O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012
Já passou um mês sobre o último Natal. Já só faltam onze meses para o próximo Natal.
Mas entre estes dois Natais, nunca deixa de ser Natal.
Jesus está sempre a vir até nós.
Nós estamos sempre a ir até Ele. Quando se procura viver o Seu amor, Ele acontece em nós!
publicado por Theosfera às 10:27

A censura, pelos vistos, não é um exclusivo das ditaduras.
Há quem continue a pagar um preço alto pela liberdade mesmo em democracia.
A rádio pública não pode ser vista como a rádio do Estado.
A direcção é de alguns. Mas os impostos que a sustentam são de todos!
publicado por Theosfera às 10:25

É verdade que o senhor Presidente da República não foi feliz no que disse. Mas espanta que só agora alguém se espante.
E é por isso que, sem contender com a liberdade de expressão (e de indignação), creio ser hora de mudar de atitude.
Estes «peditórios» são um pouco possidónios e já saturam.
Mais do que apontar responsáveis pela situação presente o importante é encontrar um rumo para o futuro. Não é fácil. Mas é decisivo!
publicado por Theosfera às 10:24

Não é só a ortografia que passa por uma cosmética. A própria semântica parece sofrer grande trambolhões.
Manuel António Pina alude, na sua crónica de hoje, à palavra «coragem».
Para muitos, coragem é fazer o contrário do que se disse, é aplicar austeridade e multiplicar sacrifícios. É ser «forte» com os «fracos», os pequenos, os humildes.
Os dicionários já ensinam pouco. Temos de reaprender tudo com o «progresso». Nem que se trate, como avisa Luis Racionero, de «um progresso decadente»!
publicado por Theosfera às 10:23

«Não se pode reinar inocentemente».
Saint-Just deu conta de que não há inocência na arte de governar.
O «pecado original» é quando se esquece o servir e só se pretende conjugar o verbo «mandar».
publicado por Theosfera às 10:22

Séneca percebeu: «Se um grande homem cair, mesmo depois da queda, ele continua grande».
Grande só não é quem faz com que os outros caiam, quem empurra os outros!
publicado por Theosfera às 10:21

O efémero não está só no tempo. Está também nas pessoas, «maxime» no relacionamento entre elas.
Já não há só divórcios nos casais. Há também, e cada vez mais, divórcios entre amigos. O «facebook» estatuiu e vulgarizou o verbo «desamigar».
Tudo começa de repente. Tudo acaba num instante?
publicado por Theosfera às 10:20

Combatamos a lepra, amemos o leproso.
Hoje é o Dia Mundial da Lepra.
Como não recordar o grande apóstolo Raul Follereau?
Alguém tem o direito de ser feliz sozinho?
publicado por Theosfera às 10:19

Hoje é o dia da conversão de S. Paulo.
Vale a pena estacionar no significado deste momento e desta atitude.
O encontro com Cristo nasce de uma mudança, implica mudança.
Paulo corporiza um modelo de existência saudavelmente inquieto.
Era teimoso. Parecia inexpugnável. Mas foi vencido. Por Cristo.
publicado por Theosfera às 10:18

Com espantosa facilidade, tendemos a excelsar os que fazem sofrer e a ignorar as vítimas do sofrimento.
Numa cultura obcecada com o êxito, os nossos olhos parecem estar centrados apenas nos palcos.
Há que alargar os horizontes. O coração tem de se condoer.
Quem não sofre com quem sofre será autenticamente humano?
publicado por Theosfera às 10:17

Tem nevado muito. Na recordação de outros invernos. E na imaginação de muitas crianças!
publicado por Theosfera às 10:15

Confesso que as suas mais recentes intervenções públicas me têm desapontado, mas Eusébio é o que foi.
É o que guardo na lembrança. Figo foi grande. Cristiano Ronaldo tem eflúvios de génio.
Mas Eusébio mantém-se no Olimpo. O sistema de jogo era diferente, sem dúvida. Mas isso não impede que se reconheça o brilho incandescente e o perfume do seu futebol.
Depois, era companheiro, humilde e respeitador.
Curiosamente, Vítor Damas chegou a ser chamado o «Eusébio das balizas».
Numa final da Taça, segurou todos os remates de Eusébio.
O Sporting ganhou sobretudo graças ao que Damas defendeu!
publicado por Theosfera às 10:14

Pode parecer estranho que o Papa convoque o silêncio para falar sobre a comunicação.
Hoje a comunicação é mais filha do ruído do que da fermentação silenciosa.
O silêncio não é a recusa da comunicação. Pode ser, bem pelo contrário, a remissão da comunicação. É o seu laboratório, o seu alicerce.
Comunicação que não seja preparada terá condições para ser oferecida?
publicado por Theosfera às 10:13

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