O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 31 de Janeiro de 2012
Nenhuma terapia resulta se a doença não for identificada.
 
O problema, aqui, começa quando se estaciona nos sintomas.
 
Só um diagnóstico profundo nos conduzirá ao cerne da enfermidade.
 
O que se passa com cada homem acaba por ser o que se passa com a humanidade.
 
A raiz de todas as doenças que nos afectam é o egoísmo. Do que padecemos é de «egopatia», da doença do eu, do exacerbamento do eu.
 
Há egoísmo no mundo. Há muitos egoísmos em cada povo.
 
São egoísmos que se multiplicam como tumores. São egoísmos que se atropelam, que se agridem. E que, quando afectam a visão, nos impedem de perceber que só dando as mãos nos salvaremos!
 
Além dos egoísmos dos interesses, que já litigam bastante entre si, há os egoísmos das posições que se enquistam como se de verdades infalíveis se tratasse.
 
Os que julgam saber acham-se ungidos com a solução definitiva. Mesmo errando e continuando a errar, não franqueiam as portas a quem pensa diferente.
 
Os que sabem que não sabem estão sempre à procura.
 
Os que presumem que tudo sabem insistem sempre no mesmo.
 
A realidade pode mostrar que não resulta, mas eles persistem.
 
É por isso que Lula deixa um Brasil desenvolvido.
 
E é por isso que os iluminados europeus nos vão conduzindo (pouco doutamente) para o abismo.
 
Afinal, quem é mais sábio? Quem mais lê ou quem melhor vê?
publicado por Theosfera às 23:02

Cayo Salústio Crispo verbalizou uma pertinência soberana: «É sempre tarde quando se chora».
 
Muito tarde. Muito, muito tarde!
publicado por Theosfera às 16:35

Não sei que será pior: se a violência se a resignação.
 
Sei, tenho obrigação de o saber, que nehuma das duas traz qualquer bem.
 
A violência degrada, destrói. Mas a resignação perante ela contribui para que a violência continue a degradar e a destruir.
 
A resignação diante da injustiça não ajuda a eliminá-la. Pelo contrário, prolonga-a.
 
É preocupante esta tendência para nos demitirmos da intervenção cívica.
 
Estamos tristes e desencantados por dentro, mas aparecemos demasiado amestrados por fora.
 
E não se pode recuperar a saúde enquanto não se tomar consciência da doença!
publicado por Theosfera às 16:33

Vejam o rumo que as coisas estão a tomar.
 
A proposta para vigiar a execução orçamental de um país tem uma panóplia de consequências que estamos longe de antecipar.
 
No fundo, quem tem dificuldades fica com mais dificuldades.
 
Não pode tomar decisões. Não tem autonomia. Não tem soberania.
 
Não pode participar nas decisões comuns e nem sequer pode decidir a sua própria vida.
 
Pouco falta para que a independência dos povos seja ilegal.
 
Há sinais que são premonições: a extinção do feriado da restauração da independência não é inócua.
 
Celebrar o que não existe para quê?
publicado por Theosfera às 16:31

O Brasil tornou-se uma potência (mais do que) emergente sob a liderança de alguém que só tem estudos básicos.
 
A Itália e a Grécia vão definhando sob a condução de especialistas renomados.
 
E Portugal nunca tem descolado apesar de ser, repetidamente, conduzido por técnicos e professores. A explicação é simples, embora não muito estimulante.
 
É que os especialistas facilmente se julgam proprietários de conhecimentos e donos de soluções. Para eles, está tudo definido: é só aplicar.
 
Os outros estão sempre à procura, olham mais para a realidade.
 
É da realidade que partem. Às vezes, é mais importante conhecer os problemas do que as presumidas soluções. Estas estão mais na vida do que nos livros!
 
Por formação, os técnicos e especialistas tendem a pensar mais naquilo que os livros dizem do que naquilo que a realidade mostra.
 
Os livros são um instrumento; não podem ser um entrave.
publicado por Theosfera às 16:29

No dia de S. João Bosco, eis uma oportunidade para reflectir sobre o seu (magno) exemplo.
 
Não era fácil, ontem como hoje, lidar com os deserdados da fortuna.
 
S. João Bosco optou sempre pela via da mansidão.
 
Quanto às palavras, apenas as necessárias. Como ele notava, as palavras, muitas vezes, provocam as mais violentas tempestades!
publicado por Theosfera às 16:28

Marie Noel: «Aquele que não precisa de nada, tudo lhe falta».
 
Sem dúvida, a começar pela consciência de que ninguém é auto-suficiente.
publicado por Theosfera às 16:27

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Sublimes palavras Dr. João Teixeira. Maravilhosa h...
E como iremos sentir a sua falta... Alguém tão bom...
Profundo e belo!
Simplesmente sublime!
Só o bem faz bem! Concordo.
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Nunca nos renovaremos interiormente,sem aperfeiçoa...
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