O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 21 de Janeiro de 2012
Teremos mudado muito, mas continuamos iguais em muita coisa.
Adérito Sedas Nunes disse, há quase meio século, que Portugal era um «país dual»: um litoral industrializado e um interior pobre.
Volvidos estes anos, os dois «países» que coexistem em Portugal terão melhorado. Mas não será que as distâncias se mantêm?
publicado por Theosfera às 11:53

Há coisas que até o mais distraído vê. Espanta, por isso, que os maiores especialistas tenham dificuldade em olhar.
Merece, pois, atenção Joseph Stiglitz, que já foi Nobel da Economia.
Para ele (como para nós), a austeridade, por si só, não funciona. Será um caso histórico se funcionar!
publicado por Theosfera às 11:53

Muitas igrejas estão fechadas por causa do receio dos assaltos.
Isto significa que, estando abertas, poderiam ser mais frequentadas por quem lá iria furtar do que por quem lá iria rezar.
É claro que aqueles que habitualmente rezam são os que trabalham.
Os que assaltam não trabalharão. O nosso mundo é um vulcão de transformações!
publicado por Theosfera às 11:52

Já houve um tempo em que o nome das pessoas violadas era mais retido do que o nome dos violadores.
Santa Inês é um desses casos. Tinha apenas 12 anos. Resistiu ao assédio de que foi vítima. Pagou com a vida a sua persistência.
É sempre muito alto o preço da dignidade!
publicado por Theosfera às 11:51

Nos dias que correm, quem mais parece protestar não são os pobres de sempre. Os que mais erguem a voz são os que, de repente, se vêem a empobrecer.
As declarações do senhor Presidente da República filiam-se nesse segmento de comportamento. Mas, a esta hora, não faltará quem pense: tomara a muitos terem um salário tão «baixo» como os que ocupam cargos tão «altos».
Se o Chefe de Estado tem dificuldade em fazer frente às despesas, que hão-de dizer a maioria dos portugueses?
publicado por Theosfera às 11:50

Ao contrário do que dizia Oscar Wilde, o passado raramente (ou quase nunca) passa. Deixa marcas e constitui um marco.
Não voltamos a ser os mesmos por muito que digamos que continuamos iguais. «O homem que experimentou o naufrágio - dizia Ovídeo - estremece até perante um mar calmo».
publicado por Theosfera às 11:49

Há cem anos, o comandante do «Titanic» não abandonou o navio no naufrágio.
Há uma semana, o comandante do «Costa Concordia» terá deixado a embarcação. Foi preciso alguém de fora insistir, aos gritos, para que regressasse.
Os tempos são diferentes. A sensibilidade não é igual.
Não julguemos ninguém. Mas Saramago poder-nos-á ajudar: «Somos a memória que temos e a responsabilidade que assumimos. Sem memória não existimos; sem responsabilidade talvez não mereçamos existir»!
publicado por Theosfera às 11:48

Alguém disse, na Espanha, que ninguém tem as mãos limpas na convivência religiosa. Há mortes, condenações, exclusões que nos envergonham.
Mas se ninguém tem as mãos limpas quanto ao passado, que ao menos tenhamos o coração puro quanto ao futuro.
E que no presente demos as mãos olhando com humildade para os erros do passado e com muita esperança para o futuro!
publicado por Theosfera às 11:46

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