O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2012
«Nada é mais fácil do que denunciar um malfeitor; nada é mais difícil do que entendê-lo».
Assim escreveu (preclara e magnificamente) Dostoiévski.
publicado por Theosfera às 10:40

Nem sempre os melhores são os primeiros.
Muitas vezes, a ambição degola o mérito.
E os grupos antes querem apostar num dos seus do que no melhor para todos.
Para muitos, o mérito não é nada se não pertencer ao «grupo»!
publicado por Theosfera às 10:38

Maria Filomena Mónica, na sequência aliás da sua militância cívica, levanta uma questão pertinente.

 

Que critérios presidem às escolhas no nosso país?

 

Descontando algum subjectivismo que sempre terá de haver, subsiste a suspeita de que o mérito e o talento não surgem no topo.

 

Às vezes, parece até que o mérito e o talento são uma contra-indicação. Outrora, contava o nascimento.

 

Hoje, parece prevalecer a pertença a um determinado grupo: político, ideológico, económico ou religioso.

 

A perplexidade das pessoas é muito grande. Quem não tiver um grupo a promovê-lo dificilmente chegará a qualquer lado.

 

Dificilmente haverá coincidência entre o talento e os apoios de grupos de pressão.

 

Muitos, em vez de apostar no mérito, apostam num grupo. A mediocridade triunfa!

publicado por Theosfera às 10:37

A Maçonaria tem uma longa história.

 

Ela nasce de associações profissionais na Idade Média. Maçon em francês quer dizer pedreiro.

 

Curiosamente, a sua origem mais remota remete para a construção das catedrais.

 

Daí o facto de a Maçonaria designar Deus como o «Grande Arquitecto do Universo».

 

As suas concepções religiosas assentam não tanto numa revelação sobrenatural, mas no decurso da razão.

 

Daí que a sua concepção do divino remeta mais para o deísmo do que propriamente para Deus.

 

Com a Revolução Francesa e o Iluminismo, a Maçonaria foi adquirindo uma feição mais anticlerical e, mais vastamente, antirreligiosa.

 

Foi esse tipo de Maçonaria que inspirou, por exemplo, a revolução republicana em Portugal. Os seus grandes artífices pertenciam ao Grande Oriente Lusitano.

 

Os maiores políticos da I República e os que eliminaram D. Carlos eram maçons.

 

Afonso Costa, que disse que em duas gerações acabava com a Igreja em Portugal, pertencia à Maçonaria.

 

Mesmo no tempo do Estado Novo, em que a Maçonaria foi perseguida, ela não deixou de se movimentar.

 

Mais recentemente, apareceram outras organizações da Maçonaria.

 

Começou a haver abertura à participação de senhoras. A estrutura é bastante definida. O grau máximo é o 33.

 

Pelo que dizem, a Maçonaria está presente em muitos partidos.

 

Fala-se também de membros da hierarquia católica que terão pertencido, apesar da proibição oficial.

 

Mas, em si mesma, a Maçonaria não é uma organização religiosa.

 

Apesar do seu passado anticlerical, a Maçonaria, hoje em dia, agrega pessoas que, política e ideologicamente, são moderadas.

 

Alguns membros declaram-se mesmo crentes.

publicado por Theosfera às 10:34

A esta hora, muitos perguntam: como mudar?
A resposta, até agora, tem sido mudar de políticos e manter as políticas.
As variações são de pormenor. Na substância, o paradigma mantém-se e a situação agrava-se.
Só vejo um caminho: mudar por dentro. Há um défice espiritual que se traduz numa debilidade metafísica dos horizontes que nos são traçados.
O sistema educativo tem de ser mais que a mera transmissão de conhceimentos.
A minha esperança está na minoria que resiste. E que nunca desiste!
publicado por Theosfera às 10:33

Sentimos que os problemas estão demasiado perto e que as soluções se encontram excessivamente longe.
Mas, tal como os problemas, as soluções podem estar mais perto do que se pensa. Não devemos estar à espera que elas venham.
Devemos tomar a iniciativa de as procurar. Quem sabe se elas não estão dentro de nós?
publicado por Theosfera às 10:32

A esperança não morrerá enquanto houver um coração bondoso e um sorriso na alma!
publicado por Theosfera às 10:32

Malagrida parece ter revivescido e reaparece na figura dos jornalistas.

 

Só nos trazem más novas. A gente já sabe que as coisas estão mal. Mas não podiam lobrigar algo positivo para nos mostrar?

 

E, depois, parece que Calimero já não está só na banda desenhada.

 

Basta uma câmara e um microfone na rua e é todo um rol de queixumes.

 

O Muro das Lamentações foi transplantado para este extremo ocidental da Europa?

publicado por Theosfera às 10:30

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