouco, pensamos que sabemos muito.
 
Com o passar do tempo, conhecemos mais, mas acabamos por sentir que sabemos pouco!
publicado por Theosfera às 10:46

Santayana disse, com acerto, que quem não conhece os erros do passado arrisca-se a repeti-los.
 
Mário Soares lastima que os políticos de hoje leiam tão pouco.
 
A obra de Winston Churchill sobre a segunda guerra mundial merecia uma leitura cuidada e uma reflexão atenta.
 
O caldo que ferveu naquela altura é mais violento do ponto de vista fisico. Mas os pressupostos de actuação mantêm-se nos tempos que correm.
 
Ler aquelas volumosas páginas é encontrar aquilo que não deveria voltar a repetir-se.
 
Mas estamos seguros disso?
publicado por Theosfera às 10:43

Amanhã é um lugar que parece cada vez mais longe.
 
Ontem é um local que surge cada vez mais distante.
 
O hoje é um sítio demasiado escorregadio, fugidio.
 
Desaparece tão depressa como começa. Mas não o desperdicemos. É o que nos resta: hoje!
publicado por Theosfera às 10:42

Aprecio sobremaneira a personalidade e a obra de Manuel António Pina.
 
As suas palavras fazem pensar.
 
Estas, por exemplo, revestem-se de enorme pertinência: «O mínimo que nos é exigível é o máximo que somos capazes de fazer».
publicado por Theosfera às 10:41

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