O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012
Diante do que os meus ouvidos captam e o meu olhar alcança, seria tentado a reescrever uma frase imorredoura: «À mulher de César não basta parecer séria; é preciso sê-lo».
Chega de aparências. Basta de ilusões!
publicado por Theosfera às 10:55

John Dryde detectou uma enorme verdade: «Às más notícias o fado dá asas, e elas voam velozes»!
publicado por Theosfera às 10:55

A riqueza não pode ser um «stock» nas mãos de alguns. Tem de ser um fluxo pela vida de todos.
É insustentável que haja muitos a trabalhar para uns poucos fruir.
O critério não pode continuar a ser o lucro. Tem de ser a justiça!
publicado por Theosfera às 10:54

Faz hoje, 23 de Janeiro, sete anos que faleceu Mons. Ilídio Fernandes, um homem bom e um homem de bem.
Muito ele fez por Lamego e por toda esta zona. Tanto ajudou as pessoas.
Não o esqueçamos jamais!
publicado por Theosfera às 10:53

S. João Esmoler nasceu em Chipre, foi funcionário do imperador, enviuvou e veio a ser patriarca de Alexandria por volta de 610. Espantou toda a gente com uma pergunta que fez à chegada: «Quantos são aqui os meus senhores?»

 

Como ninguém percebeu o alcance, ele descodificou: «Quero saber quantos pobres temos. Eles são os meus senhores, pois representam na terra Nosso Senhor Jesus Cristo (cf. Mt 25, 34-46). Dependerá deles que eu venha a entrar no Seu reino».

 

Fizeram o apuramento. Havia 7500 pobres, que ficaram a receber, todos os dias, uma boa esmola. É claro que as críticas não demoraram. Que havia alguns que não eram pobres, antes mandriões.

 

Réplica do bispo: «Se não fôsseis não curiosos, não o saberíeis. Curai-vos da vossa intriga e curiosidade e deixai-me em paz. Prefiro ser enganado dez vezes a violar, uma vez que seja, a lei do amor».

 

Diz a história que o cofre nunca se esvaziou. A quem lhe agradecia ele respondia: «Agradece-me só quando eu derramar o meu sangue por ti; até lá, agradeçamos, os dois juntos, a Nosso Senhor Jesus Cristo».

 

Ninguém tinha coragem de lhe negar nada. Só que alguns costumavam sair, furtivamente, da igreja antes do fim da Santa Missa.

 

Sucede que o bispo saía também e, de báculo na mão, juntava-se a eles cá fora e intimava-os: «Meus filhos, um pastor deve estar com o seu rebanho; por isso, venho ter convosco. Mas não posso ficar aqui e não me posso cortar em dois; que iria ser das minhas ovelhas que estão lá dentro?» Desde então, toda a gente esperava pelo fim da Santa Missa para sair.

Que nobre exemplo de pastor, de pai. Muito mais tarde, também Bossuet repetia: «Nossos senhores, os pobres».

 

O pobre é sempre uma surpreendente aparição de Deus.

publicado por Theosfera às 10:51

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