O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 31 de Dezembro de 2011
Finalmente, oiço silêncio, habito o silêncio.
Nenhum carro. Nenhum grito, nenhuma voz.
Um grande encontro com Deus me espera.
Levarei, reconhecido, a lembrança dos que me ungem com a sua amizade.
Para todos, uma luminosa passagem de ano.
Até 2012. Até daqui a pouco!
publicado por Theosfera às 22:16

Pior que a ausência de discurso só mesmo a capitulação do discurso.

 

Mas a tendência é, acriticamente, para fazer o que toda a gente faz, para dizer o que toda a gente diz.

 

O discurso que segue a tendência dominante evita grandes incómodos.

 

Mas compromete também importantes mudanças!

publicado por Theosfera às 22:14

‎2012 poderá ser o melhor ano das nossas vidas.
Nunca terá havido tantas dificuldades. Nunca haverá, por isso, tão grandes possibilidades.
Eberhard Jungel asseverou: «Quanto maiores são as dificuldades, tanto maiores são as possibilidades». 
A felicidade não vem da facilidade. O que vale custa. O que custa vale.
Os problemas serão grandes. A vontade de os vencer será maior.
Deixemos de falar de mudança. Comecemos a mudar!
publicado por Theosfera às 22:12

São momentos com estes que mais certificam que a nossa vida é tecida, na sua grande parte, de muitas ausências.
A nossa presença mútua por estas horas faz sobressair as prolongadas ausências de muitas horas, de imensos dias.
Somos peregrinos no tempo. Nómadas uns dos outros!
publicado por Theosfera às 18:45

É nas alturas que a solidão de muitos é ainda mais solitária, ainda mais dolorosa.
Estamos sós quando estamos isolados. E, muitas vezes, sós continuamos quando estamos acompanhados.
A vida é um mistério. O ser humano é um enigma.
Nenhum conhecimento o decifra. Só a esperança a pode transformar!
publicado por Theosfera às 18:43

Gandhi dizia: «O que importa é o fim para o qual é o chamado».
Neste fim de ano, parece haver uma dificuldade em perceber qual é a finalidade dos nossos passos.
Nem o fim é totalmente fim. O fim abre as portas a um novo começa. O fim de um ano gera um novo ano.
O fim da vida não impede o desabrochamento do início da vida!
A eternidade habita-nos no tempo, em cada «átomo» do nosso viver!
publicado por Theosfera às 18:42

Que a paz brilhe. Neste dia. Neste ano. Neste mundo. Nesta vida.
Seja paz. E tenha sempre muita paz.
publicado por Theosfera às 18:41

A esta hora, o verbo que mais vem à tona da lembrança é «passar».
Passar de ano tem aquele sortilégio a que quase ninguém escapa.
Mas não basta «passar». É necessário também «mudar». E, acima de tudo, é urgente «melhorar».
Passar não chega. Mudar não basta. Só mudando para melhor é que vale a pena estar na vida.
O ano até nem será melhor. Mas podemos ser melhores nele. E isso é sublime!
publicado por Theosfera às 18:38

Há épocas que marcam as pessoas e há pessoas que marcam épocas.
Não me refiro apenas (nem principalmente) à história e às suas grandes ocorrências.
Refiro-me especialmente à vida das pessoas e aos seus (aparentemente) pequenos acontecimentos.
As pessoas que marcam mais intensamente a vida não são as que surgem nas televisões ou as que figuram nos jornais.
As pessoas que mais nos marcam são as mais simples.
Aquelas que são capazes dos gestos mais nobres. São elas que abrem a porta da sua casa. E as janelas da sua alma!
publicado por Theosfera às 18:27

Vou confessar-me.
E, desde já, peço perdão se vou desapontar alguém.
Até reconheço que as pessoas precisam de descomprimir.
O passado foi difícil e o futuro será duro. Mas este clima de euforia que, por horas, está instalado inocula dentro de mim um sentimento de estranheza.
Não me revejo nisto. Soa-me tudo a artificial, a vazio.
Nada como a simplicidade, a serenidade, a paz.
Mas que cada um viva cada momento como se sentir melhor. E que seja feliz. O meu respeito é total. As opções são sagradas!
publicado por Theosfera às 18:25

«Quem tem culpas desconfia de todos».
Este pensamento de Jeanne Roland evoca a situação oposta.
Quem está de consciência limpa e com a alma pura não desconfia de ninguém.
Uns acham que isso é ingenuidade. Eu julgo que se trata de coerência.
publicado por Theosfera às 18:24

Um ponto de vista é sempre a vista de um ponto.
Desde a Universidade de Lovaina, Paul de Grauvw entende que não é a Alemanha que está a ajudar Portugal.
No fundo, Portugal é que está a ajudar a Alemanha. O estado alemão pede emprestado a preço baixo e empresta a preço mais alto.
Heterodoxo, este prestigiado economista assegura que, para sair da crise, é preciso gastar e produzir.
No fundo, é necessário que a riqueza circule. O que está a acontecer é o oposto. Só o empobrecimento aumenta!
publicado por Theosfera às 18:23

Afinal, Paulo Futre não fez só um exercício de humor quando, numa célebre conferência, anunciou a vinda de dinheiro chinês.
Ele pensava nos voos de charters para ver o melhor jogador da China a actuar em Portugal.
Mas os voos acabaram por acontecer. Para já, a electricidade está nas mãos do estado chinês. Que mais se seguirá?
publicado por Theosfera às 18:22

Todos nos lembramos.
No final de 2008, dizíamos que o ano foi mau e esperávamos que 2009 fosse melhor.
Em finais de 2009, achávamos que o ano tinha sido pior que o anterior e desejávamos que 2010 fosse melhor.
No termo de 2010, chegámos à conclusão de que o ano conseguira ser (ainda) pior. As esperanças estavam canalizadas para 2011.
Chegados ao último dia deste ano, ninguém tem dúvidas de que foi mau.
2012 será bom se for tão mau como 2011?
Os mais optimistas não passam deste patamar. Se o ano novo não for melhor, que nós sejamos melhores no novo ano!
publicado por Theosfera às 18:20

O bem que se faz pode ser esquecido. Mas, mesmo assim, não deixa de estar realizado.
O esquecimento dói. Mas a prática do bem conforta. Ainda que solitariamente...
publicado por Theosfera às 18:19

Amigo verdadeiro não é o que diz o que gostas de ouvir.
Amigo verdadeiro é o que está presente quando precisas. É o que te escuta. O que te apoia. O que não te falta.
publicado por Theosfera às 18:18

A terra onde gostaria de viver é Filadélfia.
Não. Não é na cidade dos Estados Unidos que penso.
É numa cidade que gostaria de ajudar a construir. Filadélfia é formada por duas palavras gregas: uma (filos) traduz a ideia de amigos; a outra (adelfos) veicula a ideia de irmãos.
Uma terra de amigos, um povo de irmãos - não seria o chão ideal para pisar e o local certo para viver?
Parece utopia. Mas utopia é (apenas) o que ainda não foi realizado.
Vamos começar a construir a Filadélfia da nossa vida.
Não depende só de nós. Mas pode começar a germinar em nós!
publicado por Theosfera às 18:17

Afinal, é mais um dia, mais uma noite, mais um acordar, mais um amanhecer.
Os finais e os inícios de ano são convenções que nos deveriam despertar para algo importante: o mistério do tempo e a importância de cada momento.
O dia mais importante é hoje. O momento mais decisivo é este.
Quando chegar a meia-noite, esse será o instante mais importante.
Mas, um minuto depois, já será passado. E esse minuto passará a ser o mais importante. Procure a beleza de cada instante. Seja feliz agora. Deus está em si.
publicado por Theosfera às 18:15

No último dia do ano, penso em todos os que estão alegres. Mas uno-me, espcialmente, a quantos são visitados pela tristeza.
Pressinto que muitos não querem festejar. Querem sobretudo esquecer.
Não deixemos que a esperança adormeça!
publicado por Theosfera às 18:13

Estamos mais novos no Ano Velho. Estaremos mais velhos no Ano Novo.
No início do novo ano, estaremos mais perto do fim, do nosso fim.
O ambiente é de euforia. Que seja de alegria. De esperança. De paz. De convívio. Mas também de recolhimento.
Não se esqueça de quem nunca Se esquece de si.
Procure passar o ano (também) na companhia de Deus!
publicado por Theosfera às 18:12

A realidade muda-nos. É inevitável.
Mas nós também podemos mudar a realidade. Não é impossível.
Há que contar com o pior. E pugnar sempre pelo melhor.
É nas adversidades que se testa a qualidade.
Há muitos atropelos à nossa frente. Mas contamos com um aliado incomparável: o próprio Deus, Aquele que habita em cada um de nós!
publicado por Theosfera às 18:11

O tempo desapareceu. Possivelmente, já nem existe.
Ninguém sabe o que ele é. Poucos sabem onde ele está. Toda a gente o perdeu. Todos se sentem sem ele. Quase ninguém o tem.
À mais pequena abordagem que se faz a alguém para alguma coisa, a primeira reposta é: «Não tenho tempo»!
Onde está o tempo? Quem tem tempo?
publicado por Theosfera às 18:10

Retenha o que está a dizer e a escrever nesta altura.
Provavelmente, daqui a um ano estaremos a dizer e a escrever o mesmo. Ou algo semelhante.
Afinal, nós não mudamos assim tanto. O tempo muda mais que nós!
publicado por Theosfera às 18:09

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