O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 07 de Janeiro de 2012
Chegamos cedo ao tempo e tarde à História.
Regra geral, só nos apercebemos dos males depois de praticados e quando os seus autores já não existem.
Pedir perdão pelos crimes do passado soa a reconhecimento tardio e sem implicações.
O que custa é reconhecer os erros do presente.
Pierre Nora assegura que, no fundo, «a História é toda ela um crime contra a Humanidade».
É hora não apenas de o assumir, mas sobretudo de inverter o rumo.
publicado por Theosfera às 16:08

A maior cegueira, para o Padre António Vieira, «não é a cegueira que cerra os olhos».
A cegueira maior «é a que cega deixando os olhos abertos».
A ilusão é mais perigosa que a escuridão!
publicado por Theosfera às 16:07

Muito se fala, por estes dias, em sociedades secretas e em serviços secretos. Logo numa altura em que poucos são os segredos que duram.
Até o segredo está dominado pela cultura do efémero?
publicado por Theosfera às 16:06

«A felicidade é sermos felizes; não é fingirmos perante os outros que o somos».
Disse Jules Renard.
A maior felicidade é sermos autênticos.
A autenticidade é o que nos torna felizes. Mesmo com os olhos pejados de lágrimas e coração inundado de dor!
publicado por Theosfera às 16:05

«Não sei orar. Palestrar também não sei. Eu não sei conversar. O verbo que me tocou em sorte na distribuição dos verbos só é fluente quando o escrevo. Se o pronuncio, emperra. É perro. Melhor direi se lhe chamar perronho. Mas não é só debitar fala quando se conversa. É preciso escutar o interlocutor. Embora mudo por cortesia, é indispensável ouvi-lo para verificar se o silêncio é atento ou distraído, anuente ou repontão, amigo ou inimigo. Quem conversa mais precisa de ouvido que de língua».
Que saudades de uma prosa assim! João de Araújo Correia. Há 44 anos!
publicado por Theosfera às 16:04

É o nosso um tempo de tempestades. Estamos no meio de mais uma tempestade vede verbal.
De qualquer assunto fazemos não uma discussão, mas uma gritaria.
Em causa não estão ideias (nem, muito menos, ideais), mas a vida das pessoas. Ainda por cima, a vida privada.
De vez em quando surgem notícias acerca da pertença de determinadas figuras a sociedades ditas secretas.
Já se deu o caso de descendentes de algumas dessas figuras, entretanto falecidas, virem desmentir a referida pertença.
Não me parece que esta volúpia pela vida privada sirva à transparência.
O debate público deve primar por um meridiano elementar de coerência. Deve cingir-se ao que é público. E já é bastante!
publicado por Theosfera às 16:03

«Nós somos o tempo. Se formos bons, os tempos serão bons».
Uma preciosidade verbalizada pelo magno Agostinho de Hipona.
publicado por Theosfera às 16:02

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E como iremos sentir a sua falta... Alguém tão bom...
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