O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 08 de Janeiro de 2012

Não será, seguramente, a hermenêutica mais científica, mas, para mim, a melhor exegese do Evangelho deste Domingo é o célebre conto de Sophia de Mello Breyner.

 

Poucos como ela captaram o sentido vivencial da visita dos magos.

 

Segundo a escritora, Baltasar, à procura do Menino, foi consultar os homens da ciência e da política.

 

Decepcionado, virou-se para os homens da religião.

 

Encontrou um altar dedicado ao «deus dos poderosos», outro ao «deus da terra fértil» e outro ao «deus da sabedoria».

 

Insatisfeito, perguntou aos sacerdotes pelo «deus dos humilhados e dos oprimidos».

 

Resposta dos sacerdotes: «Desse deus nada sabemos»!

 

O rei subiu ao terraço e «viu a carne do sofrimento, o rosto da humilhação». Encontrou quem procurava.

 

Foi então que viu Deus. O Deus que os sacerdotes desconheciam!

publicado por Theosfera às 23:22

Neste mundo, há pessoas que são «presépios». Pela sua generosidade. Pela sua autenticidade. Pela sua lhaneza. Pela sua transparência. Pelo seu talante bondoso. Pela franqueza com que abrem as portas da sua casa. E pela disponibilidade com que (re)abrem, constantemente, as janelas da sua vida!
publicado por Theosfera às 23:21

A partir de manhã, muitos presépios começarão a ser desfeitos. Outros presépios começarão a ser refeitos.
Nunca deixará de ser Natal se cada um de nós for um presépio vivo, por onde Cristo vem sempre até nós!
publicado por Theosfera às 23:20

Leonor Baldaque é neta de escritora (Agustina Bessa-Luís) e está em vias de se estrear no romance.
Numa circunstanciada entrevista que concede, hoje, assume associar «Portugal a uma sociedade de aparência».
É curioso este texto aparecer num dia em que se celebra a «epifania», palavra que quer dizer «aparição».
Só que uma coisa é mostrar o que se é, outra coisa, bem diferente, é tentar ser o que se mostra.
E não há dúvida de que, entre nós, existe uma tendência incoercível para a simulação, para o exibcionismo, para o «status».
Estaremos condenados a naufragar no nosso provincianismo?
publicado por Theosfera às 23:19

Não faz manchete, mas há um «cross fire», em jeito de rodapé, a percorrer as páginas de dois jornais.
Em causa a apreciação da estrutura da Igreja.
Rui Osório, nas páginas de um jornal, entende que a nomeação de mais um cardeal certifica o prestígio da Igreja portuguesa.
Vasco Pulido Valente, nas páginas de outro jornal, para justificar a falta de razões para continuar a haver maçonaria, alega: «A Igreja em grande decadência pesa pouco e, sobretudo, não ameaça ninguém».
Esta linguagem faz pensar!
publicado por Theosfera às 23:18

Compulsando os dados que emergem da informação destes dias, resulta que Portugal é, cada vez mais, um país em risco acelerado de despovoamento.
Os grandes querem sair daqui para prosperar. Os pequenos têm de sair daqui para sobreviver!
publicado por Theosfera às 23:17

«A cada instante há que sacrificar o que somos ao que podemos vir a ser».
Disse Charles Bos. E Gandhi asseverava que «o que importa é o fim para o qual eu sou chamado».
A vida decorre-se do princípio para o fim, mas ilumina-se do fim para o princípio.
publicado por Theosfera às 23:16

«O importante na vida não é não cair. O importante é levantar-se de cada vez que se cai».
Assim escreveu (magistral e magnificamente) Nélson Mandela.
publicado por Theosfera às 23:14

É interessante (e preocupante) ver como pessoas se empertigam em apurar aquilo que é melhor: a melhor doutrina, a melhor religião, o melhor partido.
E quem se empenha em ver aquilo que nos torna melhores: melhores pessoas?
publicado por Theosfera às 23:12

Ainda criança já todos Te procuram.

Até os grandes se ajoelham diante de Ti.

Porque sabem que, na Tua simplicidade,

és rei, rei de amor e de paz.

 

Como os magos, também nós aqui estamos

e diante de Ti nos prostramos.

 

Não trazemos ouro, incenso ou mirra.

Transportamos a pobreza da nossa vida,

a simplicidade dos nossos gestos,

a ternura do nosso amor

e a vontade de estarmos conTigo.

 

Aceita, pois, Jesus Menino,

os nossos presentes,

o presente da nossa presença.

 

Tu vieste para nós.

Nós nunca queremos afastar-nos de Ti,

de Ti, que és a luz e a paz.

 

Tu manifestas-Te a todos.

Vieste à Terra

para seres o salvador e irmão de todos os homens.

 

Em cada um de nós, Tu encontras uma habitação.

Que nós nunca Te esqueçamos.

 

Fica sempre connosco.

Nós queremos ficar sempre conTigo,

JESUS!

publicado por Theosfera às 11:01

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