O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 11 de Fevereiro de 2012
Que fazer quando tudo está feito? Que dizer quando tudo está dito?
 
As acções e as palavras soam a vazio e sabem a oco.
 
A morte é imperial, indesmentível. O que resta é a dor partilhada e a esperança oferecida.
 
A discrição de uma lágrima repartida tem um valor muito maior que uma torrente de palavras.
 
Importante é estar. É transportar a dor do outro e fazê-la lubrificar no nosso seio!
 
publicado por Theosfera às 15:54

O reparo de Angela Merkel deveria ter sido feito cá dentro e há muito tempo.
 
Os fundos europeus deveriam ter incidido sobre duas áreas fundamentais: a educação e as empresas.
 
A educação fornece conhecimentos. As empresas proporcionam trabalho.
 
A vista fica desvanecida com vias, túneis e auro-estradas. Circula-se melhor, mas para onde?
publicado por Theosfera às 15:53

Afinal, há um país que rejeita, liminarmente, o Acordo Ortográfico.
 
«Não queremos destruir essa preciosidade (a língua portuguesa) que herdámos inteira e sem mácula. Se queremos que o português seja uma língua de trabalho na ONU, devemos, antes de mais, respeitar a sua matriz e não pô-la a reboque do difícil comércio das palavras. Há coisas na vida que não podem ser submetidas aos negócios».
 
Este escrito tinha tudo para ser produzido em Portugal. Mas foi escrito em Angola. No jornal oficioso.
 
Continuo a pensar que, não sendo a língua inamovível, o que se apresenta não é uma reforma; é uma desfiguração.
 
Ainda iremos a tempo de evitar a sua consumação?
publicado por Theosfera às 15:51

O deslumbramento é a pior cegueira. É o estado de quem não quer ver o que a realidade mostra.
 
Muitos acharam-se donos do presente e senhores do futuro. Acontece que esse é um (des)caminho deveras perigoso.
 
Recordo como os nossos maiores, que dispunham de pouco, reservavam sempre algum pecúlio.
 
Diziam que era para um «não sei». Partiam do princípio de que se as coisas corriam bem, podiam piorar.
 
Se corriam mal, podiam agravar-se. Acresce que o «não sei» oferece um capital de sabedoria assombroso. Pode não nos garantir a satisfação de tudo, mas, pelo menos, previne-nos do abismo!
 
 
Não me surpreende o estado da educação, prioridade sempre assumida mas, pelos vistos, problema permanentemente adiado.
 
O que me desconcerta é a empáfia intelectual de quem, pouco sabendo, faz gala do seu presumido saber, ofendendo tudo e todos.
 
Só na humildade se aprende!
publicado por Theosfera às 15:48

Olhando para o que se passa na Europa, ficamos com uma dúvida. Com uma dúvida nada circunstancial e muito existencial. Afinal, estamos numa comunidade ou num mercado?
publicado por Theosfera às 15:46

É sobretudo na forma como lidamos com o fim que se afere a qualidade dos nossos princípios.
 
E, a este respeito, os indicadores não são muito favoráveis. Não se vive bem. E parece que também não morre bem.
 
O Padre José Nuno acha, aliás, que «não se pode viver bem numa sociedade em que se morre mal». Ou se morre anónimo no hospital. Ou se morre incógnito em casa.
 
O problema não está tanto em viver sozinho. É preciso fazer a triagem destes dados.
 
Há quem queira viver sozinho. Em si mesmo, pode ser sinal de autonomia. Há idosos que se movimentam muito bem.
 
O mal é a rejeição, a indiferença e o abandono quando estão em necessidade, em provação.
 
Uma coisa é estar só. Outra coisa é nunca ser visitado, atendido, amado!
publicado por Theosfera às 15:43

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